5 dicas de filmes, séries e documentários para mães e gestantes

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Além dos livros, que já recomendamos em um post aqui no blog, filmes, documentários e séries também podem ser ótimas fontes de informação para futuras mamães. Com tantas plataformas de streaming diferentes a oferta é grande e selecionamos 5 que consideramos super interessantes. Confira!

 

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Um dos maiores avanços da neurociência é ter descoberto que os bebês são muito mais do que uma carga genética. O desenvolvimento de todos os seres humanos encontra-se na combinação da genética com a qualidade das relações que desenvolvemos e do ambiente em que estamos inseridos.

 

O Começo da Vida convida todo mundo a ser um agente de mudança na sociedade: estamos cuidando bem dos primeiros anos de vida, que definem tanto o presente quanto o futuro da humanidade?

 

Confira onde assistir em: https://bit.ly/3mtn781

 

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  1. O começo da vida 2

 

Conexões genuínas entre as crianças e a natureza podem revolucionar o nosso futuro. Mas será que essa descoberta ainda é possível nos grandes centros urbanos do mundo?

 

Evidências científicas apontam que a falta de contato com a natureza pode contribuir para problemas físicos e mentais. No novo capítulo de “O Começo da Vida”, os principais especialistas no tema mostram como essa conexão pode fazer parte da cura para os maiores desafios da humanidade contemporânea e da construção de uma vida de mais bem-estar e felicidade.

 

O filme revela que esse pensamento tem sido transformador em diversas cidades pelo mundo que valorizam e promovem uma maior conexão com o mundo natural. A soma entre ciência e ação significa uma oportunidade única para um futuro com mais saúde para os humanos e para o planeta.

 

Confira onde assistir em: https://bit.ly/3DhMiAg

 

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  1. O Renascimento do Parto

 

O filme retrata a grave realidade obstétrica mundial e, sobretudo, a brasileira, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas ou de partos com intervenções traumáticas e desnecessárias.

 

Através dos relatos de alguns dos maiores especialistas na área e das mais recentes descobertas científicas, o filme discute o modelo obstétrico atual e convida os espectadores à reflexão. 

 

Assista em: https://bit.ly/3mp2gCS

 

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  1. Supermães 

 

Uma série que mostra a vida de quatro mães que voltam a trabalhar depois do fim da licença-maternidade. Kate, Frankie, Anne e Lan precisam conciliar a rotina com as crianças com a carreira, os relacionamentos e o cuidado com elas mesmas. A série rende boas risadas e mostra uma realidade que muitas mães vivem na hora de voltar ao trabalho. 

 

Assista em: https://bit.ly/3gvdtOj

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  1. Tal mãe, tal filha

 

Um filme para dar boas risadas e, também, refletir sobre as relações entre mães e filhas! Nesta comédia-dramática, Avril (Camille Cottin) e sua mãe (Juliette Binoche), são muito diferentes. A filha é casada, tem um bom emprego e é organizada, enquanto a mãe vive às custas de Avril desde que se divorciou. De repente, ambas descobrem que estão grávidas.

 

Assista em: https://bit.ly/3gui6s3

Depois da sessão pipoca, aproveita para dar uma passadinha na nossa loja online que tem TUDO para vestir você durante e após a gestação! Acesse aquhttps://www.agestante.com.br!

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3 detalhes que fazem a diferença nas roupas da gestante

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Não basta ser bonita! A roupa certa para vestir durante a gestação precisa reunir, além da beleza, conforto, praticidade e sustentação. Neste post mostramos para você 3 detalhes, que você encontra em todas as nossas peças, e que fazem a diferença!

 

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  1. Elasticidade

 

Ela é necessária não só pelo conforto e praticidade ao vestir, mas, também, para que uma mesma peça possa acompanhar você ao longo de toda a gestação e moldar-se ao seu corpo conforme o crescimento da barriga. Ao experimentar uma peça, perceba se ela te dá bastante liberdade de movimentos, se aperta ou não. Um exemplo perfeito de peça com elasticidade é o nosso jeans, que leva na composição algodão, poliéster e elastano! Quem já experimentou sabe que, de tão confortável, nem dá vontade de tirar!

 

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  1. Vestibilidade

 

A peça precisa ser fácil de vestir! Roupas muito justas precisam ter bastante elasticidade ou algum detalhe como fecho com zíper nas costas, por exemplo. Para usar as roupas da gestação na fase da amamentação, esse detalhe vai ser ainda mais importante! Um decote transpassado, alças removíveis ou aberturas frontais em blusas, vestidos e macacões são uma mão na roda para as lactantes!

 

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  1. Sustentação

 

É ela que vai te trazer segurança e firmeza. Um exemplo de detalhes de sustentação é o cós em suplex de poliamida que usamos em nossas calças e shorts jeans. Sem apertar ou gerar desconforto! O mesmo vale para as lingeries, especialmente os sutiãs de amamentação que você já pode começar a usar desde a gestação. Eles são pensados para não sobrecarregar suas costas e seus ombros e prevenir as tão temidas dores nas costas.

 

Lembre dessas dicas quando escolher suas roupas e, para não ter erro, acesse nossa loja online! Todas as peças são cheias de estilo e pensadas para seu máximo conforto!

 

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As fases do trabalho de parto

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Cada mulher é única e cada parto também! Não há como prever exatamente como ele vai acontecer, tampouco quanto tempo vai durar. Mesmo assim, conhecer as diferentes etapas desse momento é importante. Neste post, contamos para você de maneira breve quais são as quatro fases do trabalho de parto: latente, ativa, expulsiva e dequitação.

 

 

PRIMEIRA FASE: Latente

É quando começa a dilatação e surgem as contrações, que podem começar dias ou horas antes da chegada do bebê. O corpo começa a se preparar para o nascimento. A intensidade da contração e a rapidez da dilatação variam de uma mulher para outra, mas, de maneira geral, quando esta fase começa ainda faltam algumas horas para o parto.

 

SEGUNDA FASE: Ativa

Começa quando o colo do útero chega a seis centímetros de dilatação. Nesta fase as contrações são mais intensas e é quando é feita a internação na maternidade. A duração da fase ativa varia bastante de mulher para mulher – períodos de 2 horas ou de 12 horas são igualmente normais, por exemplo. As contrações ficam cada vez mais próximas, mais longas e mais doídas. No final desta fase, o trabalho de parto fica bem intenso. 

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TERCEIRA FASE: Expulsiva

É nesta fase que o bebê nasce! Quando a dilatação chega a 10 centímetros, começa o período expulsivo. No início dessa etapa, o bebê começa a descer rumo à vagina pelo canal de parto. Quando é possível sentir a pressão da cabeça do bebê na parte inferior da pelve, com cada contração vem o puxo – a necessidade de fazer força. Quando a mãe dá a luz ao bebê, esta fase do trabalho de parto termina.

 

QUARTA FASE: Dequitação da Placenta

É a fase em que o corpo da mãe se prepara para expulsar a placenta e a bolsa vazia de líquido amniótico. As contrações, aqui, são mais fracas, mas auxiliam a placenta a se soltar do útero. A placenta descola da parede uterina e desce pela vagina. 

 

Nossa proposta com este post é que você conheça cada etapa, mas lembre-se que é fundamental consultar seu médico e fazer o seu plano de parto!

 

Ah, e conte com A Gestante para organizar sua mala da maternidade. Na nossa loja online você encontra vários artigos que vão ser muito úteis no seu pós-parto! Acesse aqui.

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5 Dicas para fazer fotos lindas do bebê com a câmera do celular

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Acompanhar o crescimento de um bebê é assim: cada novidade vale um registro! Neste post, dividimos com você algumas dicas da fotógrafa Natália Braga, especialista em fotografia de família, para fazer fotos lindas do seu pequeno em casa!

 

Ao final do post, você pode baixar um e-book gratuito com mais dicas! Confira!

 

  1. Lente boa é lente limpa: Limpe a lente da câmera do celular. As marcas de dedos que podem ficar na lente ao manusear o seu smartphone, bem como outras sujeirinhas acumuladas ali, podem acabar dando um efeito embaçado à imagem e comprometer a qualidade das fotos. 

 

  1. Procure a luz e pense no cenário: Olhe ao redor e pense antes de fotografar. Que cenário você quer para as fotos? Que elementos quer que apareçam? Tome um tempo para pensar nesses detalhes antes de começar. Preste atenção, também, na iluminação. Quando o assunto é luz, leve em conta estas três dicas que fazem a diferença: 
  • A Luz natural é sempre a melhor – aquela que entra pela janela durante o dia;
  • Posicione-se sempre a favor da luz – o bebê deve ficar de frente para a luz e quem está fotografando de costas;
  • Evite o sol direto, ele cria sombras duras que não favorecem a fotografia.

 

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  1. Segure firme: Segurar o celular com firmeza faz toda a diferença para deixar a foto mais nítida.. Se a câmera tremer, tem muita chance de a foto sair desfocada. Caso você tenha acessórios como tripé, por exemplo, pode usar também para auxiliar.

 

 

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  1. Resista ao zoom: O zoom pode comprometer a qualidade da foto. Faça o teste, abra a câmera e vá aproximando com o zoom. A imagem vai ficando cada vez menos nítida. Por isso, o melhor para a qualidade dos seus registros é se aproximar ou se afastar do bebê.

 

  1. Não force o bebê a ficar em uma posição: As fotos espontâneas são as melhores! Em vez de focar naquela ideia única de foto perfeita, explore ângulos diferentes, de cima para baixo, de baixo para cima, divirta-se no processo de fotografar, assim você se movimenta e deixa o bebê mais à vontade também. Você terá fotos ainda mais lindas do que imaginou.

 

Quer mais dicas para fazer fotos lindas do seu bebê em casa? Baixe o e-book gratuito que produzimos com a ajuda da fotógrafa Natália Braga, especialista em fotografia de família!

 

E para as fotos que você fizer junto com o seu bebê, lembre de escolher um look lindo A Gestante! Temos tudo na nossa loja online e você recebe no conforto de casa!

 

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Agosto Dourado: 5 motivos para incentivar o aleitamento materno

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Estamos em plena Campanha Agosto Dourado, o que significa um mês inteiro de uma campanha mundial dedicada a incentivar e divulgar informações sobre a importância do aleitamento materno.  Desde o dia 1º de agosto até o dia 7, estamos na Semana Mundial de Aleitamento Materno 2021 (SMAM). Além de ser um momento importante de fortalecimento dos vínculos entre mãe e bebê, amamentar é questão de saúde e desenvolvimento para o bebê. Neste post reunimos apenas 5 dos motivos para incentivar o aleitamento materno. Confira!

 

 

  • O leite materno é a melhor fonte de nutrição e a forma de proteção mais eficiente para diminuir taxas de mortalidade infantil – é capaz de reduzir em até 13% os índices de mortes de crianças menores de cinco anos, segundo o Ministério da Saúde. 

 

  • De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), por ano, cerca de 6 milhões de vidas são salvas por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva até os 6 meses de idade.

 

  • Através do leite materno, o bebê recebe os anticorpos da mãe que o protegem contra doenças como diarreia, infecções, obesidade infantil e, principalmente, respiratórias. O risco de asma, diabetes e obesidade é menor em crianças amamentadas, mesmo depois que elas param de mamar.

 

  • Pesquisas recentes indicam que anticorpos para Covid-19 podem passar por meio do leite. 

 

  • A forma como o bebê mama estimula o desenvolvimento da face e é muito importante, inclusive, para sua saúde bucal e desenvolvimento futuro dos dentes. 

 

Nós sabemos que a amamentação não é apenas instinto, demanda atenção, comprometimento e que você provavelmente vai precisar de ajuda e orientação. Converse com seu/sua médico(a), busque sua rede de apoio.

 

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5 ideias de presente que toda gestante vai adorar

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Ideias de presente para os bebês não faltam, mas e para as gestantes? O que será que mais faz a diferença nesta fase e que poderia ser um ótimo presente? Este post é ideal para você enviar para aquela pessoa que está pensando em te presentear e não sabe como. Hoje mostramos cinco opções de peças e acessórios que fazem toda a diferença no dia a dia da gestante – durante a gestação e no pós parto também! Você encontra tudo na nossa loja online. Confira!

 

  1. Kit extensor de calças

Para aquela fase em que a barriguinha começa a crescer, mas as roupas de antes da gestação ainda servem. O kit extensor é composto por um 1 extensor de calça jeans, com opções de ajuste, e três faixas abdominais confeccionadas em viscolycra de alta qualidade, que proporcionam um super conforto!

 

O extensor é indicado para os primeiros meses de gestação, para usar com aquela calça jeans que você ama! Já as faixas podem ser usadas durante toda a gestação, para alongar as blusas que vão ficando curtas.

 

  1. Vestidinho básico sem costura

Um curinga porque é super confortável, não tem costuras e, o melhor, é tamanho único! Esse vestido faz parte de uma linha de peças sem costuras inédita no Brasil, desenvolvida pela a A Gestante para o uso durante toda a gestação, amamentação e pós-parto. Veste do PP ao XG, feitas com material de altíssima elasticidade e extremo conforto, com toque macio e sedoso. Não tem erro, mesmo!

 

  1. Camisola robe

A pedida perfeita para os dias em casa, logo após o parto. É uma peça que traz o conforto e a praticidade para amamentar que as mamães tanto precisam, com muita elegância. A Camisola robe vai ser muito útil, também, nos dias de maternidade. 

 

  1. Macacão

A peça-chave no guarda-roupa da gestante quando o assunto é praticidade. É só vestir uma única peça que o look inteiro está pronto. Ele também é muito prático para amamentar – nossos modelos possuem decote transpassado ou, ainda, um recorte frontal com decote interno transpassado. Ou seja, é uma peça para usar durante e após a gestação.

 

  1. Jeans super elástico

O jeans é peça-chave nas produções do dia a dia. Aqueles pensados para a gestante são super elásticos e têm cós em suplex, para dar uma melhor sustentação e conforto. E, não, ele não laceia, não esgaça, ele volta ao tamanho “normal” e pode seguir sendo usado depois da gestação. Um presente que você dá para a vida toda.

 

Curtiu nossas dicas? Então vem para a loja online e conferir essas e outras opções!

 

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Perda Gestacional e Neonatal: um luto que jamais deve ser subestimado

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Apesar de ser uma das únicas certezas que temos na vida, a morte é um assunto muito complexo de se lidar, tanto a nível pessoal quanto em sociedade. Se é difícil falar sobre o luto causado pela perda de uma pessoa querida, que partiu precocemente, é ainda mais complexo abordar o luto pela perda gestacional ou neonatal.

 

Falar sobre luto gestacional ou neonatal é falar de morte em um momento que seria de celebrar uma vida. Por isso é um dos lutos mais complexos e de menor validação social

 

O luto por essas perdas vem acompanhado de um desafio importante que é a falta de espaço da sociedade para expressar a dor. É um luto não reconhecido o que torna ainda mais difícil para os pais superá-lo. Quando se tem espaço para expressar a dor, a tristeza, a raiva, a frustração fica mais fácil ressignificar os acontecimentos traumáticos em nossas vidas. Só quem perde um bebê e encontra esse espaço consegue elaborar o luto.

 

Desde o momento em que o bebê está na barriga, vínculos estão sendo construídos, não só com a mãe, mas com todos aqueles que estão envolvidos na espera dessa vida que está por chegar.

 

Se você conhece uma mãe e um pai que estão sofrendo com essa perda tão difícil, acolha, escute, pergunte o que você pode fazer para confortá-los e, o principal, procure saber do que eles precisam.

 

Pense que ali estão uma mãe e um pai que tiveram uma vida inteira tirada de seus braços, um relacionamento com seu bebê que sofreu uma ruptura repentina e que tiveram sonhos arrancados da sua vida de uma hora para outra. Ofereça seu afago, seu carinho, seu melhor.

 

E se você é uma mãe ou um pai que sofreu com a perda gestacional ou neonatal, deixe seu comentário sobre a sua experiência. Uma mãe ou um pai passando por esse momento pode ler e sentir-se acolhido.

 

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5 curiosidades sobre bebês recém-nascidos

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Que a maternidade é um universo de novas experiências você já deve imaginar, futura mamãe. Dentre tantas novidades que você vai viver e experimentar assim que você tiver seu bebê nos braços, escolhemos trazer no post de hoje cinco curiosidades sobre os recém-nascidos que talvez você ainda não saiba!

 

  1. Choro sem lágrimas

Pode reparar, os bebês choram, e choram alto, ficam vermelhinhos de tanto chorar mas não escorre uma única lágrima. Isso acontece porque logo após o nascimento o bebê ainda não produz lágrimas. Não se sabe ao certo o exato motivo disso, mas acredita-se que seja porque os ductos lacrimais dos pequenos ainda não estão abertos. E mais: se você prestar atenção aos tipos de choro do bebê ao longo do dia, perceberá que são diferentes — variam em intensidade, duração e timbre. Existe um choro diferente para cada situação. O choro é a expressão mais genuína de comunicação dos bebês.

 

  1. Só têm olhos para a mamãe

Já ouviu falar que o recém-nascido só tem olhos para a mamãe? É literalmente isso! Durante as primeiras semanas de vida, os bebês ainda têm a visão muito limitada e imprecisa e é por isso que o rosto da mãe, que eles enxergam bem de pertinho por mais tempo, durante a amamentação, é a visão mais interessante de todas. Nessa fase, eles só enxergam a uma distância de 30 cm e não distinguem as cores muito  bem.

 

  1. Dorminhocos

Os recém-nascidos dormem, em média, 16 horas por dia e o sono é muito importante para o seu desenvolvimento. Enquanto dormem, o hormônio do crescimento é liberado, bem como substâncias que regulam o apetite e proteínas importantes para a ativação dos linfócitos, que compõem seu sistema imunológico 

 

  1. Estômago pequenino

No recém-nascido ele é do tamanho de uma avelã! Já pensou? Por isso mamam a toda hora. A livre demanda na amamentação deve ser respeitada, especialmente neste primeiro momento.

 

  1. Olhos gigantes 

Os globos oculares do recém-nascido já têm 75% do tamanho dos de um adulto! Por isso temos a impressão de que eles possuem olhos enormes na proporção do seu corpinho pequenino.

 

 

Essas curiosidades são novidades para você? Aproveita e envia este post para aquela amiga que vai curtir saber também! E, lembra: na nossa loja online temos tudo para a sua gestação, pós-parto, amamentação e para fazer a mala da maternidade completa! 

 

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Afinal, o que é a humanização da gestação e do parto?

 

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Por Michelle Almeida

 

Talvez você já tenha ouvido falar sobre esse tema, mas, às vezes, de forma superficial e não tenha entendido o quão importante e profundo ele é. Quando falamos de humanização da gestação e do parto, as palavras chaves são: protagonismo da mulher. Ou seja, é seu direito ter as suas decisões respeitadas, pois você é o centro nesse processo.

 

Quando se trata do seu corpo, da sua vida e do seu bebê, é sua prerrogativa ser ouvida, ter o poder de fazer as escolhas que mais lhe deixarem seguras e também ser acolhida de uma forma que seja respeitosa.

 

Com esse entendimento, a Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde e diversos profissionais de assistência perinatal, já há alguns anos, têm buscado atualizar o sistema de saúde para que você tenha a oportunidade de acessar esse tipo de tratamento. Mas mesmo assim, muitas mulheres ainda não têm conhecimento sobre o tema.

 

A humanização não tem a ver com parto domiciliar na água no escuro, como muitas pessoas confundem (eu escuto essa comparação quase que semanalmente) e, sim, com uma série de garantias para a mulher no ciclo gravídico puerperal, como acesso à informação de qualidade, atualizada e baseada em pesquisa e estudos comprovados.

 

A informação adequada, é crucial nesse processo e vai lhe permitir ter conhecimento e poder de decisão. Entender como o seu corpo funciona e quais são os seus direitos vai lhe possibilitar refletir sobre o que você deseja para você e o seu bebê, além de auxiliar a sua rede de apoio a participar dessas escolhas, fazendo com que elas sejam respeitadas. 

 

Ou seja, independe da via, local de parto ou equipe de assistência de saúde, você pode e deve ter acesso a uma gestação e um parto humanizados, que incluem, por exemplo, um pré-natal bem feito, em que os detalhes são explicados, em que você pode tirar todas as suas dúvidas, em que você é informada de todas as questões relevantes sobre a sua saúde e do seu bebê, em que o seu corpo e o funcionamento dele são respeitados e valorizados, em que a maturidade do bebê para nascer é considerada ou um parto em que os seus direitos legais são garantidos, como ter a presença de um acompanhante, se desejar, ter contato com o seu bebê assim que ele nasce, não sofrer procedimentos humilhantes, desnecessários e inconvenientes e muito mais. 

 

Por isso, busque informação, converse com a sua rede de apoio e os profissionais que estão cuidando de você até que você se sinta tranquila e segura. Isso fará total diferença para um parto amoroso, respeitoso e saudável.

 

Vamos falar mais sobre isso aqui. Mas quero deixar claro, já, agora, que você tem dentro de você tudo o que precisa para gestar o seu beber e trazer ele ao mundo.

 

 

Michelle Almimagem-autora-michelle-almeida-villa-mattereida, da Villa Matter, é colaboradora da A Gestante e escreve mensalmente no blog. Acompanhe mais sobre o trabalho dela visitando o site da Villa Mater  e no perfil do instagram @villa_mater.

 

 

 

 

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5 mudanças no corpo da gestante a cada trimestre

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Gestar uma vida é uma missão grandiosa! O corpo da gestante se transforma para garantir o desenvolvimento perfeito do seu bebê. Confira as principais mudanças que acontecem a cada trimestre.

PRIMEIRO TRIMESTRE

1 Seios aumentados e sensíveis: nesta etapa os seios crescem e podem ficar inchados, sensíveis, doloridos e gerar uma sensação de formigamento, por conta do aumento da circulação de sangue. Nesta fase também acontece a alteração de cor na aréola, região que envolve o mamilo, que fica mais escura.

2 Barriguinha: a partir de 12 semanas o útero sai da pelve e a futura mamãe já pode começar a perceber a formação da barriguinha.

3 Enjoos e desejo: parece mentira que os dois aconteçam juntos, não é? No primeiro trimestre costumam aparecer os famosos enjoos de grávida junto com o desejo por alimentos ou sabores específicos. Acredite, até mesmo aquele prato do qual você não conseguia nem sentir o cheiro pode virar objeto de desejo.

4 Cansaço e sono: por causa das alterações hormonais é comum as gestantes sentirem muito sono e fadiga. Não se assuste se nesta etapa seu lugar favorito no planeta for a sua cama!

5 Constante vontade de urinar e aumento dos gases intestinais: estes sintomas também são decorrentes das alterações hormonais, leia-se progesterona, no corpo da futura mamãe. Intestino preso algo é comum neste estágio.

SEGUNDO TRIMESTRE

1 Aumento de Peso: é normal um ganho de peso de 5 a 7 quilos nesta fase, que é quando o bebê termina completamente a sua formação, exigindo bastante da mamãe. Pode haver mudança no formato do rosto e inchaço da face. A barriga fica mais cheia e a cintura mais grossa.

2 Pele: ao final deste trimestre pode aparecer a famosa Linha Nigra, aquela linha escura vertical, que divide a barriga. Ela surge devido à sensibilidade da gestante a um hormônio relacionado à pigmentação. Essa sensibilidade também pode provocar cloasmas – manchas no rosto.

3 Sono: a insônia pode ser um problema, que pode levar à dificuldade de concentração. Muitas gestantes reclamam de desatenção nesta fase.

4 Pressão: o metabolismo acelerado eleva a frequência cardíaca em, aproximadamente, 20%, podendo provocar queda da pressão. Você pode ter dores de cabeça, sonolência, tonturas e desmaios.

5 Barriga e crescimento do útero: No final do quarto mês, a barriga começa a delinear-se logo abaixo do estômago. Com a expansão do útero, outros órgãos são pressionados e até deslocados. Você pode sentir prisão de ventre, a digestão mais lenta e falta de ar.

TERCEIRO TRIMESTRE

1 Costas: com o crescimento do bebê, a barriga fica cada vez maior, podendo levar a dores nas costas, especialmente na região lombar.

2 Inchaço nas pernas e pés: o aumento de peso na zona abdominal sobrecarrega as pernas e aumenta a pressão nessa zona, levando ao inchaço.

3 Pressão na bexiga: O tamanho e o peso do bebê fazem pressão na bexiga, levando à vontade de urinar com bastante frequência.

4 Colostro: Os seios voltam a crescer e pode acontecer a eliminação do colostro, o leite produzido nos primeiros dias de amamentação.

5 Digestão lenta e prisão de ventre: com o bebê engordando e fazendo mais e mais pressão, a prisão de ventre pode se agravar e a digestão fica mais lenta.

 

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