5 livros interessantes para ler durante a gestação

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Existem vários títulos publicados sobre gestação e maternidade – e a cada dia há novos livros lançados. Neste post, fizemos uma seleção de livros com temas variados, que abordam desde aspectos do parto até questões mais profundas sobre a maternidade. Também tem um pouco de diversão, humor leveza e muita reflexão. Confira abaixo uma sugestão de 5 títulos para você ler durante a gestação.

 

1. Maternidade e o encontro com a própria sombra (Laura Gutman): Neste livro, a psicoterapeuta Laura Gutman explica os sentimentos conflitantes na realidade de uma parturiente, trazendo orientações sobre as fases pré e pós-parto. “A maternidade e o encontro com a própria sombra” é uma obra valiosa para mulheres que precisam e desejam entender suas emoções durante o puerpério e pós-parto e também superar traumas e inseguranças, que podem ter consequências na vida de um filho. Laura Gutman conduz a leitora por uma jornada rumo ao autoconhecimento e ao amadurecimento e proporciona um momento de reflexão sobre a responsabilidade de educar e amar

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 2. Parto Ativo (Janet Balaskas): O livro traz informações sobre o parto natural. A autora é instrutora de yoga para o parto, Fundou o Centro de Parto Ativo em Londres, na Inglaterra, e foi a precursora do Movimento pelo Parto Ativo, iniciado ao final da década de 1970. Ela explica o que é o parto ativo e humanizado, a fisiologia do processo e dá dicas de como gestantes de diferentes realidades podem se preparar para o nascimento do bebê, com o mínimo possível de intervenções obstétricas. Também traz ainda exercícios que ajudam a fortalecer os músculos do assoalho pélvico, essenciais para o trabalho de parto natural.

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3. Mãe fora da caixa (Thaís Vilarinho): Este é um livro de relatos de vivências maternas. Os textos de Thaís Vilarinho acalentam e fortalecem as mulheres, recém-mães. Uma leitora o define como “um abraço de cura”. Nele, as mães se sentem representadas e acolhidas nos desafios e nas doçuras da maternidade. 

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4. O livro que você gostaria que seus pais tivessem lido (Philippa Perry): A psicoterapeuta Philippa Perry revela o que realmente importa e quais comportamentos evitar. Todos os pais querem que seus filhos sejam felizes, sem errar na educação. Mas como atingir esses objetivos? Em vez de mapear um plano “perfeito”, Philippa Perry oferece um olhar geral sobre como desenvolver relacionamentos de qualidade.

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5. A coragem de ser imperfeito (Brené Brown): Este é um livro indicado para qualquer momento da vida, e nos parece perfeito para as futuras mamães. Para aliviar a pressão da busca pela perfeição, este livro mostra como aceitar a própria vulnerabilidade, vencer a vergonha e ousar ser quem se é. Brené Brown ousou tocar em assuntos que costumam ser evitados por causarem grande desconforto. Sua palestra a respeito de vulnerabilidade, medo, vergonha e imperfeição já teve mais de 25 milhões de visualizações no YouTube.

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Chegou a hora do parto: os 4 sinais mais importantes

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por Dra. Lígia Santos

 

Não importa se você é mãe de primeira ou se já é a décima viagem. Cada parto é uma história diferente! Cada ser humano é único desde a concepção. 

 

A forma de chutar, o local onde mais gosta de se acomodar no ventre materno, os sintomas associados à gravidez como enjoos, sono, cansaço ou dores, tudo isso é muito diferente a cada gravidez. Daí a dificuldade, também, em sabermos quando é que chegou a hora de ir à maternidade, casa de parto ou de chamar a equipe responsável quando a decisão é ter o bebê em casa.

 

Mães de primeira viagem tendem a sofrer muito mais, pois ainda não têm a menor ideia de quais são os próximos passos e, mesmo buscando informações sobre o assunto, muitas vezes ficamos confusas sobre o que estamos realmente sentindo. Para tentar esclarecer um pouco mais esse assunto, vamos falar de quatro sinais importantes que estão associados ao momento do parto.

 

  1. Contrações Uterinas

 

A forma exata como o trabalho de parto se inicia ainda é um mistério. Sabemos que de alguma forma o feto inicia esse processo, indicando para o corpo da mãe que ele está pronto para nascer. Entretanto, antes disso, o corpo da mulher já começa a se preparar para o momento do parto.  Sendo assim, durante a gestação acontecem as famosas “contrações de treinamento” ou, cientificamente falando, contrações de Braxton-Hicks, que são contrações mais leves e não estão associadas ao trabalho de parto propriamente dito.

 

Mas, afinal de contas, o que são contrações? As contrações são movimentos temporários de “encolhimento” da musculatura uterina. Eles podem ocorrer durante a gestação e possuem intensidades variadas, causando certo desconforto ou dor na mãe. Em geral, as contrações de treinamento são breves e não muito dolorosas podendo estar associadas inclusive à  movimentação fetal. 

 

Quando entramos em trabalho de parto, essas contrações tornam-se cada vez mais intensas e mais próximas umas das outras. Então, quando você estiver sentindo contrações com cerca de 40 segundos de duração a cada 5 minutos – pode contar no relógio que dá certinho – significa que seu trabalho de parto começou. A partir daí dentro de algumas horinhas você vai estar com seu(s) bebezinho(s) no colo!

 

  1. Perda de líquido via vaginal

 

Esse também é um outro sinal que confunde muita gente. Como é que eu tenho certeza que a bolsa estourou? Bem, o volume de líquido amniótico varia de acordo com a idade gestacional, mas quando pensamos em um feto de termo (a partir da 37° semana), esse volume está por volta de 800 ml

Portanto, se sua bolsa romper você vai perceber a saída de uma grande quantidade de líquido claro, com odor característico. Algumas pessoas consideram semelhante a água sanitária, mas tem gente que não sente cheiro algum. 

 

De qualquer forma, o volume de líquido é o que interessa e fica muito difícil de confundir porque sai tanto líquido que sua roupa, chão, cama ou qualquer local que estiver sentada vão ficar encharcados. 

 

É importante que você procure um hospital ou entre em contato com a equipe que vai te assistir durante o parto para que eles verifiquem se está tudo bem com seu bebê. Algumas vezes, a bolsa se rompe e ainda demora várias horas ou até mesmo dias para que o trabalho de parto se inicie (especialmente em prematuros) e isso pode fazer com que aumente muito a chance de ocorrer infecções graves que podem comprometer a sua saúde e a saúde do seu bebê. Por fim, se você fez o exame de pesquisa de Streptococcos agalatiae é muito importante o uso de antibióticos o mais cedo possível.

 

  1. Sangramento

 

Toda grávida fica apavorada quando percebe algum tipo de sangramento, mas nem todo sangramento é sinal de riscos em relação à gravidez. Quando o colo começa a dilatar durante o trabalho de parto pode ocorrer sangramento vaginal em pequena quantidade, geralmente sangue vermelho vivo. 

 

Agora, se você começar a sangrar como se estivesse menstruada, em grande quantidade corra para o hospital. Isso pode ser sinal de problemas muito graves como o descolamento de placenta, por exemplo, e podem levar à morte fetal e materna em poucos minutos dependendo do volume.

 

De qualquer maneira, sangramentos durante a gestação não podem ser ignorados. Sempre que perceber sangramento, vá ao hospital para verificar se está tudo bem.

 

  1. Parada ou diminuição da movimentação fetal

 

Este é o último importante sinal de parto que vamos abordar. Bebês próximos do nascimento se comportam da mesma forma que recém nascidos: dormem, se movimentam um pouco e voltam a dormir. Geralmente eles mantêm essa rotina a cada 3 ou 4 horas. 

 

No final da gestação, por causa do espaço mais limitado, existe uma relativa diminuição da movimentação fetal, mas o bebê não para de mexer. Então, se seu bebê permanecer mais que 4 horas sem se movimentar, alimente-se (com algo doce de preferência) e deite-se com uma das mãos sobre a barriga para verificar melhor quantas vezes o bebê vai se movimentar. O normal é que ele se mexa seis vezes dentro de uma hora. Se a movimentação não ocorrer ou for menor do que isso, entre em contato com seu médico ou procure um hospital próximo. 

            

 

 

imagem-autora-Dra-Lígia-SantosDra. Lígia Santos é ginecologista e obstetra, colaboradora do blog A Gestante. Atua também nas áreas de sexualidade, hormonioterapia e fitoterapia. Acompanhe mais sobre seu trabalho através do Instagram @draligiasantosgineco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Gestação e puerpério em tempos de COVID-19: o que você precisa saber

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Desde o início da pandemia foram identificados grupos de risco, especialmente vulneráveis à infecção, como idosos e pessoas com comorbidades. No momento atual, o Ministério da Saúde orienta que gestantes e puérperas até o 14º dia de pós-parto devem ser consideradas grupos de risco para COVID-19.

 

Neste post, reunimos algumas das informações mais relevantes contidas nesta cartilha de recomendações para gestantes e puérperas frente à pandemia da COVID-19. Confira! Informação é o primeiro passo para a prevenção. 

 

 

FORMAS DE TRANSMISSÃO

Contato Direto: ocorre através das secreções respiratórias (tosse, espirro, fala ou canto, saliva) expelidas pelo indivíduo infectado.

 

Contato Indireto: ocorre quando o indivíduo toca objetos ou superfícies contaminadas por secreções respiratórias e logo em seguida, leva para o rosto, boca, nariz ou olhos.

 

Materno-Fetal: evidências sugerem que a transmissão da mãe para o feto pode acontecer, apesar de ser rara. Pode ocorrer por via transplacentária ou durante o parto. A maioria dos recém-nascidos de mães infectadas é assintomático.

 

RECOMENDAÇÕES: MEDIDAS GERAIS

Pré-natal: é essencial para garantir a saúde da gestante e do bebê e deve ser mantido, podendo haver espaçamento entre as consultas.

 

Vacinas: as vacinas do calendário normal de vacinação devem ser tomadas regularmente e os exames de rotina do pré-natal realizados.

 

Proteção: ao encaminhar-se aos serviços de saúde, a gestante ou puérpera deverá estar usando máscara.

 

Máscara: para que ela seja eficiente na proteção, use-a corretamente, cobrindo completamente a boca e o nariz. Prefira o modelo PFF2, que oferece proteção muito maior que as de tecido. Você encontra em lojas de materiais de construção, tintas ou em lojas de produtos hospitalares – em farmácia é difícil de encontrar.

 

AMAMENTAÇÃO

O aleitamento materno tem importância direta na saúde e bem-estar da criança nos primeiros anos de vida. Dê preferência ao aleitamento natural, principalmente em tempos de pandemia. A amamentação é segura, não transmite e deve ser mantida. 

 

 

INTERNAÇÃO PARA O PARTO

- A infecção por COVID-19 não é, por si só, indicação de parto cesário. O tipo de parto deve levar em consideração o que seria melhor para a mãe e para o bebê.

- A prática do parto na água (banheira) deve ser evitada nas mulheres com suspeita ou confirmação de COVID-19, devido ao potencial risco de infecção via fezes.

- Durante o período da pandemia recomenda-se testar as gestantes durante o internamento hospitalar, mesmo que assintomáticas, na intenção de intensificar o monitoramento.

 

Mais informações você pode ler nesta cartilha.

 

E lembre-se: cuidar de você, inclusive da sua autoestima, faz parte de uma rotina saudável de autocuidado. Ame-se ainda mais nesses tempos difíceis e desfrute de cada dia dessa experiência maravilhosa que é gestar.  Para dar aquele up no visual e curtir o momento de vestir durante essa fase, conte com A Gestante!

 

 

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Amamentação: Mitos e Verdades

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Créditos da Foto: Enf. Elayne Rangel e sua filha, Valentina.

 

Por Elayne Rangel

 

Quando conversamos sobre amamentação, sempre surgem aqueles conselhos sobre o que fazer – o que aconteceu comigo ou com uma conhecida minha. No entanto, o que nessas trocas de experiências são verdades ou são mitos? Neste post, vamos desmistificar algumas das falas que estão no dia a dia das mães e das gestantes.

 

A primeira delas é sobre a alimentação da mãe. Ela interfere ou não na produção e na qualidade do leite. Interfere, é verdade! O recomendado é que a mãe tenha a alimentação mais saudável que puder. O leite materno tem suas composições próprias de alimento vivo, mas em conjunto com a alimentação da mãe o leite materno se potencializa e agrega sua composição

A alimentação da mãe interfere até mesmo no sabor, na cor e no odor do leite. O recomendado é que a mãe siga um cardápio variado e saudável, sem produtos industrializados

 

Outra grande questão é se existe leite fraco ou não. É um grande mito, talvez o maior na amamentação. O leite materno contém todos os nutrientes necessários para um crescimento saudável do bebê. Se existe uma causa para a sua insegurança, é importante buscar o auxílio de um profissional de saúde capacitado, pois, na pega errada, por exemplo, pode estar a resposta do choro ou do não ganho de peso adequado do seu bebê, além de outros fatores.

 

Outro grande mito é que a fórmula artificial é igual ao leite materno. O leite materno é singular, é um alimento vivo. Você sabia que o colostro, aquele primeiro leite que sai nos primeiros dias de vida do seu bebê, pode ser considerado a primeira vacina dele, devido à quantidade de fatores de proteção? 

Pois é, tudo que uma mãe criou de imunidade ao longo da vida ela transfere para o seu bebê através da amamentação nesses primeiros dias, em uma quantidade infinitamente superior aos dias posteriores. O leite materno é um alimento especialmente personalizado para cada momento da vida de um bebê, cada mãe produz o leite específico de acordo com a idade.

O leite artificial tem propriedades que alimentam e nutrem o bebê, sim. E que bom que ele existe, mas não se pode comparar ao leite materno. E, importante, lembre-se de usá-lo somente com orientação médica.

 

Seguindo a mesma linha, outro mito bastante reforçado é sobre o bebê ter horário para mamar. Não há uma regra, pois varia conforme o bebê. A recomendação é que a mãe ofereça o peito em “livre demanda“, buscando reconhecer os sinais de fome do seu bebê. Trabalhar com limites de horário pode ser um problema, pois cada criança mama por fome, por sede, por necessidade de aconchego, por vínculo. 

Com o passar das semanas, eles vão criando seu próprio horário e ritmo de alimentação e é comum querer mamar a cada duas ou três horas. É importante que a mãe não restrinja a amamentação caso o bebê solicite em um intervalo menor. O crescimento e o desenvolvimento do seu bebê é a melhor resposta para o padrão que vocês estão estabelecendo.

 

Então, mamães e papais, o importante na amamentação é sempre ter a avaliação de um profissional. Com a certeza da pega correta eliminamos muitas possibilidades de baixa ingestão de leite materno, perda de peso por mamadas ineficientes ou problemas como baixa produção de leite por falta de estímulo frequente e correto. 

 

A certeza do processo garantirá, também, a sua tranquilidade de que o seu bebê está bem alimentado. Com isso, ambos descansam e seguem seu processo de amamentação sem medos ou inseguranças. 

 

Existem outros mitos? Sim, vários outros, mas o conselho que te dou é: em caso de dúvidas, busque apoio. Assim você poderá viver uma história de amamentação diferente de muitas outras que conhece.

 

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Elayne Rangel é enfermeira, consultora de amamentação, laserterapeuta, servidora da Secretaria de Saúde do Distrito Federal e membro da Rede Brasileira de Bancos de Leite do Brasil. Confira mais dicas sobre o mundo da amamentação e da parentalidade no seu perfil no instagram @enfermeiraelaynerangel.

 

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5 dicas para você dormir mais e melhor durante a gestação

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Se tem um conselho que toda gestante já recebeu é o famoso: “aproveite para dormir tudo que puder antes de o bebê nascer”! O conselho faz sentido. Apesar de não ser possível fazer um “estoque de horas dormidas” para compensar as noites em claro após o parto, um sono regular é necessário para a saúde da mamãe e do bebê

Se no primeiro trimestre dormir ainda parece uma tarefa fácil, na medida em que a gestação avança e as transformações no corpo acontecem é preciso fazer algumas adaptações, tanto nas posturas na cama, quanto nos hábitos. Neste post separamos cinco dicas para que você, gestante, consiga aproveitar melhor seus momentos de descanso até a chegada do seu pequeno.

 

(1) QUANDO ESTIVER COM SONO, SE POSSÍVE, DURMA!

No primeiro trimestre de gestação, especialmente, você sentirá bastante sono. Isso acontece, entre outros motivos, por causa do aumento dos níveis de progesterona no organismo, que deixa o metabolismo mais lento e provoca a sensação de sonolência. Nos três primeiros meses é quando acontece a implantação da placenta no útero e a maior descarga de hormônios no corpo. Por isso, quando sentir sono, se puder, durma! O segundo trimestre é um bom momento para estabelecer uma rotina de sono,  já que a náusea e a fadiga tendem a diminuir. No terceiro trimestre, o tamanho da barriga e outros desconfortos físicos podem tornar a tarefa de dormir um pouco mais complexa. Falando nisso, a seguir temos algumas dicas para ajudar você encontrar o melhor jeito de deitar na cama.

 

(2) ENCONTRE A MELHOR POSIÇÃO PARA DORMIR EM CADA FASE 

No primeiro trimestre, apesar de os seios estarem mais doloridos e inchados, geralmente as gestantes não têm grandes dificuldades em encontrar a posição para dormir. No entanto, a partir do segundo trimestre, mais especificamente a partir da vigésima semana, a posição mais confortável para dormir será de lado.

Desta etapa em diante, dormir sobre seu lado esquerdo será o melhor a fazer. Isso porque no lado direito do corpo está a veia cava, responsável pelo retorno do sangue ao coração. A pressão sobre a veia pode reduzir o fluxo de sangue e causar tonturas. A posição também vai ajudar os rins a eliminar os líquidos desnecessários.

Travesseiros serão grandes aliados seus! Não se preocupe em ter a cama cheia deles, o importante é que você consiga dormir com conforto. Existem travesseiros específicos para gestantes, que abraçam todo o corpo, mas se você utilizar travesseiros comuns, você pode colocar um travesseiro a mais na cabeça, outro entre as pernas, para um melhor encaixe do quadril, e um travesseiro embaixo da barriga. 

 

(3) EVITE PRATICAR EXERCÍCIOS PERTO DA HORA DE DORMIR 

A prática orientada de exercícios pode e deve ser incluída na sua rotina de gestante. No entanto, procure evitar praticar exercícios no final da tarde ou noite. A agitação dos exercícios pode acabar prejudicando seu sono. A partir do final da tarde, procure já preparar seu corpo para relaxar. Uma ótima opção para antes de dormir é a meditação! Em outro post aqui no blog falamos sobre os benefícios do yoga para a gestação – clique aqui para ler. Ler um livro ou escutar uma música tranquila também são ótimas ideias. Exercitar-se é maravilhoso para a sua saúde física e mental, é só ter o cuidado de incluir esta prática mais cedo na sua rotina.

 

(4) TENHA UMA ALIMENTAÇÃO LEVE E JANTE CEDO 

O mesmo que é recomendado para os exercícios vale para a alimentação: não jante em cima da hora de deitar para dormir. Procure fazer esta refeição bem leve, com alimentos de fácil digestão, evitando aqueles mais gordurosos. Comer de forma fracionada, várias vezes ao longo do dia, também pode ajudar. Assim, quando chegar o horário da janta, você corre menos risco de sentir aquela fome e comer demais, o que vai certamente prejudicar seu sono.

 

(5) CRIE O CLIMA PARA RELAXAR

Esta dica vale para o momento de dormir, independentemente do momento de vida, mas se torna ainda mais importante durante a gestação. Para garantir um sono tranquilo precisamos cuidar do nosso corpo, do funcionamento do organismo e encontrar a melhor posição para dormir, sim. Agora, também precisamos criar o ambiente propício para um momento tranquilo. Deixar a luz mais baixinha no quarto antes de deitar e dormir, manter ele bem arejado, ter os lençóis cheirosos, escolher um pijama gostoso e confortável, tudo isso faz parte da experiência do sono. Faça-se esse carinho, prepare seu ambiente de descanso e crie a experiência completa que você deseja. Para esse momento, conte conosco, na A Gestante temos diversos modelinhos de camisolas e pijamas super confortáveis para todas as fases da sua gestação.

 

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OS DIFERENTES TIPOS DE PARTO

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Quando falamos de parto pensamos, geralmente, em dois tipos, parto normal ou cesárea, certo? E não está errado. Há, sim, essa divisão, no entanto dentro de cada um destes dois tipos existem variações. Antes de mais nada, você precisa saber que os tipos de parto variam de acordo com a via por onde o bebê sai e com o grau de intervenção médica no processo. Neste post vamos falar de alguns deles. 

Reforçamos que nenhuma informação substitui a consulta com o seu médico. Quem lhe acompanha ao longo de toda a gestação é quem pode auxiliar você a encontrar o melhor tipo de parto para garantir a sua saúde e a saúde do seu bebê.

 

PARTO HUMANIZADO: Todo parto, independentemente do tipo, pode, e deve, ser humanizado. Esta definição se refere ao parto em que se respeita o protagonismo da mulher durante todo o processo. Lembra do plano de parto, sobre o qual falamos no último post? Pois no parto humanizado ele é muito respeitado e considerado, procurando atender aos desejos da gestante sempre que possível e comunicando-a sobre eventuais intervenções necessárias. Existe parto humanizado no centro cirúrgico, na maternidade ou em casa, seja onde for. Ele diz respeito à postura dos profissionais que estarão assistindo a gestante, sua conduta respeitosa e acolhedora durante todo o parto e ao papel central da gestante.

 

PARTO NORMAL OU VAGINAL:  Aqui já estamos falando de um tipo específico de parto. Quando o parto é normal ou vaginal significa que o bebê nasce pela via vaginal. Estas expressões indicam todos os tipos de nascimento que não são cirúrgicos. Um parto normal pode ser hospitalar, domiciliar, de cócoras, deitada, na banheira, com ou sem aplicação de anestesia. 

 

PARTO NATURAL: É um parto normal ou vaginal em que não existe qualquer intervenção médica como episiotomia, uso de fórceps, indução com ocitocina sintética ou medicamentos para anestesia ou analgesia. 

 

CESÁREA: Neste tipo de parto é feita uma cirurgia, em que é feito um corte no abdômen da mulher para a retirada do bebê. A cesárea pode ser planejada quando a mãe escolhe a cirurgia ou quando existe alguma questão de saúde envolvida, que represente algum risco para o parto normal. A de emergência acontece quando ocorre algum imprevisto durante o parto normal, que pode colocar em risco a saúde da mãe e do bebê. 

 

PARTO NA ÁGUA: É um parto normal ou vaginal, geralmente feito em uma banheira ou piscina de plástico com água. Assim, a mãe dá à luz em um ambiente similar àquele em que o bebê se encontra dentro do útero. A água pode pode atenuar as dores e o cansaço do trabalho de parto.

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PARTO DE LÓTUS: Também está dentro do parto normal ou vaginal, mas o que o diferencia é que, após o nascimento do bebê o cordão umbilical não é cortado, permanece intacto e ligado à placenta, que não é descartada, até que se desprenda naturalmente do umbigo – o que ocorre geralmente uma semana depois do parto.

 

PARTO DE CÓCORAS: Neste tipo de parto o bebê também nasce via vaginal, ou seja, é um parto normal, porém a mãe fica agachada no momento do nascimento. Nesta posição a musculatura do abdômen e da pelve relaxam e a gravidade faz o seu trabalho, facilitando a saída do bebê. Neste caso não se pode aplicar anestesia. 

 

Quantos tipos novos de parto você conheceu neste post? Se gostou do conteúdo, compartilhe com quem você acreditar que pode se interessar!

 

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PLANO DE PARTO: O QUE É  E COMO FAZER?

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O plano de parto faz parte do parto humanizado e é um documento informal, porém super importante, em que está descrito tudo o que você gostaria que acontecesse, com você e com o bebê, durante o parto. Apesar de o parto humanizado ter ganhado popularidade apenas nos últimos anos, há muito ele é defendido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Tanto que uma das primeiras recomendações do seu guia “Assistência ao Parto Normal: Um Guia Prático” é, justamente, a elaboração de um plano de parto. Ele pode ser escrito em formato de carta e deve ser construído juntamente com o médico, ponto a ponto, considerando as suas condições de saúde e do bebê.

 

O plano de parto não se aplica apenas a partos normais, ele também é fundamental em partos em que a cesárea é necessária. Nele poderão ser definidos desde detalhes como iluminação da sala até os primeiros cuidados com o bebê. Seu plano de parto é uma grande ferramenta para que esta experiência tão única aconteça da maneira mais personalizada e acolhedora possível. Confira exemplos do que você pode registrar no seu plano, etapa a etapa.

 

NO TRABALHO DE PARTO

 

  • Em que momento você deseja que a internação seja feita;
  • Definição da temperatura e iluminação da sala;
  • Quem você quer que acompanhe o trabalho de parto;
  • Se você quer ou não receber ocitocina para acelerar o trabalho de parto;
  • Se você deseja ter liberdade para se movimentar durante o trabalho de parto;
  • Se você deseja poder alimentar-se e ingerir líquidos durante o trabalho de parto;
  • Se você deseja ou não tricotomia (raspagem dos pelos pubianos) e enema (lavagem intestinal);
  • Se você deseja ou não o rompimento artificial da bolsa amniótica.

 

NO PARTO

 

  • Se você deseja ser informada antes de receber anestesia ou qualquer outro medicamento;
  • Escolha da posição para a saída do bebê;
  • Quem cortará o cordão umbilical;
  • Se você deseja, ou não, a episiotomia;
  • Se você permite manobras para posicionar o bebê ou o uso de fórceps;
  • Em que momentos você deseja fazer força (conforme a vontade ou de forma guiada);
  • Se você deseja ter o bebê imediatamente no seu colo após o parto, em contato com a pele;
  • Se deseja liberdade para amamentar logo após o parto.

 

 

CUIDADOS COM O BEBÊ

 

  • Se você deseja que o bebê receba aspiração das vias aéreas;
  • Se você deseja que o bebê receba aspiração gástrica apenas sendo necessário;
  • Se você deseja que o bebê receba o colírio de nitrato de prata imediatamente;
  • Como você deseja que seja feita a administração de vitamina K injetável (pode ser no colo);
  • Como você deseja que seja feita a administração da vacina da hepatite B;
  • Quem deve acompanhar o bebê em caso de exames ou atendimento;
  • O momento em que você deseja que seja dado banho no bebê.

 

Depois de conhecer tantas possibilidades do seu plano de parto é importante lembrar que a equipe médica que assistirá você é que terá as condições de avaliar se o plano poderá ser seguido à risca ou se precisará ser alterado, em função de alguma intercorrência. Se isso acontecer, ainda assim, o plano de parto assegura que a equipe médica se comunique com você e informe sobre cada alteração, cada procedimento, cada decisão. 

 

Os profissionais estão sendo orientados, cada vez mais, a conhecer seu plano de parto e conversar com você sobre tudo o que vai sair do planejado. Isso, de alguma forma, mostra que você tem voz ativa e certa autonomia no processo, tornando a experiência do parto o mais personalizada e respeitosa possível. Converse com seu médico e elabore seu plano.

 

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Mitos sobre a Gestação

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Seja por sabedoria popular, transmitida ao longo de gerações, ou por informações que você pode ter acessado através de conhecidos, há uma longa relação de mitos sobre a gestação. Para comentar alguns deles convidamos o Dr. Gustavo Kröger (CRM 124.958/SP), médico ginecologista e obstetra, especializado em pré-natal de alto risco e tratamento para engravidar. Confira!

 

COMER BOLACHA ÁGUA E SAL ALIVIA O MAL-ESTAR E A SALIVAÇÃO

É verdade. Comer de 3 em 3 horas reduz a chance de náusea na gestação e a bolacha de água e sal é algo leve. Poderia ser um pedaço de fruta como maçã, pera, kiwi e morango, que são de digestão mais rápida. Sucos cítricos também ajudam, especialmente se forem gelados, e é sabido que mastigar gengibre e consumir frutas de sabor azedo também alivia as náuseas.

 

O FORMATO DA BARRIGA DA MÃE INDICA O SEXO DO BEBÊ

Mito. Antigamente dizia-se que barriga da mulher que esperava um menino seria mais pontuda e a da mãe de uma menina seria arredondada. A verdade é que a única maneira de descobrir é através de exames. O exame de sexagem fetal, com 99% de taxa de assertividade, pode ser feito a partir de 8 semanas de gestação. Já o ultrassom será mais assertivo a partir de 18 semanas.

 

BEBÊ GRANDE SÓ PODE NASCER DE CESARIANA

O Dr. Gustavo Kröger, não recomenda o parto normal quando o bebê pesa 4kg ou mais. Isso pensando nos possíveis riscos ao bebê e à mãe. Para o bebê grande existe o risco, por exemplo, de o seu ombro, após a saída da cabeça, ficar preso no canal de parto, o que pode causar uma fratura de clavícula. No caso da mãe, pode acontecer o rompimento de nervos do assoalho pélvico – o útero é um órgão muscular e elástico, mas os nervos não. Futuramente isso pode acarretar problemas como incontinência urinária ou útero caído. 

 

GRÁVIDAS NÃO PODEM TER CONTATO COM GATOS

Podem, sim. Na verdade o que as gestantes devem evitar é limpar a caixa de areia, por conta do risco de contrair toxoplasmose – doença que aumenta o risco de aborto e de malformação fetal. A toxoplasmose é causada por um protozoário do qual o gato é hospedeiro, por isso existe esta relação. No entanto, o contato com o gato, em si, não é o problema, mas se suas fezes ficarem por dois dias na caixa de areia o protozoário pode se desenvolver ali e, ao efetuar a limpeza, pode acontecer a contaminação. A recomendação é não tocar na caixa de areia, trocar a areia todos os dias e, se tiver de fazer a limpeza, utilizar sempre luvas.

 

GRÁVIDAS NÃO DEVEM USAR SABONETE OU HIDRATANTE NOS MAMILOS

Isso mesmo. O sabonete pode ressecar a pele e alguns hidratantes podem causar irritação. A pele nesta região é bastante sensível – podemos comparar à mucosa interior da boca -, por isso a recomendação geral é banho morno, rápido e com óleo de banho.

 

PELE DE GRÁVIDA MANCHA SE FICAR EXPOSTA AO SOL

Sim. Gestantes devem usar sempre protetor solar e não devem se expor ao sol. A alteração hormonal que acontece no corpo da mulher durante a gestação favorece a produção de melanina. Logo, se a mulher já tem tendência a criar manchas na pele o cuidado deve ser dobrado.

 

O PRIMEIRO TRIMESTRE DA GRAVIDEZ É O MAIS DELICADO

No primeiro trimestre, 20% das gestantes perdem o bebê. Nessa fase, os órgãos estão em formação, assim, é o que se chama de organogênese, então o feto está mais suscetível a qualquer perturbação como uso de medicamentos e interferência de radiação. 

 

GRÁVIDA NÃO PODE PINTAR O CABELO

Estudos já mostraram incidência de leucemia e linfomas em bebês quando as mãe utilizaram tinturas com amônia durante a gestação. Por isso a orientação do Dr. Gustavo Kröger é utilizar apenas tonalizante de henna, visto que não existem estudos realizados com tintas que garantam qualquer segurança.

O Dr. Gustavo fez um IGTV para o nosso Instagram contando um pouco sobre os Cuidados Estéticos na Gestação. Clique aqui para dar uma olhada.

 

GRÁVIDA NÃO DEVE TOMAR CAFÉ

Pode tomar, mas com moderação. A recomendação é, no máximo, de duas xícaras por dia. O café pode provocar incômodos no estômago, como gastrite e refluxo. Além disso, por causa da cafeína, provoca taquicardia na gestante e, por consequência, no bebê. Outras bebidas a serem consumidas com moderação são: chá mate, chá preto e refrigerantes a base de cola. 

  

GRÁVIDA NÃO PODE ANDAR DE AVIÃO

Pode. No entanto, há dois pontos importantes. O primeiro, segundo o Dr. Gustavo Kröger, é que antes de 14 semanas, na fase da organogênese, não é recomendado viajar. O segundo é uma restrição de muitas companhias aéreas: elas não autorizam a gestante a viajar após 24 semanas de gestação. Esta restrição está associada à viabilidade fetal – a capacidade do feto de sobreviver fora do útero – considerando alguma emergência a bordo.. Se você for fazer viagens longas, seja de carro ou de avião, o recomendado é movimentar-se um pouco a cada duas horas, para não aumentar os riscos de trombose.

Além disso, opte por roupas confortáveis, leves e que não dificultem seus movimentos (na nossa loja on-line há várias opções incríveis e confortáveis para todas as suas fases)

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Conheça mais sobre o trabalho do Dr. Gustavo Kröger seguindo-o no instagram (@dr.gustavokroger) e no site www.espacomae.com.br

 

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Incômodos Comuns na Gestação e como Aliviá-los

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O corpo da gestante passa por uma grande transformação para que seu bebê cresça e se desenvolva. Hormônios, aumento de peso, um novo centro de gravidade, tudo acontece ao mesmo tempo. Por isso, é normal perceber essas alterações e sentir os desconfortos decorrentes desse processo. 

Neste post, listamos alguns dos incômodos mais comuns durante a gravidez e algumas dicas de como aliviá-los. Mas, lembre-se, você deve consultar o seu médico sempre que a dor for persistente e muito desconfortável. É indispensável consultá-lo antes de tomar qualquer tipo de medicamento. 

 

DOR DE CABEÇA 

Pode acontecer por vários motivos, como alterações hormonais, cansaço, congestão nasal e baixos níveis de açúcar no sangue. Também é comum quando a barriga começa a aparecer, por conta das alterações posturais e da sobrecarga na coluna. No entanto, dor de cabeça na gravidez pode ter causas mais sérias. Por volta da 28ª semana, se a dor é na região da nuca ou aparece como uma forte pressão na testa, pode ser sintoma de pré-eclâmpsia, que exige atenção médica e tratamento. Confira algumas dicas de como tentar aliviar a dor naturalmente:

 

  • Tente descansar em um ambiente tranquilo, sem ruídos, no escuro ou com as luzes bem baixas;
  • Faça compressas de água fria na testa ou na nuca;
  • Procure fazer refeições leves, de 3 em 3 horas;
  • Faça uma automassagem suave no rosto, na região das têmporas, utilizando as pontas do dedos; 
  • Prepare um escalda-pés (se você tiver uma horta em casa, acrescente folhinhas de manjericão e alecrim).

 

DOR NAS COSTAS 

Com o aumento do tamanho da barriga o centro de gravidade da gestante muda e acontece uma alteração significativa na curvatura da coluna. Aí mora a razão do desconforto e das dores lombares durante a gestação. Alguns cuidados e hábitos podem amenizar esse incômodo:

  • Experimente Fisioterapia, Pilates,  RPG ou Yoga para equilibrar a postura, sempre assessorada de perto por um profissional qualificado e atento às suas particularidades;
  • Evite ficar muito tempo em pé e movimente-se regularmente;
  • Faça compressas de água morna nas costas;
  • Faça, e peça, massagens leves das costas;
  • Use um sutiã apropriado para sustentar o peso dos seios – eles vão crescer e pesar mais, causando uma sobrecarga na coluna). Clique aqui para conferir os modelos disponíveis na A Gestante. 

 

NÁUSEA 

Pode ser um problema, principalmente, nas primeiras horas da manhã. O origem principal deste desconforto é o aumento dos níveis do hormônio da gravidez (HCG) e da Progesterona. Algumas dicas podem ajudar você a reduzir essa indisposição:

 

  • Deixe alimentos saudáveis na sua mesa de cabeceira para comer antes de se levantar e ajudar a elevar o nível de açúcar no sangue;
  • Não passe muitas horas de estômago vazio, isso aumenta a produção de ácidos no estômago;
  • Coma pequenas porções de alimentos e ao decorrer de todo dia;
  • Evite frituras e prefira alimentos cozidos, assados ou grelhados.

 

QUEIMAÇÃO e AZIA 

Causada pelas alterações hormonais e também pela compressão do sistema gástrico, a queimação pode ser aliviada evitando alguns alimentos e com outros cuidados. Confira abaixo algumas dicas:

 

  • Coma várias vezes ao dia e em quantidades menores;
  • Evite deitar logo após refeições;
  • No caso de mulheres que possuem refluxo elevar a cabeceira da cama pode ajudar;
  • Evitar frituras, bebidas com gás, condimentos, chocolate e café.

 

AUTOESTIMA 

Sim, listamos a questão da autoestima aqui porque pode ser um incômodo importante. Para além dos sintomas físicos que descrevemos acima, temos de considerar aqui a instabilidade emocional decorrente de todas as transformações que estão acontecendo no corpo e no emocional da gestante.

Neste caso a recomendação é: olhe para você mesma com carinho, acolhimento, paciência e compaixão. Por mais subjetivo que isso possa parecer, a ideia é você procurar perceber, olhando para si mesma, todo o processo que está acontecendo e trazer um olhar de gentileza e de autocuidado para você mesma. 

Investir em roupas que te façam sentir mais confortável e, ao mesmo tempo, mais bonita, é um exemplo de autocuidado que pode fazer a diferença! Na nossa loja online você encontra tudo para a sua gestação. Clique aqui e confira. 

 

Lembre-se há uma grande mudança acontecendo, em vários sentidos, e é normal que você se sinta instável, confusa, com desconfortos físicos e até com a sua autoestima abalada. Não se cobre tanto, não se exija tanto. Neste período, mais do que nunca, procure quem e o que te faz bem! |

 

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5 mudanças no corpo da gestante a cada trimestre

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Gestar uma vida é uma missão grandiosa! O corpo da gestante se transforma para garantir o desenvolvimento perfeito do seu bebê. Confira as principais mudanças que acontecem a cada trimestre.

PRIMEIRO TRIMESTRE

1 Seios aumentados e sensíveis: nesta etapa os seios crescem e podem ficar inchados, sensíveis, doloridos e gerar uma sensação de formigamento, por conta do aumento da circulação de sangue. Nesta fase também acontece a alteração de cor na aréola, região que envolve o mamilo, que fica mais escura.

2 Barriguinha: a partir de 12 semanas o útero sai da pelve e a futura mamãe já pode começar a perceber a formação da barriguinha.

3 Enjoos e desejo: parece mentira que os dois aconteçam juntos, não é? No primeiro trimestre costumam aparecer os famosos enjoos de grávida junto com o desejo por alimentos ou sabores específicos. Acredite, até mesmo aquele prato do qual você não conseguia nem sentir o cheiro pode virar objeto de desejo.

4 Cansaço e sono: por causa das alterações hormonais é comum as gestantes sentirem muito sono e fadiga. Não se assuste se nesta etapa seu lugar favorito no planeta for a sua cama!

5 Constante vontade de urinar e aumento dos gases intestinais: estes sintomas também são decorrentes das alterações hormonais, leia-se progesterona, no corpo da futura mamãe. Intestino preso algo é comum neste estágio.

SEGUNDO TRIMESTRE

1 Aumento de Peso: é normal um ganho de peso de 5 a 7 quilos nesta fase, que é quando o bebê termina completamente a sua formação, exigindo bastante da mamãe. Pode haver mudança no formato do rosto e inchaço da face. A barriga fica mais cheia e a cintura mais grossa.

2 Pele: ao final deste trimestre pode aparecer a famosa Linha Nigra, aquela linha escura vertical, que divide a barriga. Ela surge devido à sensibilidade da gestante a um hormônio relacionado à pigmentação. Essa sensibilidade também pode provocar cloasmas – manchas no rosto.

3 Sono: a insônia pode ser um problema, que pode levar à dificuldade de concentração. Muitas gestantes reclamam de desatenção nesta fase.

4 Pressão: o metabolismo acelerado eleva a frequência cardíaca em, aproximadamente, 20%, podendo provocar queda da pressão. Você pode ter dores de cabeça, sonolência, tonturas e desmaios.

5 Barriga e crescimento do útero: No final do quarto mês, a barriga começa a delinear-se logo abaixo do estômago. Com a expansão do útero, outros órgãos são pressionados e até deslocados. Você pode sentir prisão de ventre, a digestão mais lenta e falta de ar.

TERCEIRO TRIMESTRE

1 Costas: com o crescimento do bebê, a barriga fica cada vez maior, podendo levar a dores nas costas, especialmente na região lombar.

2 Inchaço nas pernas e pés: o aumento de peso na zona abdominal sobrecarrega as pernas e aumenta a pressão nessa zona, levando ao inchaço.

3 Pressão na bexiga: O tamanho e o peso do bebê fazem pressão na bexiga, levando à vontade de urinar com bastante frequência.

4 Colostro: Os seios voltam a crescer e pode acontecer a eliminação do colostro, o leite produzido nos primeiros dias de amamentação.

5 Digestão lenta e prisão de ventre: com o bebê engordando e fazendo mais e mais pressão, a prisão de ventre pode se agravar e a digestão fica mais lenta.

 

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