Perda Gestacional e Neonatal: um luto que jamais deve ser subestimado

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Apesar de ser uma das únicas certezas que temos na vida, a morte é um assunto muito complexo de se lidar, tanto a nível pessoal quanto em sociedade. Se é difícil falar sobre o luto causado pela perda de uma pessoa querida, que partiu precocemente, é ainda mais complexo abordar o luto pela perda gestacional ou neonatal.

 

Falar sobre luto gestacional ou neonatal é falar de morte em um momento que seria de celebrar uma vida. Por isso é um dos lutos mais complexos e de menor validação social

 

O luto por essas perdas vem acompanhado de um desafio importante que é a falta de espaço da sociedade para expressar a dor. É um luto não reconhecido o que torna ainda mais difícil para os pais superá-lo. Quando se tem espaço para expressar a dor, a tristeza, a raiva, a frustração fica mais fácil ressignificar os acontecimentos traumáticos em nossas vidas. Só quem perde um bebê e encontra esse espaço consegue elaborar o luto.

 

Desde o momento em que o bebê está na barriga, vínculos estão sendo construídos, não só com a mãe, mas com todos aqueles que estão envolvidos na espera dessa vida que está por chegar.

 

Se você conhece uma mãe e um pai que estão sofrendo com essa perda tão difícil, acolha, escute, pergunte o que você pode fazer para confortá-los e, o principal, procure saber do que eles precisam.

 

Pense que ali estão uma mãe e um pai que tiveram uma vida inteira tirada de seus braços, um relacionamento com seu bebê que sofreu uma ruptura repentina e que tiveram sonhos arrancados da sua vida de uma hora para outra. Ofereça seu afago, seu carinho, seu melhor.

 

E se você é uma mãe ou um pai que sofreu com a perda gestacional ou neonatal, deixe seu comentário sobre a sua experiência. Uma mãe ou um pai passando por esse momento pode ler e sentir-se acolhido.

 

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5 curiosidades sobre bebês recém-nascidos

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Que a maternidade é um universo de novas experiências você já deve imaginar, futura mamãe. Dentre tantas novidades que você vai viver e experimentar assim que você tiver seu bebê nos braços, escolhemos trazer no post de hoje cinco curiosidades sobre os recém-nascidos que talvez você ainda não saiba!

 

  1. Choro sem lágrimas

Pode reparar, os bebês choram, e choram alto, ficam vermelhinhos de tanto chorar mas não escorre uma única lágrima. Isso acontece porque logo após o nascimento o bebê ainda não produz lágrimas. Não se sabe ao certo o exato motivo disso, mas acredita-se que seja porque os ductos lacrimais dos pequenos ainda não estão abertos. E mais: se você prestar atenção aos tipos de choro do bebê ao longo do dia, perceberá que são diferentes — variam em intensidade, duração e timbre. Existe um choro diferente para cada situação. O choro é a expressão mais genuína de comunicação dos bebês.

 

  1. Só têm olhos para a mamãe

Já ouviu falar que o recém-nascido só tem olhos para a mamãe? É literalmente isso! Durante as primeiras semanas de vida, os bebês ainda têm a visão muito limitada e imprecisa e é por isso que o rosto da mãe, que eles enxergam bem de pertinho por mais tempo, durante a amamentação, é a visão mais interessante de todas. Nessa fase, eles só enxergam a uma distância de 30 cm e não distinguem as cores muito  bem.

 

  1. Dorminhocos

Os recém-nascidos dormem, em média, 16 horas por dia e o sono é muito importante para o seu desenvolvimento. Enquanto dormem, o hormônio do crescimento é liberado, bem como substâncias que regulam o apetite e proteínas importantes para a ativação dos linfócitos, que compõem seu sistema imunológico 

 

  1. Estômago pequenino

No recém-nascido ele é do tamanho de uma avelã! Já pensou? Por isso mamam a toda hora. A livre demanda na amamentação deve ser respeitada, especialmente neste primeiro momento.

 

  1. Olhos gigantes 

Os globos oculares do recém-nascido já têm 75% do tamanho dos de um adulto! Por isso temos a impressão de que eles possuem olhos enormes na proporção do seu corpinho pequenino.

 

 

Essas curiosidades são novidades para você? Aproveita e envia este post para aquela amiga que vai curtir saber também! E, lembra: na nossa loja online temos tudo para a sua gestação, pós-parto, amamentação e para fazer a mala da maternidade completa! 

 

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5 livros interessantes para ler durante a gestação

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Existem vários títulos publicados sobre gestação e maternidade – e a cada dia há novos livros lançados. Neste post, fizemos uma seleção de livros com temas variados, que abordam desde aspectos do parto até questões mais profundas sobre a maternidade. Também tem um pouco de diversão, humor leveza e muita reflexão. Confira abaixo uma sugestão de 5 títulos para você ler durante a gestação.

 

1. Maternidade e o encontro com a própria sombra (Laura Gutman): Neste livro, a psicoterapeuta Laura Gutman explica os sentimentos conflitantes na realidade de uma parturiente, trazendo orientações sobre as fases pré e pós-parto. “A maternidade e o encontro com a própria sombra” é uma obra valiosa para mulheres que precisam e desejam entender suas emoções durante o puerpério e pós-parto e também superar traumas e inseguranças, que podem ter consequências na vida de um filho. Laura Gutman conduz a leitora por uma jornada rumo ao autoconhecimento e ao amadurecimento e proporciona um momento de reflexão sobre a responsabilidade de educar e amar

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 2. Parto Ativo (Janet Balaskas): O livro traz informações sobre o parto natural. A autora é instrutora de yoga para o parto, Fundou o Centro de Parto Ativo em Londres, na Inglaterra, e foi a precursora do Movimento pelo Parto Ativo, iniciado ao final da década de 1970. Ela explica o que é o parto ativo e humanizado, a fisiologia do processo e dá dicas de como gestantes de diferentes realidades podem se preparar para o nascimento do bebê, com o mínimo possível de intervenções obstétricas. Também traz ainda exercícios que ajudam a fortalecer os músculos do assoalho pélvico, essenciais para o trabalho de parto natural.

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3. Mãe fora da caixa (Thaís Vilarinho): Este é um livro de relatos de vivências maternas. Os textos de Thaís Vilarinho acalentam e fortalecem as mulheres, recém-mães. Uma leitora o define como “um abraço de cura”. Nele, as mães se sentem representadas e acolhidas nos desafios e nas doçuras da maternidade. 

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4. O livro que você gostaria que seus pais tivessem lido (Philippa Perry): A psicoterapeuta Philippa Perry revela o que realmente importa e quais comportamentos evitar. Todos os pais querem que seus filhos sejam felizes, sem errar na educação. Mas como atingir esses objetivos? Em vez de mapear um plano “perfeito”, Philippa Perry oferece um olhar geral sobre como desenvolver relacionamentos de qualidade.

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5. A coragem de ser imperfeito (Brené Brown): Este é um livro indicado para qualquer momento da vida, e nos parece perfeito para as futuras mamães. Para aliviar a pressão da busca pela perfeição, este livro mostra como aceitar a própria vulnerabilidade, vencer a vergonha e ousar ser quem se é. Brené Brown ousou tocar em assuntos que costumam ser evitados por causarem grande desconforto. Sua palestra a respeito de vulnerabilidade, medo, vergonha e imperfeição já teve mais de 25 milhões de visualizações no YouTube.

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Chegou a hora do parto: os 4 sinais mais importantes

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por Dra. Lígia Santos

 

Não importa se você é mãe de primeira ou se já é a décima viagem. Cada parto é uma história diferente! Cada ser humano é único desde a concepção. 

 

A forma de chutar, o local onde mais gosta de se acomodar no ventre materno, os sintomas associados à gravidez como enjoos, sono, cansaço ou dores, tudo isso é muito diferente a cada gravidez. Daí a dificuldade, também, em sabermos quando é que chegou a hora de ir à maternidade, casa de parto ou de chamar a equipe responsável quando a decisão é ter o bebê em casa.

 

Mães de primeira viagem tendem a sofrer muito mais, pois ainda não têm a menor ideia de quais são os próximos passos e, mesmo buscando informações sobre o assunto, muitas vezes ficamos confusas sobre o que estamos realmente sentindo. Para tentar esclarecer um pouco mais esse assunto, vamos falar de quatro sinais importantes que estão associados ao momento do parto.

 

  1. Contrações Uterinas

 

A forma exata como o trabalho de parto se inicia ainda é um mistério. Sabemos que de alguma forma o feto inicia esse processo, indicando para o corpo da mãe que ele está pronto para nascer. Entretanto, antes disso, o corpo da mulher já começa a se preparar para o momento do parto.  Sendo assim, durante a gestação acontecem as famosas “contrações de treinamento” ou, cientificamente falando, contrações de Braxton-Hicks, que são contrações mais leves e não estão associadas ao trabalho de parto propriamente dito.

 

Mas, afinal de contas, o que são contrações? As contrações são movimentos temporários de “encolhimento” da musculatura uterina. Eles podem ocorrer durante a gestação e possuem intensidades variadas, causando certo desconforto ou dor na mãe. Em geral, as contrações de treinamento são breves e não muito dolorosas podendo estar associadas inclusive à  movimentação fetal. 

 

Quando entramos em trabalho de parto, essas contrações tornam-se cada vez mais intensas e mais próximas umas das outras. Então, quando você estiver sentindo contrações com cerca de 40 segundos de duração a cada 5 minutos – pode contar no relógio que dá certinho – significa que seu trabalho de parto começou. A partir daí dentro de algumas horinhas você vai estar com seu(s) bebezinho(s) no colo!

 

  1. Perda de líquido via vaginal

 

Esse também é um outro sinal que confunde muita gente. Como é que eu tenho certeza que a bolsa estourou? Bem, o volume de líquido amniótico varia de acordo com a idade gestacional, mas quando pensamos em um feto de termo (a partir da 37° semana), esse volume está por volta de 800 ml

Portanto, se sua bolsa romper você vai perceber a saída de uma grande quantidade de líquido claro, com odor característico. Algumas pessoas consideram semelhante a água sanitária, mas tem gente que não sente cheiro algum. 

 

De qualquer forma, o volume de líquido é o que interessa e fica muito difícil de confundir porque sai tanto líquido que sua roupa, chão, cama ou qualquer local que estiver sentada vão ficar encharcados. 

 

É importante que você procure um hospital ou entre em contato com a equipe que vai te assistir durante o parto para que eles verifiquem se está tudo bem com seu bebê. Algumas vezes, a bolsa se rompe e ainda demora várias horas ou até mesmo dias para que o trabalho de parto se inicie (especialmente em prematuros) e isso pode fazer com que aumente muito a chance de ocorrer infecções graves que podem comprometer a sua saúde e a saúde do seu bebê. Por fim, se você fez o exame de pesquisa de Streptococcos agalatiae é muito importante o uso de antibióticos o mais cedo possível.

 

  1. Sangramento

 

Toda grávida fica apavorada quando percebe algum tipo de sangramento, mas nem todo sangramento é sinal de riscos em relação à gravidez. Quando o colo começa a dilatar durante o trabalho de parto pode ocorrer sangramento vaginal em pequena quantidade, geralmente sangue vermelho vivo. 

 

Agora, se você começar a sangrar como se estivesse menstruada, em grande quantidade corra para o hospital. Isso pode ser sinal de problemas muito graves como o descolamento de placenta, por exemplo, e podem levar à morte fetal e materna em poucos minutos dependendo do volume.

 

De qualquer maneira, sangramentos durante a gestação não podem ser ignorados. Sempre que perceber sangramento, vá ao hospital para verificar se está tudo bem.

 

  1. Parada ou diminuição da movimentação fetal

 

Este é o último importante sinal de parto que vamos abordar. Bebês próximos do nascimento se comportam da mesma forma que recém nascidos: dormem, se movimentam um pouco e voltam a dormir. Geralmente eles mantêm essa rotina a cada 3 ou 4 horas. 

 

No final da gestação, por causa do espaço mais limitado, existe uma relativa diminuição da movimentação fetal, mas o bebê não para de mexer. Então, se seu bebê permanecer mais que 4 horas sem se movimentar, alimente-se (com algo doce de preferência) e deite-se com uma das mãos sobre a barriga para verificar melhor quantas vezes o bebê vai se movimentar. O normal é que ele se mexa seis vezes dentro de uma hora. Se a movimentação não ocorrer ou for menor do que isso, entre em contato com seu médico ou procure um hospital próximo. 

            

 

 

imagem-autora-Dra-Lígia-SantosDra. Lígia Santos é ginecologista e obstetra, colaboradora do blog A Gestante. Atua também nas áreas de sexualidade, hormonioterapia e fitoterapia. Acompanhe mais sobre seu trabalho através do Instagram @draligiasantosgineco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Afinal, o que é a humanização da gestação e do parto?

 

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Por Michelle Almeida

 

Talvez você já tenha ouvido falar sobre esse tema, mas, às vezes, de forma superficial e não tenha entendido o quão importante e profundo ele é. Quando falamos de humanização da gestação e do parto, as palavras chaves são: protagonismo da mulher. Ou seja, é seu direito ter as suas decisões respeitadas, pois você é o centro nesse processo.

 

Quando se trata do seu corpo, da sua vida e do seu bebê, é sua prerrogativa ser ouvida, ter o poder de fazer as escolhas que mais lhe deixarem seguras e também ser acolhida de uma forma que seja respeitosa.

 

Com esse entendimento, a Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde e diversos profissionais de assistência perinatal, já há alguns anos, têm buscado atualizar o sistema de saúde para que você tenha a oportunidade de acessar esse tipo de tratamento. Mas mesmo assim, muitas mulheres ainda não têm conhecimento sobre o tema.

 

A humanização não tem a ver com parto domiciliar na água no escuro, como muitas pessoas confundem (eu escuto essa comparação quase que semanalmente) e, sim, com uma série de garantias para a mulher no ciclo gravídico puerperal, como acesso à informação de qualidade, atualizada e baseada em pesquisa e estudos comprovados.

 

A informação adequada, é crucial nesse processo e vai lhe permitir ter conhecimento e poder de decisão. Entender como o seu corpo funciona e quais são os seus direitos vai lhe possibilitar refletir sobre o que você deseja para você e o seu bebê, além de auxiliar a sua rede de apoio a participar dessas escolhas, fazendo com que elas sejam respeitadas. 

 

Ou seja, independe da via, local de parto ou equipe de assistência de saúde, você pode e deve ter acesso a uma gestação e um parto humanizados, que incluem, por exemplo, um pré-natal bem feito, em que os detalhes são explicados, em que você pode tirar todas as suas dúvidas, em que você é informada de todas as questões relevantes sobre a sua saúde e do seu bebê, em que o seu corpo e o funcionamento dele são respeitados e valorizados, em que a maturidade do bebê para nascer é considerada ou um parto em que os seus direitos legais são garantidos, como ter a presença de um acompanhante, se desejar, ter contato com o seu bebê assim que ele nasce, não sofrer procedimentos humilhantes, desnecessários e inconvenientes e muito mais. 

 

Por isso, busque informação, converse com a sua rede de apoio e os profissionais que estão cuidando de você até que você se sinta tranquila e segura. Isso fará total diferença para um parto amoroso, respeitoso e saudável.

 

Vamos falar mais sobre isso aqui. Mas quero deixar claro, já, agora, que você tem dentro de você tudo o que precisa para gestar o seu beber e trazer ele ao mundo.

 

 

Michelle Almimagem-autora-michelle-almeida-villa-mattereida, da Villa Matter, é colaboradora da A Gestante e escreve mensalmente no blog. Acompanhe mais sobre o trabalho dela visitando o site da Villa Mater  e no perfil do instagram @villa_mater.

 

 

 

 

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O que comprar nos primeiros meses de vida do bebê

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Está aí um assunto sobre o qual todo mundo adora dar pitacos. É ou não é? Se pesquisar no Google, então, você vai encontrar centenas de checklists para fazer o enxoval do seu bebê

 

Neste post resumimos itens que consideramos básicos nos primeiros meses de vida do seu bebê. Mas, lembre-se: para cada enxoval é preciso levar em consideração o seu estilo de vida e detalhes como a estação do ano em que o bebê vai nascer. Aproveite essas informações e personalize de acordo com as suas necessidades.

 

  1. ROUPAS: Itens de primeira necessidade primeiro! Fizemos uma seleção básica de peças, separadas de acordo com o crescimento do bebê: RN e 1 a 3 meses

 

RN

4 Bodies sem manga

6 Bodies de manga curta

6 Bodies de manga longa

6 Macacões de algodão

6 Macacões Plush ou de Linha 

1 Casaquinho

6 Calças

1 Saída de maternidade

2 Toucas

4 Luvas

6 Pares de meia

 

1-3 MESES

4 Bodies sem manga

6 Bodies de manga curta

6 Bodies de manga longa

6 Macacões de algodão

6 Macacões Plush ou de Linha 

1 Casaquinho

6 Calças

2 Toucas

4 Luvas

6 Pares de meia

 

  1. ITENS DE PASSEIO: Para aquela voltinha básica ou para uma escapada mais longa com seu bebê, estes são os itens que podem estar na sua lista de enxoval.

 

1 Carrinho

1 Bebê conforto

1 Base para bebê conforto

1 Colchonete para carrinho

1 Travesseiro antissufocante ou antirrefluxo

3 Jogos de lençol para carrinho (elástico, virol e fronha)

1 Capa de chuva para carrinho

1 Mochila ou bolsa do bebê e da mamãe

1 Trocador avulso

1 Saco para roupas sujas

1 Frasqueira para tens higiene

1 Canguru/Sling

1 Protetor solar para o carro

1 Espelho retrovisor para carro

 

  1. PARA A ALIMENTAÇÃO: itens e acessórios que vão facilitar esses momentos tão importantes e deliciosos na vida do seu bebê. 

 

1 Conjunto de mamadeiras

1 esterilizador de mamadeiras

1 Kit de escovas para limpeza

1 Kit porta leite em pó

1 Kit de potes para congelar leite

1 Bombinha para leite

1 Kit de potes para papinhas

1 Kit de colheres de silicone

1 Porta frutinhas

1 Jogo de pratinhos

1 Copo de transição

2 Bicos extras para mamadeira por idade

6 Babadores

1 Cadeirão

 

  1. HORA DO BANHO: O que seu bebê vai precisar para esse momento cheiroso do dia? 

 

1 Banheira

1 Suporte para banheira

1 Assento para banho

1 Trocador

1 Almofada para banho

1 Termômetro de banho

6 Toalhões fralda

3 Toalhas com capuz

2 Kits de brinquedos para banho 

1 Ofurô

 

Este conteúdo é parte de um e-book super completo que fizemos com a ajuda da baby planner Nathalia Tortorelli, da Studio Mommy

 

A proposta é ajudar você a se preparar para a chegada do seu bebê e prever tudo o que será necessário para os seus cuidados no primeiro ano de vida. Criamos checklists de todos os itens que ele vai precisar, agrupados por assunto. Você pode imprimir as listas para não esquecer de nada na hora de providenciar o enxoval. Clique aqui para baixar o seu!

 

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Gestação e puerpério em tempos de COVID-19: o que você precisa saber

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Desde o início da pandemia foram identificados grupos de risco, especialmente vulneráveis à infecção, como idosos e pessoas com comorbidades. No momento atual, o Ministério da Saúde orienta que gestantes e puérperas até o 14º dia de pós-parto devem ser consideradas grupos de risco para COVID-19.

 

Neste post, reunimos algumas das informações mais relevantes contidas nesta cartilha de recomendações para gestantes e puérperas frente à pandemia da COVID-19. Confira! Informação é o primeiro passo para a prevenção. 

 

 

FORMAS DE TRANSMISSÃO

Contato Direto: ocorre através das secreções respiratórias (tosse, espirro, fala ou canto, saliva) expelidas pelo indivíduo infectado.

 

Contato Indireto: ocorre quando o indivíduo toca objetos ou superfícies contaminadas por secreções respiratórias e logo em seguida, leva para o rosto, boca, nariz ou olhos.

 

Materno-Fetal: evidências sugerem que a transmissão da mãe para o feto pode acontecer, apesar de ser rara. Pode ocorrer por via transplacentária ou durante o parto. A maioria dos recém-nascidos de mães infectadas é assintomático.

 

RECOMENDAÇÕES: MEDIDAS GERAIS

Pré-natal: é essencial para garantir a saúde da gestante e do bebê e deve ser mantido, podendo haver espaçamento entre as consultas.

 

Vacinas: as vacinas do calendário normal de vacinação devem ser tomadas regularmente e os exames de rotina do pré-natal realizados.

 

Proteção: ao encaminhar-se aos serviços de saúde, a gestante ou puérpera deverá estar usando máscara.

 

Máscara: para que ela seja eficiente na proteção, use-a corretamente, cobrindo completamente a boca e o nariz. Prefira o modelo PFF2, que oferece proteção muito maior que as de tecido. Você encontra em lojas de materiais de construção, tintas ou em lojas de produtos hospitalares – em farmácia é difícil de encontrar.

 

AMAMENTAÇÃO

O aleitamento materno tem importância direta na saúde e bem-estar da criança nos primeiros anos de vida. Dê preferência ao aleitamento natural, principalmente em tempos de pandemia. A amamentação é segura, não transmite e deve ser mantida. 

 

 

INTERNAÇÃO PARA O PARTO

- A infecção por COVID-19 não é, por si só, indicação de parto cesário. O tipo de parto deve levar em consideração o que seria melhor para a mãe e para o bebê.

- A prática do parto na água (banheira) deve ser evitada nas mulheres com suspeita ou confirmação de COVID-19, devido ao potencial risco de infecção via fezes.

- Durante o período da pandemia recomenda-se testar as gestantes durante o internamento hospitalar, mesmo que assintomáticas, na intenção de intensificar o monitoramento.

 

Mais informações você pode ler nesta cartilha.

 

E lembre-se: cuidar de você, inclusive da sua autoestima, faz parte de uma rotina saudável de autocuidado. Ame-se ainda mais nesses tempos difíceis e desfrute de cada dia dessa experiência maravilhosa que é gestar.  Para dar aquele up no visual e curtir o momento de vestir durante essa fase, conte com A Gestante!

 

 

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Amamentação: Mitos e Verdades

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Créditos da Foto: Enf. Elayne Rangel e sua filha, Valentina.

 

Por Elayne Rangel

 

Quando conversamos sobre amamentação, sempre surgem aqueles conselhos sobre o que fazer – o que aconteceu comigo ou com uma conhecida minha. No entanto, o que nessas trocas de experiências são verdades ou são mitos? Neste post, vamos desmistificar algumas das falas que estão no dia a dia das mães e das gestantes.

 

A primeira delas é sobre a alimentação da mãe. Ela interfere ou não na produção e na qualidade do leite. Interfere, é verdade! O recomendado é que a mãe tenha a alimentação mais saudável que puder. O leite materno tem suas composições próprias de alimento vivo, mas em conjunto com a alimentação da mãe o leite materno se potencializa e agrega sua composição

A alimentação da mãe interfere até mesmo no sabor, na cor e no odor do leite. O recomendado é que a mãe siga um cardápio variado e saudável, sem produtos industrializados

 

Outra grande questão é se existe leite fraco ou não. É um grande mito, talvez o maior na amamentação. O leite materno contém todos os nutrientes necessários para um crescimento saudável do bebê. Se existe uma causa para a sua insegurança, é importante buscar o auxílio de um profissional de saúde capacitado, pois, na pega errada, por exemplo, pode estar a resposta do choro ou do não ganho de peso adequado do seu bebê, além de outros fatores.

 

Outro grande mito é que a fórmula artificial é igual ao leite materno. O leite materno é singular, é um alimento vivo. Você sabia que o colostro, aquele primeiro leite que sai nos primeiros dias de vida do seu bebê, pode ser considerado a primeira vacina dele, devido à quantidade de fatores de proteção? 

Pois é, tudo que uma mãe criou de imunidade ao longo da vida ela transfere para o seu bebê através da amamentação nesses primeiros dias, em uma quantidade infinitamente superior aos dias posteriores. O leite materno é um alimento especialmente personalizado para cada momento da vida de um bebê, cada mãe produz o leite específico de acordo com a idade.

O leite artificial tem propriedades que alimentam e nutrem o bebê, sim. E que bom que ele existe, mas não se pode comparar ao leite materno. E, importante, lembre-se de usá-lo somente com orientação médica.

 

Seguindo a mesma linha, outro mito bastante reforçado é sobre o bebê ter horário para mamar. Não há uma regra, pois varia conforme o bebê. A recomendação é que a mãe ofereça o peito em “livre demanda“, buscando reconhecer os sinais de fome do seu bebê. Trabalhar com limites de horário pode ser um problema, pois cada criança mama por fome, por sede, por necessidade de aconchego, por vínculo. 

Com o passar das semanas, eles vão criando seu próprio horário e ritmo de alimentação e é comum querer mamar a cada duas ou três horas. É importante que a mãe não restrinja a amamentação caso o bebê solicite em um intervalo menor. O crescimento e o desenvolvimento do seu bebê é a melhor resposta para o padrão que vocês estão estabelecendo.

 

Então, mamães e papais, o importante na amamentação é sempre ter a avaliação de um profissional. Com a certeza da pega correta eliminamos muitas possibilidades de baixa ingestão de leite materno, perda de peso por mamadas ineficientes ou problemas como baixa produção de leite por falta de estímulo frequente e correto. 

 

A certeza do processo garantirá, também, a sua tranquilidade de que o seu bebê está bem alimentado. Com isso, ambos descansam e seguem seu processo de amamentação sem medos ou inseguranças. 

 

Existem outros mitos? Sim, vários outros, mas o conselho que te dou é: em caso de dúvidas, busque apoio. Assim você poderá viver uma história de amamentação diferente de muitas outras que conhece.

 

Fabiola-Schmidt

Elayne Rangel é enfermeira, consultora de amamentação, laserterapeuta, servidora da Secretaria de Saúde do Distrito Federal e membro da Rede Brasileira de Bancos de Leite do Brasil. Confira mais dicas sobre o mundo da amamentação e da parentalidade no seu perfil no instagram @enfermeiraelaynerangel.

 

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O mito do instinto materno

 

 

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Por Michelle Almeida, da Villa Mater

 

A descoberta da gestação é sempre um evento surpreendente, mesmo para aquelas mulheres que sonham há anos em ser mãe. A gestação é um processo de mudanças muito intensas, capazes de nos transformar por completo em poucos meses. 

São mudanças físicas e emocionais, que mexem com a nossa natureza e com as nossas convicções mais profundas. Por isso, é muito comum sentir-se confusa, perdida, anestesiada e, até mesmo, despreparada. 

Entretanto, o imaginário social nos leva para outra expectativa. Você já ouviu a frase “Quando nasce um bebê, nasce uma mãe”? É isso que as pessoas imaginam, que as mulheres vão engravidar e, automaticamente, toda a sabedoria da maternidade passará a integrá-las, como algo inerente ao ser feminino

Mas, na minha opinião, para essa frase ficar perfeita, é necessário incluir o termo “aos poucos”.  Sim, quando nasce um bebê, nasce uma mãe da mesma idade, por isso é necessário tempo, contato, vivência, prática, erros, acertos, testes e aprendizados. Só assim, essa mãe vai conseguir estar tão conectada com esse bebê a ponto de, enfim, desenvolver o seu instinto materno.

O vínculo da mãe com o bebê nem sempre vai ser algo imediato e você, como mãe, deve saber que está tudo bem se você precisar de um pouco mais de tempo para conhecer e entender seus filhos. Afinal de contas, são no máximo 9 meses para dominar o medo do novo e do desconhecido, o receio em relação às mudanças que podem ocorrer na sua vida pessoal e profissional, as mudanças físicas e emocionais que os hormônios causam em você, planejar e preparar tudo para uma nova vida que está chegando e que dependerá da sua e outras preocupações mais. 

Ufa! É claro que você não precisa dar conta de tudo isso em tão pouco tempo! Nem deve! Uma das coisas que a gente aprende com o maternar é que é humanamente impossível dar conta de tudo. Entender isso deixará você livre de qualquer pressão que possa gerar ansiedade ou da necessidade de corresponder a um padrão que lhe causaria sofrimento e não te faria uma mãe melhor, muito pelo contrário. 

Por isso, procure não se preocupar tanto sobre como as coisas serão e, sim, sobre como elas estão sendo agora. Curta a sua gestação observando com calma cada mudança no seu corpo, converse com seu bebê sobre como está se sentindo com a chegada dele. Pode ser franca, ele te entenderá. Nesse momento e por alguns anos, vocês serão uma coisa só. 

Crie momentos de pausa no seu dia, independente do que esteja acontecendo ao seu redor, e conecte-se com o seu bebê, seja na sua barriga ou após o seu nascimento. Nunca é tarde para realizar esse exercício. Aos poucos, essa relação irá se fortalecer e você será a mãe que tanto desejou ser, a melhor mãe que os seus filhos poderiam ter. 

 

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Michelle Almeida, da Villa Matter, é colaboradora da A Gestante e escreve mensalmente no blog. Acompanhe mais sobre o trabalho dela visitando o site da Villa Mater  e no perfil do instagram @villa_mater.

 

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12 motivos pelos quais bebês acordam com frequência à noite

 

 

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Por Danielle Cogo

 

Seu bebê não dorme bem à noite? Saiba que existem vários motivos para isso. Confira algumas das razões possíveis para entender um pouco mais sobre essa fase tão desafiadora.

 

  1. Idade: o número de horas de sono varia com a idade e com o ritmo biológico individual. Ou seja, às vezes cometemos um erro achando que todos devem ter a mesma quantidade de horas de sono. Quando passamos a conhecer e a respeitar as necessidades de cada bebê, eles tendem a dormir melhor. Querer inserir o bebê na rotina de sono de um adulto é um erro.
  2. Ritmo circadiano: popularmente conhecido como relógio biológico, o ritmo circadiano depende de pistas temporais para determinar a liberação de hormônios e de substâncias relacionadas ao sono. Entre elas estão a exposição ao sol, a prática de atividade física e os horários de alimentação.
  3. Fome: um bebê com fome vai lutar para dormir. Certifique-se de que o bebê está se alimentando bem e recebendo todas as calorias necessárias durante o dia. Assim, o corpo não vai pedir essas calorias durante a noite.
  4. Razões médicas: O bebê pode estar sofrendo de uma condição médica que causa dor. Pode ser refluxo ou refluxo oculto, condições como apneia obstrutiva do sono, alergias, intolerâncias ou infecções de ouvido, por exemplo. Qualquer doença grave irá contribuir para um sono ineficiente. Por isso, o primeiro passo é investigar e descartar qualquer razão médica.
  5. Desconfortos abdominais: Tomar leite muito rápido às vezes faz com que o bebê engula ar, o que pode causar cólicas. A introdução de novos alimentos também pode fazer com que alguns desconfortos surjam, por isso ela deve ser acontecer aos poucos.
  6. Cansaço: Quando bebê está muito cansado ele produz hormônios do estresse, como cortisol e adrenalina. Esses hormônios destroem a sua capacidade de dormir e de emendar os ciclos de sono. Por isso, segurar o sono não é a melhor opção.
  7. Superestimulação: Muitas bebês não dormem bem porque são superestimulados. Saber que atividades fazer, em que momento e por quanto tempo estimular faz toda a diferença.
  8. Falta de estímulos: Os bebês precisam de estímulos visuais durante o dia, como um passeio, e de mudança de cenários para acalmar seu sistema nervoso central. Você já percebeu que quando você leva um bebê chorando lá fora ele para de chorar? Isso indica que estava faltando estímulo visual. Essa falta faz com que eles não durmam bem.
  9. Dificuldade em dormir sozinho: Muitas vezes os bebês precisam de nossa ajuda e, sem querer, criamos associações de sono como dormir mamando, balançando, ou no colo. Quando chega o momento de dormir sozinho, é natural que ele estranhe e tenha mais dificuldade.
  10. Ambiente de sono não adequado: Um local limpo, organizado, com temperatura adequada e uma luz sutil é fundamental. Todos esses detalhes interferem bastante no sono do bebê. Alguns dormem bem em qualquer situação, porém outros são mais sensíveis e podem precisar de um ambiente perfeito.
  11. Rotina não apropriada: Sim, a rotina é fundamental para um sono de qualidade. No entanto, a rotina precisa ser apropriada para cada faixa etária, respeitando também os limites e as necessidade de cada bebê.
  12. Hora de dormir: Saber quando colocar o bebê para dormir é a chave para que não durmam estressados e para que não lutem contra o sono

 

São muitos detalhes, eu sei, mas há algumas dicas simples que podem ajudar você a criar a situação ideal de sono para o seu bebê. Procure criar um ritual noturno, que ajude seu bebê a diferenciar o dia da noite, através do ambiente, e evite as sonecas muito longas durante o dia. Ative os reflexos de calma quando o bebê estiver muito irritado (exemplo: usando swaddler, o balanço e o ruído branco) e esteja atenta aos ruídos do sono. Resmungar não é chorar, observe o bebê antes de pegá-lo no colo para fazer ele voltar a dormir. Às vezes ele emite sons e volta a dormir sozinho, espere alguns minutos, isso dará a ele um pouco de independência. E, por último, mas não menos importante: peça ajuda sempre que necessário!

É só por volta dos 9 meses que o padrão de ciclos de sono do bebê vai se modificando e amadurecendo, chegando mais próximo ao ciclo de sono do adulto. Por isso, alguns especialistas afirmam que fisiologicamente os bebês têm condições de dormir a noite inteira após os 9 meses.

Vale lembrar que os ciclos padronizados e organizados não são suficientes para garantir boas noites de sono. É necessário, também, um ambiente de sono saudável, uma rotina adequada e bons hábitos. Sendo assim é necessário trabalhar o ambiente, os hábitos e a rotina.

 

 

imagem-autora-danielleDanielle Cogo é terapeuta do sono, consultora do sono infantil e proprietária do Instituto Assessoria Mamãe . Conheça mais sobre o trabalho dela também pelo instagram @assessoriamamae_instituto

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