A Toxoplasmose e suas consequências

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Estudos realizados no Brasil recentemente constataram que a toxoplasmose na população em geral varia aproximadamente entre 40 e 80%, sendo que, as maiores preocupações estão voltadas às gestantes, devido à possibilidade de infecção congênita, que pode ser muitas vezes grave e até letal.

Portanto torna-se fundamental que o pré-natal tenha início no primeiro trimestre da gestação, pois possibilita a identificação precoce dos casos agudos de toxoplasmose gestacional. Ao se diagnosticar precocemente, o tratamento terá maiores chances de evitar ou reduzir sequelas para o recém-nascido. Para maiores informações vamos a alguns conhecimentos básicos:

A toxoplasmose é uma infecção causada por um parasita. Ela não é uma infecção grave para você, mas pode ser grave para o bebê no período gestacional.

A contaminação pode ocorrer quando ingerimos carnes cruas ou mal passadas e ao consumir frutas e hortaliças mal lavados ou de água contaminada, estas são as fontes mais comum de infecção por toxoplasmose, podendo ocorrer também, quando a gestante mantém contato com gatos domésticos, sendo estes animais os únicos que transmitem a toxoplasmose pelas fezes.

Com os devidos cuidados, a grávida não terá problemas em ter contato com um gato de estimação.

Quem já teve Toxoplasmose fica imune?

Sim, os sintomas da toxoplasmose são muito semelhantes aos de uma gripe, é muito provável que você já tenha tido a doença no passado e agora esteja imune.
Os exames de sangue de rotina durante a gravidez comprovam se a mulher está imune ou não, e quem nunca teve contato com a doença precisará tomar mais cuidados com a prevenção durante a gestação.

A toxoplasmose é perigosa?

Os sintomas em adultos costumam ser leves, podendo ocorrer gânglios inchados no pescoço, dores de cabeça, dores musculares, fadiga e sensação de gripe.

Os sintomas podem aparecer de duas a três semanas depois da exposição à infecção. No período gestacional os efeitos da toxoplasmose podem ser bem mais graves, principalmente para um bebê no útero, No entanto estes efeitos variam de acordo com o período da gravidez. Quanto mais cedo o bebê for infectado, piores os danos.

Uma infecção pode ter consequências graves como por exemplo um aborto espontâneo ou à morte do bebê no útero, além de poder provocar microcefalia, hidrocefalia (excesso de líquido no cérebro), problemas de visão ou em outros órgãos do bebê.

Bebês nascidos com toxoplasmose muitas vezes não apresentam problemas logo ao nascer, mas podem desenvolver sintomas com o passar do tempo, geralmente na visão, durante a infância e até na vida adulta, por isso é essencial que sejam acompanhados de perto.

Por este motivo se faz necessário o exame de sangue específico para detectar a toxoplasmose durante o pré-natal. Se no resultado não aparecerem anticorpos para a doença, então você não está imune, ou seja, ainda corre o risco de pegar. Para quem nunca teve contato com a toxoplasmose, o exame de sangue provavelmente será repetido para ter certeza de que não houve contaminação posterior.

Não se desespere diante de um resultado positivo antes de falar com o médico e esclarecer tudo, os médicos conseguem ter ideia se a infecção é antiga ou recente, e quando se faz necessário se utilizam de um outro exame de sangue, chamado teste de avidez, para fechar o diagnóstico.

Sendo o resultado positivo para uma infecção recente, você terá que tomar antibióticos por vários meses, o que reduzirá significativamente o risco de o bebê ser infectado.

O bebê poderá passar por um exame, através da coleta de uma amostra de sangue fetal tirada do cordão umbilical ou do próprio líquido amniótico, e também é possível realizar um teste após o parto, caso haja qualquer suspeita de infecção no bebê, ele será tratado com antibióticos.

Cuidados básicos que você deverá manter se não tem os anticorpos para a doença:

Cozinhe bem todas as carnes, já que o parasita pode ser encontrado em carnes cruas ou malpassadas. Lave bem as mãos depois de mexer em carnes cruas.

Lave bem frutas e verduras especialmente se vai consumi-las cruas. Não utilize a mesma tábua ou faca para cortar carnes e verduras.

Mantenha as carnes cruas congeladas por pelo menos três dias antes de consumi-las. O congelamento mata os transmissores da doença.

Se você tem um jardim, e gosta de mexer nele, use sempre luvas e depois lave bem as mãos, já que poderá haver contato com fezes de gato no solo.

Cuidado ao brincar em tanques de areia públicos e cubra o tanque de areia das crianças para impedir que gatos os usem para suas necessidades.

Tome cuidados extras caso você trabalhe com animais, evite brincar com filhotes de gato ou com gatos desconhecidos, procure não manter contato com cães de rua( cachorros não transmitem a doença, mas podem estar sujos com fezes de gato).

A caixa de areia deve ser completamente limpa todos os dias, porque o parasita necessita mais ou menos de 24 horas para se tornar contagioso, e não faça esta limpeza você mesmo, solicite a ajuda de outra pessoa, se não der para escapar da tarefa, use luvas, e lave bem as mãos depois.

Não dê alimentos crus para o gato e não permita que ele saia à rua, ele pode comer alimentos ou animais contaminados, e procure manter seu gato bem cuidado, vacinado e vermifugado, com visitas regulares ao veterinário.

Você pode conviver com o seu gatinho de estimação sem trazer problemas para o seu bebê, tendo as cautelas necessárias e não se esquecendo que além dos cuidados já citados, deverás manter a casa e cozinha sempre bem higienizadas, pois podemos trazer fragmentos de fezes de gato na sola do sapato.

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A evolução na moda gestante

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Nestes últimos cinquenta anos, a mulher vem ultrapassando barreiras conquistando igualdade de direitos e força no mercado de trabalho, tornando-se mais exigente nas suas escolhas. E estas exigências vem se refletindo também em seu modo de vestir, particularmente no período gestacional, não se contentando em usar apenas uma roupa confortável, mas sim em sentir-se bem com sua aparência.

Com esta mudança de comportamento a moda gestante tem evoluído. Pois é cada vez maior o número de mulheres que participam ativamente do mercado de trabalho, e para isso precisam de roupas adequadas ao seu dia a dia.

A moda gestante é um estilo especializado, confeccionado pensado nas mulheres grávidas em sua essência e na sua necessidade de adquirir principalmente roupas confortáveis, e também dentro dos padrões de beleza momentaneamente estipulados no mundo da moda.

Este novo pensamento tem movimentado a área da indústria de vestuário, apresentado grandes investimentos nas áreas de criações, estilizações e confecções para a gestante.

A mulher quando gestante continua a apresentar todas as necessidades pessoais de beleza, e merece uma linha de roupas estilizadas e planejadas para essa fase tão delicada e bonita de suas vidas.

Ao escolher a sua roupa a gestante deve levar em consideração o principal item, se a peça que esta comprando é atual, com isto, a mulher conseguirá se manter na moda e de modo elegante, mesmo com a barriga crescendo e com o corpo mudando, não significando portanto, que as roupas sejam muito maiores do que os modelos tradicionais, valendo relembrar que há alguns anos, quando a mulher engravidava tinha que vestir-se de acordo com peças que visavam garantir o conforto, sem preocupação com a estética, isso acabou por criar uma imagem preconceituosa, que ainda é partilhada por algumas mulheres, alegando que a moda gestante não é uma moda bonita, e que uma mulher que se veste assim não fica elegante, mas os tempos mudaram, e a modernidade tratou de modificar este conceito, pois a moda gestante evoluiu bastante, acompanhando todas as tendências do mundo fashion, onde as peças apresentam um corte mais adequado ao formato da silhueta da mulher no período de gestação, acompanhando assim as tendências mundiais da moda. caminhando lado a lado com a moda convencional, pegando emprestadas algumas tendências, e lançando as suas próprias.

Essa evolução na moda gestante acompanhou a evolução da própria mulher brasileira, que hoje é mais moderna, mais atual, mais independente e está muito mais antenada com as tendências da moda, procurando roupas que a deixem mais elegante em todos os momentos de sua vida, inclusive durante a gestação, que é onde a sua feminilidade se manifesta da maneira mais forte e bonita.

O que se espera com esta evolução da moda gestante é que seja bem recebida pelas mulheres brasileiras, já que com ela, o mito de que mulher grávida se veste mal e apenas usando peças confortáveis passe a ser considerado apenas um mito.

Algumas dicas básicas podem ser seguidas para uma boa compra, tais como: no início da gravidez você não precisa se preocupar em comprar roupas novas ou ajustar as suas antigas, até o quinto mês a barriga ainda não fica tão grande a ponto de pedir um novo guarda roupa.

A partir do sétimo mês a barriga cresce bastante, assim como o quadril também, neste momento vale a pena investir em algumas peças novas como calças com o cós elástico, blusas mais soltinhas, shorts, bermudas e principalmente vestidos eles são confortáveis, femininos e valorizam suas curvas, abuse de todos que você tiver no armário, seja durante o verão ou inverno, sendo os melhores de cintura marcada e soltinhos, e abuse dos acessórios, brincos, colares e cintos.

Na hora de comprar roupas para a gravidez, sempre considere a possibilidade de usar os itens depois de seu bebê nascer, principalmente peças que facilitam a amamentação, pois conforto e comodidade são fundamentais.
E independente do estágio da gravidez, invista no seu bem-estar e autoestima, cuidando do corpo, da pele, dos cabelos. Ter estilo não é só vestir-se bem!

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Como lidar com a recusa alimentar de seu filho

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Para que a criança habitue-se a aceitar o alimento, é necessário que ofereça o alimento à criança e avalie a sua reação, de forma a saber se a criança gosta ou não do alimento, devendo os pais insistir com a ingestão de alimentos mesmo que não sejam da sua preferência, o gosto do pai e da mãe não devem influenciar a criança.

Após a recusa da criança pelo alimento, não insista de imediato, para não criar um ambiente negativo que vai tornar a aceitação do alimento mais difícil. Contudo, a criança não deverá ter outra alternativa de consumo para não se habituar a ter sempre opção quando a comida não lhe agradar e assim não terá outra alternativa de consumo.
Em outra ocasião e de forma diferente, prepare o mesmo alimento, associado a sabores que a criança goste, para aumentar a aceitação.

Para tornar o alimento mais atrativo, procure sempre novas formas de preparação e apresentação do alimento.

Faça sempre novas tentativas espaçadas no decorrer do tempo, mesmo que a criança não aceite o alimento, pois serão necessárias cerca de 10 a 15 tentativas para que ela se adapte ao novo sabor.

Com a exposição continuada ao alimento, as crianças neofóbicas(medo do novo), irá aumentar a preferência por alimentos novos, esta fobia ocorre principalmente em crianças dos 3 aos 5 anos.

É importante ter em conta que o seu filho pode não gostar mesmo do alimento, e nesse caso é necessário substituí-lo por algum do mesmo grupo.

Não use alimentos como recompensa, porque a criança irá começar a gostar mais do alimento recompensa do que aquele que estaria a tentar estimular o consumo. Por exemplo: Se não gosta do alimento oferecido, passe para outro alimento e se assim mesmo a criança recusar, e você oferecer uma fruta, e a criança não gostar da fruta, não deverá comer nada até à refeição seguinte!

Não estimule o consumo de alimentos ofertando brinquedos ou atividades que a criança goste, nem bata no seu filho ou zangue-se com ele, pois o gosto da criança por um alimento pode variar de um dia para outro conforme o apetite.

Sendo a criança saudável e estiver dentro do padrão de crescimento e peso normal, não deve valorizar demasiado as recusas alimentares.

Se você quer que seu filho consuma alimentos variados, comece por você, as crianças começam a gostar de novos alimentos por verem outras pessoas comê-los e apreciá-los.

Preste atenção a quantidade de alimento que esta oferecendo aos seus filhos. Eles não comem tanto como um adulto. Por exemplo: “Servir à criança com menos quantidade do que é esperado ou desejado pelos pais ajuda a criança a comer a ter sucesso e sentirem-se alegres por terem comido todo o alimento”.
Se o seu filho disser que está cheio e não quiser comer, você deve tirar o seu prato da mesa sem comentários, pois se você insistir para que coma poderá fazer com que a criança não saiba distinguir e diferenciar a sensação de “estar cheio” com a de “ter fome”.

O ambiente de refeição deve ser agradável e sempre que possível em família. A criança não deve ser distraída por brinquedos, televisão ou outras brincadeiras e evite comentários negativos acerca dos alimentos, pois a criança aprende pelos exemplos.

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Episiotomia. Será que é realmente necessária?

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A Episiotomia é um corte realizado na região do períneo, entre a vagina e o ânus, para facilitar a saída do recém-nascido. A prática está criando polêmica e não é de hoje. Uns creem que é uma mutilação desnecessária e um desrespeito a mulher, porém muitos médicos e estudiosos da área afirmam que o procedimento é simples e em muitos casos necessário.

A realidade é que a prática não é um consenso entre médicos e muito menos entre pacientes.

A prática foi difundida pelo obstetra irlandês Fielding Ould, no século 18. Porém, apenas na década de 1950 a técnica se popularizou. Era de consenso geral que a técnica evitava tanto lesões desnecessária no períneo.

A pesquisa Nascer no Brasil, divulgou que mais da metade das entrevistadas, que tiveram parto normal, passaram por episiotomia.

Mas por qual motivo a técnica é tão rechaçada e polêmica?
A episiotomia é um procedimento cirúrgico que leva cerca de seis semana para cicatrizar. Se os pontos não forem bem feitos há risco de fibrose, dor, dificuldade de cicatrização e perda da sensibilidade na região e em casos graves laceração e frouxidão na região perineal e dificuldade na contenção de órgãos como o intestino.
Porém, se não for realizada a episiotomia e a saída do bebê causar rompimento extenso os danos são bem parecidos aos da incisão mal feita ou da cicatrização com problemas.

Mas quando que a Episiotomia é realmente indicada?
A técnica é geralmente aplicada em mulheres com rigidez no períneo, parto pélvico (bebê sentado), sofrimento fetal e macrossomia (excesso de peso do bebê)  e parto de prematuros. Juntos, estes casos somam apenas 10% dos partos normais.

Lembre-se que a informação é sempre o melhor caminho. Converse com seu médico antes do parto e saiba a opinião dele sobre a prática, aprenda exercícios que ajudam na elasticidade da região e informe-se para realizar um parto que agrade a mãe e não traga riscos para saúde do bebê.

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Você sabe quanto de açúcar o seu filho pode consumir por dia?

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A Associação Americana do Coração recomenda que crianças a partir de dois anos e adolescentes de até 18 devem consumir, no máximo, 25 gramas de açúcar por dia. Quantidade que corresponde a seis colheres de chá.

Além disso, segundo a Associação, crianças com menos de dois anos NÃO DEVEM consumir açúcar!

É importante entender que a orientação diz respeito ao açúcar que está adicionado artificialmente em alimentos como achocolatados, bolos, balas, sucos industrializados e afins. Os açucares de frutas, leite e verduras são liberados.

A  professora da Escola de Medicina da Universidade Emory, em Atlanta, Miriam Vos, destaca que as crianças habituadas a consumir alimentos com alto índice de açúcar tendem a se alimentar de forma errada no futuro e consumir menos alimentos saudáveis, como frutas, vegetais e grãos integrais.

O consumo exagerado de açúcar na infância e adolescência aumenta os riscos de desenvolvimento de doenças como a obesidade a hipertensão e diabetes na fase adulta.

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Até quando a gestante pode dirigir?

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No Código Brasileiro de Trânsito não há uma determinação e nem uma recomendação sobre o assunto, mas é notório que o bom senso deve ser usado para embasar esta questão. Ouvir o seu corpo e respeitar os limites que ele impõe é essencial para garantir a sua segurança e a do bebê.

Em uma pesquisa realizada pelo Canadian Medical Association Journal, foi observado que grávidas têm 42% mais chance de envolvimento em acidentes graves de trânsito e o risco é maior após o quarto mês de gestação. A explicação é que as grávidas acabam ficando mais distraídas, tem náuseas e cansaço acentuado.

A realidade é que a gestante pode dirigir enquanto se sentir segura e confortável para desempenhar o papel de motorista.

Uma cartilha elaborada pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) orienta que o cinto de três pontos é o recomendado para as grávidas. É necessário deixar uma distância mínima de 15 centímetros entre o volante e a barriga. Jejum, calor ou frio excessivos devem ser evitados. É importante também cuidar das medicações ingeridas.

O cinto deve passar sobre o ombro, cruzar o peito e se posicionar entre os seios. A parte de baixo do cinto nunca deve ficar sobre a barriga, mas abaixo.

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Promotor alerta para questionário que virou sensação no Facebook

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Nas últimas semanas um questionário sobre preferências e gostos das crianças começou a circular no Facebook. Porém, a brincadeira que parece inocente e até bonita, pois revela como as crianças enxergam certas características do cotidiano, pode ser uma porta de entrada para atos mal intencionados.

Todo esse sucesso fez com que o Promotor da Infância de Criciúma, Mauro Canto da Silva, fizesse uma postagem em sua conta pessoal do Facebook, falando dos perigos de publicar tantos detalhes pessoais e da personalidade da criança, em uma rede social.

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O promotor explicou em uma entrevista concedida a um blog sobre maternidade e filhos que observou o crescimento e popularização do questionário e ficou extremamente preocupado e disse “Num ambiente vulnerável de rede social, mesmo que a maioria a utilize para interação e distração, não podemos ignorar as que utilizam para cometer crimes, especialmente aproveitando-se de crianças e adolescentes”.

E acrescenta ainda, “Crianças, em especial, acabam confiando em adultos que demonstram afinidade. As respostas ao questionário são muito pessoais e uma pessoa querendo fazer o mal saberá utiliza-las para ganhar empatia com a criança. Depois de acontecer ficaríamos nos perguntando: “como ele sabia do nome do melhor amigo ou a cor preferida do seu pai”?”.

Confira o questionário completo:

Qual é o teu nome?
Quantos anos você tem?
Quando é seu aniversário?
Quantos anos tem o papai?
Quantos anos tem a mamãe?
Qual é a tua cor favorita?
Qual é a tua comida preferida?
Quem é o teu melhor amigo?
Qual é o teu programa preferido?
Qual é a tua música preferida?
Qual é o teu animal preferido?
O que você tem medo?
Qual o seu lugar favorito para ir?
O que quer ser quando crescer?
O que a mamãe mais gosta de fazer?
O que você mais gosta de brincar?
O que o papai mais gosta de fazer?

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A famosa “técnica do casulo” é um risco para o seu bebê

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A super popular técnica de enrolar o bebê (casulo) para acalmá-lo se tornou uma super vilã.

Segundo um estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido, publicado no Pediatrics, um famoso periódico médico, a técnica pode aumentar o risco da temida Síndrome da Morte Súbita Infantil. Ainda de acordo com o estudo a técnica é ainda mais prejudicial se utilizada após os 6 meses de vida do bebê.

A análise dos pesquisadores teve como base cerca de 283 artigos e chegou a conclusão de que o hábito de enrolar os bebês em uma manta com o objetivo de imitar o útero e acalmá-los, aumenta em duas vezes o risco de morte súbita, principalmente quando as crianças são colocadas para dormir de bruços ou de lado, práticas que são rigorosamente desaconselhadas pelos médicos.

O perigo é maior para crianças com mais de 6 meses pois nessa idade a probabilidade de que elas rolem é maior, levando as crianças a posições que não são seguras caso elas estejam enroladas.

Segundo os pesquisadores a técnica aumenta os riscos de hipermetria e infecções respiratórias.

A recomendação é de que até os 2 anos de idade as crianças devem ser agasalhadas apenas com roupas, sem mantas, nem cobertores. Além disso, o berço deve ficar livre de protetores e bichos de pelúcia e os recém-nascidos devem ser colocados sempre de barriga para cima.

 

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Como combater a gripe na gestação

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O inverno é lindo, mas trás com ele o funga funga da gripe e é comum ver pessoas com nariz vermelho, febre leve e desconforto.

Para combater a gripe as pessoas “comuns” costumam fazer uso de antitérmicos, antigripais, analgésicos e mais uma infinidade de medicamentos. Porém, as grávidas não tem essa opção, sendo muito restrito os componentes que elas podem usar para evitar ou tratar o desconforto causado pela gripe.

As gestantes não devem ingerir ou fazer uso de nenhum tipo de medicamento sem consultar o médico previamente, pois a gestação é delicada e até mesmo o aparentemente inofensivo remédio pode causar danos a gravidez e ao bebê.

O que vem ajudando muitas gestantes a combater a gripe é uma alimentação que ajuda a fortalecer o sistema imunológico.

As gestantes devem consumir frutas ricas em vitamina C como a bergamota ou mexerica, pois a vitamina C protege o organismo e tem alto poder antioxidante, auxiliando na eliminação dos radicais livres.

Os alimentos ricos em vitamina C são: acerola, brócolis, caju, goiaba, kiwi, laranja, limão, morango, mamão e pimentão amarelo.

O consumo de mel também ajuda o sistema imunológico, inclua o mel na sua dieta substituindo o uso do açucar, mas não exagere.

Outro ponto importante é o consumo de água, pois um corpo hidratado é essencial.

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Grávidas precisam tomar a vacina contra a gripe H1N1!

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A gripe causada pelo vírus Influenza A é uma preocupação que deve estar na cabeça das grávidas.
Por este motivos elas fazem parte do grupo de risco e estão incluídas nas campanhas de vacinação. Além das gestantes, mulheres que deram a luz a menos de 45 dias, crianças de 6 meses até 5 anos também devem tomar a vacina gratuitamente nos postos de saúde da rede pública.

A saúde da mãe é o principal foco da vacina, pois a doença pode avançar rapidamente causando pneumonia e outras complicações que podem se estender até o bebê.

Como vou saber se estou com a gripe H1N1?

Os sintomas da gripe H1N1 são bem parecidos com os da gripe comum:

  • febre
  • dor de garganta
  • tosse
  • cansaço
  • dor de cabeça
  • dor no corpo

Mesmo se você não tiver todos os sintomas descritos procure atendimento médico, pois gestantes são parte do grupo de risco para complicações mais sérias.

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