5 curiosidades sobre bebês recém-nascidos

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Que a maternidade é um universo de novas experiências você já deve imaginar, futura mamãe. Dentre tantas novidades que você vai viver e experimentar assim que você tiver seu bebê nos braços, escolhemos trazer no post de hoje cinco curiosidades sobre os recém-nascidos que talvez você ainda não saiba!

 

  1. Choro sem lágrimas

Pode reparar, os bebês choram, e choram alto, ficam vermelhinhos de tanto chorar mas não escorre uma única lágrima. Isso acontece porque logo após o nascimento o bebê ainda não produz lágrimas. Não se sabe ao certo o exato motivo disso, mas acredita-se que seja porque os ductos lacrimais dos pequenos ainda não estão abertos. E mais: se você prestar atenção aos tipos de choro do bebê ao longo do dia, perceberá que são diferentes — variam em intensidade, duração e timbre. Existe um choro diferente para cada situação. O choro é a expressão mais genuína de comunicação dos bebês.

 

  1. Só têm olhos para a mamãe

Já ouviu falar que o recém-nascido só tem olhos para a mamãe? É literalmente isso! Durante as primeiras semanas de vida, os bebês ainda têm a visão muito limitada e imprecisa e é por isso que o rosto da mãe, que eles enxergam bem de pertinho por mais tempo, durante a amamentação, é a visão mais interessante de todas. Nessa fase, eles só enxergam a uma distância de 30 cm e não distinguem as cores muito  bem.

 

  1. Dorminhocos

Os recém-nascidos dormem, em média, 16 horas por dia e o sono é muito importante para o seu desenvolvimento. Enquanto dormem, o hormônio do crescimento é liberado, bem como substâncias que regulam o apetite e proteínas importantes para a ativação dos linfócitos, que compõem seu sistema imunológico 

 

  1. Estômago pequenino

No recém-nascido ele é do tamanho de uma avelã! Já pensou? Por isso mamam a toda hora. A livre demanda na amamentação deve ser respeitada, especialmente neste primeiro momento.

 

  1. Olhos gigantes 

Os globos oculares do recém-nascido já têm 75% do tamanho dos de um adulto! Por isso temos a impressão de que eles possuem olhos enormes na proporção do seu corpinho pequenino.

 

 

Essas curiosidades são novidades para você? Aproveita e envia este post para aquela amiga que vai curtir saber também! E, lembra: na nossa loja online temos tudo para a sua gestação, pós-parto, amamentação e para fazer a mala da maternidade completa! 

 

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5 livros interessantes para ler durante a gestação

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Existem vários títulos publicados sobre gestação e maternidade – e a cada dia há novos livros lançados. Neste post, fizemos uma seleção de livros com temas variados, que abordam desde aspectos do parto até questões mais profundas sobre a maternidade. Também tem um pouco de diversão, humor leveza e muita reflexão. Confira abaixo uma sugestão de 5 títulos para você ler durante a gestação.

 

1. Maternidade e o encontro com a própria sombra (Laura Gutman): Neste livro, a psicoterapeuta Laura Gutman explica os sentimentos conflitantes na realidade de uma parturiente, trazendo orientações sobre as fases pré e pós-parto. “A maternidade e o encontro com a própria sombra” é uma obra valiosa para mulheres que precisam e desejam entender suas emoções durante o puerpério e pós-parto e também superar traumas e inseguranças, que podem ter consequências na vida de um filho. Laura Gutman conduz a leitora por uma jornada rumo ao autoconhecimento e ao amadurecimento e proporciona um momento de reflexão sobre a responsabilidade de educar e amar

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 2. Parto Ativo (Janet Balaskas): O livro traz informações sobre o parto natural. A autora é instrutora de yoga para o parto, Fundou o Centro de Parto Ativo em Londres, na Inglaterra, e foi a precursora do Movimento pelo Parto Ativo, iniciado ao final da década de 1970. Ela explica o que é o parto ativo e humanizado, a fisiologia do processo e dá dicas de como gestantes de diferentes realidades podem se preparar para o nascimento do bebê, com o mínimo possível de intervenções obstétricas. Também traz ainda exercícios que ajudam a fortalecer os músculos do assoalho pélvico, essenciais para o trabalho de parto natural.

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3. Mãe fora da caixa (Thaís Vilarinho): Este é um livro de relatos de vivências maternas. Os textos de Thaís Vilarinho acalentam e fortalecem as mulheres, recém-mães. Uma leitora o define como “um abraço de cura”. Nele, as mães se sentem representadas e acolhidas nos desafios e nas doçuras da maternidade. 

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4. O livro que você gostaria que seus pais tivessem lido (Philippa Perry): A psicoterapeuta Philippa Perry revela o que realmente importa e quais comportamentos evitar. Todos os pais querem que seus filhos sejam felizes, sem errar na educação. Mas como atingir esses objetivos? Em vez de mapear um plano “perfeito”, Philippa Perry oferece um olhar geral sobre como desenvolver relacionamentos de qualidade.

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5. A coragem de ser imperfeito (Brené Brown): Este é um livro indicado para qualquer momento da vida, e nos parece perfeito para as futuras mamães. Para aliviar a pressão da busca pela perfeição, este livro mostra como aceitar a própria vulnerabilidade, vencer a vergonha e ousar ser quem se é. Brené Brown ousou tocar em assuntos que costumam ser evitados por causarem grande desconforto. Sua palestra a respeito de vulnerabilidade, medo, vergonha e imperfeição já teve mais de 25 milhões de visualizações no YouTube.

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Chegou a hora do parto: os 4 sinais mais importantes

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por Dra. Lígia Santos

 

Não importa se você é mãe de primeira ou se já é a décima viagem. Cada parto é uma história diferente! Cada ser humano é único desde a concepção. 

 

A forma de chutar, o local onde mais gosta de se acomodar no ventre materno, os sintomas associados à gravidez como enjoos, sono, cansaço ou dores, tudo isso é muito diferente a cada gravidez. Daí a dificuldade, também, em sabermos quando é que chegou a hora de ir à maternidade, casa de parto ou de chamar a equipe responsável quando a decisão é ter o bebê em casa.

 

Mães de primeira viagem tendem a sofrer muito mais, pois ainda não têm a menor ideia de quais são os próximos passos e, mesmo buscando informações sobre o assunto, muitas vezes ficamos confusas sobre o que estamos realmente sentindo. Para tentar esclarecer um pouco mais esse assunto, vamos falar de quatro sinais importantes que estão associados ao momento do parto.

 

  1. Contrações Uterinas

 

A forma exata como o trabalho de parto se inicia ainda é um mistério. Sabemos que de alguma forma o feto inicia esse processo, indicando para o corpo da mãe que ele está pronto para nascer. Entretanto, antes disso, o corpo da mulher já começa a se preparar para o momento do parto.  Sendo assim, durante a gestação acontecem as famosas “contrações de treinamento” ou, cientificamente falando, contrações de Braxton-Hicks, que são contrações mais leves e não estão associadas ao trabalho de parto propriamente dito.

 

Mas, afinal de contas, o que são contrações? As contrações são movimentos temporários de “encolhimento” da musculatura uterina. Eles podem ocorrer durante a gestação e possuem intensidades variadas, causando certo desconforto ou dor na mãe. Em geral, as contrações de treinamento são breves e não muito dolorosas podendo estar associadas inclusive à  movimentação fetal. 

 

Quando entramos em trabalho de parto, essas contrações tornam-se cada vez mais intensas e mais próximas umas das outras. Então, quando você estiver sentindo contrações com cerca de 40 segundos de duração a cada 5 minutos – pode contar no relógio que dá certinho – significa que seu trabalho de parto começou. A partir daí dentro de algumas horinhas você vai estar com seu(s) bebezinho(s) no colo!

 

  1. Perda de líquido via vaginal

 

Esse também é um outro sinal que confunde muita gente. Como é que eu tenho certeza que a bolsa estourou? Bem, o volume de líquido amniótico varia de acordo com a idade gestacional, mas quando pensamos em um feto de termo (a partir da 37° semana), esse volume está por volta de 800 ml

Portanto, se sua bolsa romper você vai perceber a saída de uma grande quantidade de líquido claro, com odor característico. Algumas pessoas consideram semelhante a água sanitária, mas tem gente que não sente cheiro algum. 

 

De qualquer forma, o volume de líquido é o que interessa e fica muito difícil de confundir porque sai tanto líquido que sua roupa, chão, cama ou qualquer local que estiver sentada vão ficar encharcados. 

 

É importante que você procure um hospital ou entre em contato com a equipe que vai te assistir durante o parto para que eles verifiquem se está tudo bem com seu bebê. Algumas vezes, a bolsa se rompe e ainda demora várias horas ou até mesmo dias para que o trabalho de parto se inicie (especialmente em prematuros) e isso pode fazer com que aumente muito a chance de ocorrer infecções graves que podem comprometer a sua saúde e a saúde do seu bebê. Por fim, se você fez o exame de pesquisa de Streptococcos agalatiae é muito importante o uso de antibióticos o mais cedo possível.

 

  1. Sangramento

 

Toda grávida fica apavorada quando percebe algum tipo de sangramento, mas nem todo sangramento é sinal de riscos em relação à gravidez. Quando o colo começa a dilatar durante o trabalho de parto pode ocorrer sangramento vaginal em pequena quantidade, geralmente sangue vermelho vivo. 

 

Agora, se você começar a sangrar como se estivesse menstruada, em grande quantidade corra para o hospital. Isso pode ser sinal de problemas muito graves como o descolamento de placenta, por exemplo, e podem levar à morte fetal e materna em poucos minutos dependendo do volume.

 

De qualquer maneira, sangramentos durante a gestação não podem ser ignorados. Sempre que perceber sangramento, vá ao hospital para verificar se está tudo bem.

 

  1. Parada ou diminuição da movimentação fetal

 

Este é o último importante sinal de parto que vamos abordar. Bebês próximos do nascimento se comportam da mesma forma que recém nascidos: dormem, se movimentam um pouco e voltam a dormir. Geralmente eles mantêm essa rotina a cada 3 ou 4 horas. 

 

No final da gestação, por causa do espaço mais limitado, existe uma relativa diminuição da movimentação fetal, mas o bebê não para de mexer. Então, se seu bebê permanecer mais que 4 horas sem se movimentar, alimente-se (com algo doce de preferência) e deite-se com uma das mãos sobre a barriga para verificar melhor quantas vezes o bebê vai se movimentar. O normal é que ele se mexa seis vezes dentro de uma hora. Se a movimentação não ocorrer ou for menor do que isso, entre em contato com seu médico ou procure um hospital próximo. 

            

 

 

imagem-autora-Dra-Lígia-SantosDra. Lígia Santos é ginecologista e obstetra, colaboradora do blog A Gestante. Atua também nas áreas de sexualidade, hormonioterapia e fitoterapia. Acompanhe mais sobre seu trabalho através do Instagram @draligiasantosgineco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Afinal, o que é a humanização da gestação e do parto?

 

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Por Michelle Almeida

 

Talvez você já tenha ouvido falar sobre esse tema, mas, às vezes, de forma superficial e não tenha entendido o quão importante e profundo ele é. Quando falamos de humanização da gestação e do parto, as palavras chaves são: protagonismo da mulher. Ou seja, é seu direito ter as suas decisões respeitadas, pois você é o centro nesse processo.

 

Quando se trata do seu corpo, da sua vida e do seu bebê, é sua prerrogativa ser ouvida, ter o poder de fazer as escolhas que mais lhe deixarem seguras e também ser acolhida de uma forma que seja respeitosa.

 

Com esse entendimento, a Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde e diversos profissionais de assistência perinatal, já há alguns anos, têm buscado atualizar o sistema de saúde para que você tenha a oportunidade de acessar esse tipo de tratamento. Mas mesmo assim, muitas mulheres ainda não têm conhecimento sobre o tema.

 

A humanização não tem a ver com parto domiciliar na água no escuro, como muitas pessoas confundem (eu escuto essa comparação quase que semanalmente) e, sim, com uma série de garantias para a mulher no ciclo gravídico puerperal, como acesso à informação de qualidade, atualizada e baseada em pesquisa e estudos comprovados.

 

A informação adequada, é crucial nesse processo e vai lhe permitir ter conhecimento e poder de decisão. Entender como o seu corpo funciona e quais são os seus direitos vai lhe possibilitar refletir sobre o que você deseja para você e o seu bebê, além de auxiliar a sua rede de apoio a participar dessas escolhas, fazendo com que elas sejam respeitadas. 

 

Ou seja, independe da via, local de parto ou equipe de assistência de saúde, você pode e deve ter acesso a uma gestação e um parto humanizados, que incluem, por exemplo, um pré-natal bem feito, em que os detalhes são explicados, em que você pode tirar todas as suas dúvidas, em que você é informada de todas as questões relevantes sobre a sua saúde e do seu bebê, em que o seu corpo e o funcionamento dele são respeitados e valorizados, em que a maturidade do bebê para nascer é considerada ou um parto em que os seus direitos legais são garantidos, como ter a presença de um acompanhante, se desejar, ter contato com o seu bebê assim que ele nasce, não sofrer procedimentos humilhantes, desnecessários e inconvenientes e muito mais. 

 

Por isso, busque informação, converse com a sua rede de apoio e os profissionais que estão cuidando de você até que você se sinta tranquila e segura. Isso fará total diferença para um parto amoroso, respeitoso e saudável.

 

Vamos falar mais sobre isso aqui. Mas quero deixar claro, já, agora, que você tem dentro de você tudo o que precisa para gestar o seu beber e trazer ele ao mundo.

 

 

Michelle Almimagem-autora-michelle-almeida-villa-mattereida, da Villa Matter, é colaboradora da A Gestante e escreve mensalmente no blog. Acompanhe mais sobre o trabalho dela visitando o site da Villa Mater  e no perfil do instagram @villa_mater.

 

 

 

 

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Gestação e puerpério em tempos de COVID-19: o que você precisa saber

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Desde o início da pandemia foram identificados grupos de risco, especialmente vulneráveis à infecção, como idosos e pessoas com comorbidades. No momento atual, o Ministério da Saúde orienta que gestantes e puérperas até o 14º dia de pós-parto devem ser consideradas grupos de risco para COVID-19.

 

Neste post, reunimos algumas das informações mais relevantes contidas nesta cartilha de recomendações para gestantes e puérperas frente à pandemia da COVID-19. Confira! Informação é o primeiro passo para a prevenção. 

 

 

FORMAS DE TRANSMISSÃO

Contato Direto: ocorre através das secreções respiratórias (tosse, espirro, fala ou canto, saliva) expelidas pelo indivíduo infectado.

 

Contato Indireto: ocorre quando o indivíduo toca objetos ou superfícies contaminadas por secreções respiratórias e logo em seguida, leva para o rosto, boca, nariz ou olhos.

 

Materno-Fetal: evidências sugerem que a transmissão da mãe para o feto pode acontecer, apesar de ser rara. Pode ocorrer por via transplacentária ou durante o parto. A maioria dos recém-nascidos de mães infectadas é assintomático.

 

RECOMENDAÇÕES: MEDIDAS GERAIS

Pré-natal: é essencial para garantir a saúde da gestante e do bebê e deve ser mantido, podendo haver espaçamento entre as consultas.

 

Vacinas: as vacinas do calendário normal de vacinação devem ser tomadas regularmente e os exames de rotina do pré-natal realizados.

 

Proteção: ao encaminhar-se aos serviços de saúde, a gestante ou puérpera deverá estar usando máscara.

 

Máscara: para que ela seja eficiente na proteção, use-a corretamente, cobrindo completamente a boca e o nariz. Prefira o modelo PFF2, que oferece proteção muito maior que as de tecido. Você encontra em lojas de materiais de construção, tintas ou em lojas de produtos hospitalares – em farmácia é difícil de encontrar.

 

AMAMENTAÇÃO

O aleitamento materno tem importância direta na saúde e bem-estar da criança nos primeiros anos de vida. Dê preferência ao aleitamento natural, principalmente em tempos de pandemia. A amamentação é segura, não transmite e deve ser mantida. 

 

 

INTERNAÇÃO PARA O PARTO

- A infecção por COVID-19 não é, por si só, indicação de parto cesário. O tipo de parto deve levar em consideração o que seria melhor para a mãe e para o bebê.

- A prática do parto na água (banheira) deve ser evitada nas mulheres com suspeita ou confirmação de COVID-19, devido ao potencial risco de infecção via fezes.

- Durante o período da pandemia recomenda-se testar as gestantes durante o internamento hospitalar, mesmo que assintomáticas, na intenção de intensificar o monitoramento.

 

Mais informações você pode ler nesta cartilha.

 

E lembre-se: cuidar de você, inclusive da sua autoestima, faz parte de uma rotina saudável de autocuidado. Ame-se ainda mais nesses tempos difíceis e desfrute de cada dia dessa experiência maravilhosa que é gestar.  Para dar aquele up no visual e curtir o momento de vestir durante essa fase, conte com A Gestante!

 

 

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5 dicas para você dormir mais e melhor durante a gestação

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Se tem um conselho que toda gestante já recebeu é o famoso: “aproveite para dormir tudo que puder antes de o bebê nascer”! O conselho faz sentido. Apesar de não ser possível fazer um “estoque de horas dormidas” para compensar as noites em claro após o parto, um sono regular é necessário para a saúde da mamãe e do bebê

Se no primeiro trimestre dormir ainda parece uma tarefa fácil, na medida em que a gestação avança e as transformações no corpo acontecem é preciso fazer algumas adaptações, tanto nas posturas na cama, quanto nos hábitos. Neste post separamos cinco dicas para que você, gestante, consiga aproveitar melhor seus momentos de descanso até a chegada do seu pequeno.

 

(1) QUANDO ESTIVER COM SONO, SE POSSÍVE, DURMA!

No primeiro trimestre de gestação, especialmente, você sentirá bastante sono. Isso acontece, entre outros motivos, por causa do aumento dos níveis de progesterona no organismo, que deixa o metabolismo mais lento e provoca a sensação de sonolência. Nos três primeiros meses é quando acontece a implantação da placenta no útero e a maior descarga de hormônios no corpo. Por isso, quando sentir sono, se puder, durma! O segundo trimestre é um bom momento para estabelecer uma rotina de sono,  já que a náusea e a fadiga tendem a diminuir. No terceiro trimestre, o tamanho da barriga e outros desconfortos físicos podem tornar a tarefa de dormir um pouco mais complexa. Falando nisso, a seguir temos algumas dicas para ajudar você encontrar o melhor jeito de deitar na cama.

 

(2) ENCONTRE A MELHOR POSIÇÃO PARA DORMIR EM CADA FASE 

No primeiro trimestre, apesar de os seios estarem mais doloridos e inchados, geralmente as gestantes não têm grandes dificuldades em encontrar a posição para dormir. No entanto, a partir do segundo trimestre, mais especificamente a partir da vigésima semana, a posição mais confortável para dormir será de lado.

Desta etapa em diante, dormir sobre seu lado esquerdo será o melhor a fazer. Isso porque no lado direito do corpo está a veia cava, responsável pelo retorno do sangue ao coração. A pressão sobre a veia pode reduzir o fluxo de sangue e causar tonturas. A posição também vai ajudar os rins a eliminar os líquidos desnecessários.

Travesseiros serão grandes aliados seus! Não se preocupe em ter a cama cheia deles, o importante é que você consiga dormir com conforto. Existem travesseiros específicos para gestantes, que abraçam todo o corpo, mas se você utilizar travesseiros comuns, você pode colocar um travesseiro a mais na cabeça, outro entre as pernas, para um melhor encaixe do quadril, e um travesseiro embaixo da barriga. 

 

(3) EVITE PRATICAR EXERCÍCIOS PERTO DA HORA DE DORMIR 

A prática orientada de exercícios pode e deve ser incluída na sua rotina de gestante. No entanto, procure evitar praticar exercícios no final da tarde ou noite. A agitação dos exercícios pode acabar prejudicando seu sono. A partir do final da tarde, procure já preparar seu corpo para relaxar. Uma ótima opção para antes de dormir é a meditação! Em outro post aqui no blog falamos sobre os benefícios do yoga para a gestação – clique aqui para ler. Ler um livro ou escutar uma música tranquila também são ótimas ideias. Exercitar-se é maravilhoso para a sua saúde física e mental, é só ter o cuidado de incluir esta prática mais cedo na sua rotina.

 

(4) TENHA UMA ALIMENTAÇÃO LEVE E JANTE CEDO 

O mesmo que é recomendado para os exercícios vale para a alimentação: não jante em cima da hora de deitar para dormir. Procure fazer esta refeição bem leve, com alimentos de fácil digestão, evitando aqueles mais gordurosos. Comer de forma fracionada, várias vezes ao longo do dia, também pode ajudar. Assim, quando chegar o horário da janta, você corre menos risco de sentir aquela fome e comer demais, o que vai certamente prejudicar seu sono.

 

(5) CRIE O CLIMA PARA RELAXAR

Esta dica vale para o momento de dormir, independentemente do momento de vida, mas se torna ainda mais importante durante a gestação. Para garantir um sono tranquilo precisamos cuidar do nosso corpo, do funcionamento do organismo e encontrar a melhor posição para dormir, sim. Agora, também precisamos criar o ambiente propício para um momento tranquilo. Deixar a luz mais baixinha no quarto antes de deitar e dormir, manter ele bem arejado, ter os lençóis cheirosos, escolher um pijama gostoso e confortável, tudo isso faz parte da experiência do sono. Faça-se esse carinho, prepare seu ambiente de descanso e crie a experiência completa que você deseja. Para esse momento, conte conosco, na A Gestante temos diversos modelinhos de camisolas e pijamas super confortáveis para todas as fases da sua gestação.

 

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Incômodos Comuns na Gestação e como Aliviá-los

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O corpo da gestante passa por uma grande transformação para que seu bebê cresça e se desenvolva. Hormônios, aumento de peso, um novo centro de gravidade, tudo acontece ao mesmo tempo. Por isso, é normal perceber essas alterações e sentir os desconfortos decorrentes desse processo. 

Neste post, listamos alguns dos incômodos mais comuns durante a gravidez e algumas dicas de como aliviá-los. Mas, lembre-se, você deve consultar o seu médico sempre que a dor for persistente e muito desconfortável. É indispensável consultá-lo antes de tomar qualquer tipo de medicamento. 

 

DOR DE CABEÇA 

Pode acontecer por vários motivos, como alterações hormonais, cansaço, congestão nasal e baixos níveis de açúcar no sangue. Também é comum quando a barriga começa a aparecer, por conta das alterações posturais e da sobrecarga na coluna. No entanto, dor de cabeça na gravidez pode ter causas mais sérias. Por volta da 28ª semana, se a dor é na região da nuca ou aparece como uma forte pressão na testa, pode ser sintoma de pré-eclâmpsia, que exige atenção médica e tratamento. Confira algumas dicas de como tentar aliviar a dor naturalmente:

 

  • Tente descansar em um ambiente tranquilo, sem ruídos, no escuro ou com as luzes bem baixas;
  • Faça compressas de água fria na testa ou na nuca;
  • Procure fazer refeições leves, de 3 em 3 horas;
  • Faça uma automassagem suave no rosto, na região das têmporas, utilizando as pontas do dedos; 
  • Prepare um escalda-pés (se você tiver uma horta em casa, acrescente folhinhas de manjericão e alecrim).

 

DOR NAS COSTAS 

Com o aumento do tamanho da barriga o centro de gravidade da gestante muda e acontece uma alteração significativa na curvatura da coluna. Aí mora a razão do desconforto e das dores lombares durante a gestação. Alguns cuidados e hábitos podem amenizar esse incômodo:

  • Experimente Fisioterapia, Pilates,  RPG ou Yoga para equilibrar a postura, sempre assessorada de perto por um profissional qualificado e atento às suas particularidades;
  • Evite ficar muito tempo em pé e movimente-se regularmente;
  • Faça compressas de água morna nas costas;
  • Faça, e peça, massagens leves das costas;
  • Use um sutiã apropriado para sustentar o peso dos seios – eles vão crescer e pesar mais, causando uma sobrecarga na coluna). Clique aqui para conferir os modelos disponíveis na A Gestante. 

 

NÁUSEA 

Pode ser um problema, principalmente, nas primeiras horas da manhã. O origem principal deste desconforto é o aumento dos níveis do hormônio da gravidez (HCG) e da Progesterona. Algumas dicas podem ajudar você a reduzir essa indisposição:

 

  • Deixe alimentos saudáveis na sua mesa de cabeceira para comer antes de se levantar e ajudar a elevar o nível de açúcar no sangue;
  • Não passe muitas horas de estômago vazio, isso aumenta a produção de ácidos no estômago;
  • Coma pequenas porções de alimentos e ao decorrer de todo dia;
  • Evite frituras e prefira alimentos cozidos, assados ou grelhados.

 

QUEIMAÇÃO e AZIA 

Causada pelas alterações hormonais e também pela compressão do sistema gástrico, a queimação pode ser aliviada evitando alguns alimentos e com outros cuidados. Confira abaixo algumas dicas:

 

  • Coma várias vezes ao dia e em quantidades menores;
  • Evite deitar logo após refeições;
  • No caso de mulheres que possuem refluxo elevar a cabeceira da cama pode ajudar;
  • Evitar frituras, bebidas com gás, condimentos, chocolate e café.

 

AUTOESTIMA 

Sim, listamos a questão da autoestima aqui porque pode ser um incômodo importante. Para além dos sintomas físicos que descrevemos acima, temos de considerar aqui a instabilidade emocional decorrente de todas as transformações que estão acontecendo no corpo e no emocional da gestante.

Neste caso a recomendação é: olhe para você mesma com carinho, acolhimento, paciência e compaixão. Por mais subjetivo que isso possa parecer, a ideia é você procurar perceber, olhando para si mesma, todo o processo que está acontecendo e trazer um olhar de gentileza e de autocuidado para você mesma. 

Investir em roupas que te façam sentir mais confortável e, ao mesmo tempo, mais bonita, é um exemplo de autocuidado que pode fazer a diferença! Na nossa loja online você encontra tudo para a sua gestação. Clique aqui e confira. 

 

Lembre-se há uma grande mudança acontecendo, em vários sentidos, e é normal que você se sinta instável, confusa, com desconfortos físicos e até com a sua autoestima abalada. Não se cobre tanto, não se exija tanto. Neste período, mais do que nunca, procure quem e o que te faz bem! |

 

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Por que usar o sutiã de sustentação e amamentação durante a gestação

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São muitas as transformações que acontecem no corpo da futura mamãe durante a gestação – falamos sobre elas aqui no blog – e, geralmente, são os seios que dão os primeiros sinais de mudança.

A verdade é que eles estão em constante transformação no corpo da mulher, embora possa parecer que já estão plenamente desenvolvidos após a puberdade. A mama continua a se desenvolver e, a cada ciclo, aumenta um pouco seu tecido secretor (produtor de leite), até por volta dos 35 anos. A cada ciclo os seios se preparam para uma possível gravidez. Quando o corpo percebe que a mulher não está grávida, recomeçam as variações hormonais mensais – ciclo que se interrompe quando ela engravida.

A partir do final do primeiro mês de gravidez, os seios já começam a se transformar em órgãos produtores de leite. Por isso, eles aumentam de tamanho e, principalmente no primeiro trimestre, ficam bastante sensíveis. Muitas mulheres comparam essas alterações com sintomas pré-menstruais. Faz sentido, já que a sensibilidade aumentada e o peso se devem à influência dos mesmos hormônios. O que muda é que os sintomas pré-menstruais ocorrem uma vez que o período começa, enquanto na gravidez eles seguem durante toda a gestação. As glândulas mamárias estão se desenvolvendo e o estrogênio está estimulando o crescimento dos dutos de leite.

 

O SUTIÃ COMO ALIADO

Com aumento de tamanho, de peso e de sensibilidade nos seios é preciso adequar o sutiã e essa nova realidade. O sutiã de sustentação e amamentação pode tornar a sua gestação mais confortável e ajudar, inclusive a prevenir a temida flacidez, que está relacionada à produção de leite e à amamentação. Mas isso depende bastante das especificidades do corpo de cada mulher – estrutura de colágeno e elastina, etnia, tipo de pele e peso. Veja alguns dos benefícios dessa peça.

 

  • Os sutiãs de amamentação proporcionam uma sustentação maior e possuem alças e laterais largas, que suportam melhor o peso e o distribuem nos ombros. Tudo isso vai trazer mais conforto e diminuir as tão comuns dores nas costas.

 

  • Se você se sentir confortável, pode usá-lo para dormir, o que pode melhorar, inclusive, a qualidade do seu sono, deixando você mais segura.

 

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Dica de manutenção: lave à mão os sutiãs ou na sua máquina dentro de um saco de lavanderia, para aumentar sua vida útil e manter suas propriedades de suporte.

 

Na A Gestante temos vários modelos de sutiãs, com bojo, sem bojo, rendado, sem costura. É só você escolher o que mais lhe agrada! Confira nossas opções de sutiãs de sustentação/amamentação.

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A evolução na moda gestante

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Nestes últimos cinquenta anos, a mulher vem ultrapassando barreiras conquistando igualdade de direitos e força no mercado de trabalho, tornando-se mais exigente nas suas escolhas. E estas exigências vem se refletindo também em seu modo de vestir, particularmente no período gestacional, não se contentando em usar apenas uma roupa confortável, mas sim em sentir-se bem com sua aparência.

Com esta mudança de comportamento a moda gestante tem evoluído. Pois é cada vez maior o número de mulheres que participam ativamente do mercado de trabalho, e para isso precisam de roupas adequadas ao seu dia a dia.

A moda gestante é um estilo especializado, confeccionado pensado nas mulheres grávidas em sua essência e na sua necessidade de adquirir principalmente roupas confortáveis, e também dentro dos padrões de beleza momentaneamente estipulados no mundo da moda.

Este novo pensamento tem movimentado a área da indústria de vestuário, apresentado grandes investimentos nas áreas de criações, estilizações e confecções para a gestante.

A mulher quando gestante continua a apresentar todas as necessidades pessoais de beleza, e merece uma linha de roupas estilizadas e planejadas para essa fase tão delicada e bonita de suas vidas.

Ao escolher a sua roupa a gestante deve levar em consideração o principal item, se a peça que esta comprando é atual, com isto, a mulher conseguirá se manter na moda e de modo elegante, mesmo com a barriga crescendo e com o corpo mudando, não significando portanto, que as roupas sejam muito maiores do que os modelos tradicionais, valendo relembrar que há alguns anos, quando a mulher engravidava tinha que vestir-se de acordo com peças que visavam garantir o conforto, sem preocupação com a estética, isso acabou por criar uma imagem preconceituosa, que ainda é partilhada por algumas mulheres, alegando que a moda gestante não é uma moda bonita, e que uma mulher que se veste assim não fica elegante, mas os tempos mudaram, e a modernidade tratou de modificar este conceito, pois a moda gestante evoluiu bastante, acompanhando todas as tendências do mundo fashion, onde as peças apresentam um corte mais adequado ao formato da silhueta da mulher no período de gestação, acompanhando assim as tendências mundiais da moda. caminhando lado a lado com a moda convencional, pegando emprestadas algumas tendências, e lançando as suas próprias.

Essa evolução na moda gestante acompanhou a evolução da própria mulher brasileira, que hoje é mais moderna, mais atual, mais independente e está muito mais antenada com as tendências da moda, procurando roupas que a deixem mais elegante em todos os momentos de sua vida, inclusive durante a gestação, que é onde a sua feminilidade se manifesta da maneira mais forte e bonita.

O que se espera com esta evolução da moda gestante é que seja bem recebida pelas mulheres brasileiras, já que com ela, o mito de que mulher grávida se veste mal e apenas usando peças confortáveis passe a ser considerado apenas um mito.

Algumas dicas básicas podem ser seguidas para uma boa compra, tais como: no início da gravidez você não precisa se preocupar em comprar roupas novas ou ajustar as suas antigas, até o quinto mês a barriga ainda não fica tão grande a ponto de pedir um novo guarda roupa.

A partir do sétimo mês a barriga cresce bastante, assim como o quadril também, neste momento vale a pena investir em algumas peças novas como calças com o cós elástico, blusas mais soltinhas, shorts, bermudas e principalmente vestidos eles são confortáveis, femininos e valorizam suas curvas, abuse de todos que você tiver no armário, seja durante o verão ou inverno, sendo os melhores de cintura marcada e soltinhos, e abuse dos acessórios, brincos, colares e cintos.

Na hora de comprar roupas para a gravidez, sempre considere a possibilidade de usar os itens depois de seu bebê nascer, principalmente peças que facilitam a amamentação, pois conforto e comodidade são fundamentais.

E independente do estágio da gravidez, invista no seu bem-estar e autoestima, cuidando do corpo, da pele, dos cabelos. Ter estilo não é só vestir-se bem!

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Como combater a gripe na gestação

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O inverno é lindo, mas trás com ele o funga funga da gripe e é comum ver pessoas com nariz vermelho, febre leve e desconforto.

Para combater a gripe as pessoas “comuns” costumam fazer uso de antitérmicos, antigripais, analgésicos e mais uma infinidade de medicamentos. Porém, as grávidas não tem essa opção, sendo muito restrito os componentes que elas podem usar para evitar ou tratar o desconforto causado pela gripe.

As gestantes não devem ingerir ou fazer uso de nenhum tipo de medicamento sem consultar o médico previamente, pois a gestação é delicada e até mesmo o aparentemente inofensivo remédio pode causar danos a gravidez e ao bebê.

O que vem ajudando muitas gestantes a combater a gripe é uma alimentação que ajuda a fortalecer o sistema imunológico.

As gestantes devem consumir frutas ricas em vitamina C como a bergamota ou mexerica, pois a vitamina C protege o organismo e tem alto poder antioxidante, auxiliando na eliminação dos radicais livres.

Os alimentos ricos em vitamina C são: acerola, brócolis, caju, goiaba, kiwi, laranja, limão, morango, mamão e pimentão amarelo.

O consumo de mel também ajuda o sistema imunológico, inclua o mel na sua dieta substituindo o uso do açucar, mas não exagere.

Outro ponto importante é o consumo de água, pois um corpo hidratado é essencial.

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