Você sabe quanto de açúcar o seu filho pode consumir por dia?

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A Associação Americana do Coração recomenda que crianças a partir de dois anos e adolescentes de até 18 devem consumir, no máximo, 25 gramas de açúcar por dia. Quantidade que corresponde a seis colheres de chá.

Além disso, segundo a Associação, crianças com menos de dois anos NÃO DEVEM consumir açúcar!

É importante entender que a orientação diz respeito ao açúcar que está adicionado artificialmente em alimentos como achocolatados, bolos, balas, sucos industrializados e afins. Os açucares de frutas, leite e verduras são liberados.

A  professora da Escola de Medicina da Universidade Emory, em Atlanta, Miriam Vos, destaca que as crianças habituadas a consumir alimentos com alto índice de açúcar tendem a se alimentar de forma errada no futuro e consumir menos alimentos saudáveis, como frutas, vegetais e grãos integrais.

O consumo exagerado de açúcar na infância e adolescência aumenta os riscos de desenvolvimento de doenças como a obesidade a hipertensão e diabetes na fase adulta.

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A famosa “técnica do casulo” é um risco para o seu bebê

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A super popular técnica de enrolar o bebê (casulo) para acalmá-lo se tornou uma super vilã.

Segundo um estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido, publicado no Pediatrics, um famoso periódico médico, a técnica pode aumentar o risco da temida Síndrome da Morte Súbita Infantil. Ainda de acordo com o estudo a técnica é ainda mais prejudicial se utilizada após os 6 meses de vida do bebê.

A análise dos pesquisadores teve como base cerca de 283 artigos e chegou a conclusão de que o hábito de enrolar os bebês em uma manta com o objetivo de imitar o útero e acalmá-los, aumenta em duas vezes o risco de morte súbita, principalmente quando as crianças são colocadas para dormir de bruços ou de lado, práticas que são rigorosamente desaconselhadas pelos médicos.

O perigo é maior para crianças com mais de 6 meses pois nessa idade a probabilidade de que elas rolem é maior, levando as crianças a posições que não são seguras caso elas estejam enroladas.

Segundo os pesquisadores a técnica aumenta os riscos de hipermetria e infecções respiratórias.

A recomendação é de que até os 2 anos de idade as crianças devem ser agasalhadas apenas com roupas, sem mantas, nem cobertores. Além disso, o berço deve ficar livre de protetores e bichos de pelúcia e os recém-nascidos devem ser colocados sempre de barriga para cima.

 

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Você sabe o que é diástase? Problema desenvolvido pela maioria das mulheres durante a gravidez.

A diástase é o afastamento dos músculos abdominais, não causa dor e poder ser revertido com atividade física.

A diástase ocorre quando a distância entre os dois músculos do abdômen ultrapassa dois centímetros, medida máxima considerada normal. É bom frisar que toda gestante termina a gravidez com um pouco de afastamento. No entanto, enquanto o tamanho do espaço pode ser extremamente exagerado para algumas mulheres devido à força que o útero aumentado exerce na parede abdominal durante a gestação, outras mães apresentam mais resistência a desenvolver o incômodo estético, caracterizado por uma linha afundada que vai do peito até o umbigo.

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Embora os sinais físicos da condição possam assustar as futuras mamães, a diástase não está associada a dor e pode ser percebida com exercícios de força abdominal. Contudo, mulheres que já tiveram diástase têm mais risco de desenvolvê-la novamente em gestações futuras.

Na maioria dos casos, o deslocamento regride normalmente. Mas, se isso não acontecer, o espaçamento que separa os dois lados da musculatura pode ser corrigido com exercícios abdominais para fortalecer a região ou com intervenção cirúrgica, em situações mais graves.

O porte físico da mãe quanto o tamanho do bebê está entre as principais causas da diástase. Predisposição da própria mulher à complicação, gestação múltipla e excesso de peso também influenciam.

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A saga de uma mulher para aceitar seu corpo após a maternidade!

São muitas as histórias de mulheres que buscam arduamente o chamado “corpo perfeito”, mas esse não é o caso da australiana Taryn Brumfitt.

10603995_426862000808077_8162657226008076781_oApós 3 gestações Taryn resolveu comparar o seu corpo de antes com o corpo atual. A imagem divulgada no facebook da australiana logo se tornou um sucesso, mas algumas pessoas criticaram Taryn ao dizerem que ela estava contribuindo para a epidemia da obesidade. Mas agora olhem a imagem abaixo e façam uma reflexão. Taryn é obesa? NÃO, Taryn está acima do peso, mas não é obesa, ela apenas não se encaixa nos padrões de beleza vigentes.

O objetivo de Taryn era desmitificar a teoria de que um corpo bonito é um corpo magro. Um tempo após o último parto Taryn pensou em fazer algumas cirurgias plásticas para remover a flacidez na barriga, mas a dúvida veio quando ela se questionou: “Como eu vou ensinar minha filha a amar seu corpo como ele é, se a sua mãe não pode fazer o mesmo?”, relevou ao jornal Huffington Post.

Dando seguimento ao que acredita, Taryn produziu o livro e o documentário EMBRACE, que tem como objetivo encorajar mulheres a abraçar o seu próprio corpo, sem vergonha.

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O emocionante documentário e o livro, foram produzidos através de doações de organizações, associações e mulheres, que assim como Taryn, travam uma luta diária para se orgulharem de suas conquistas e de seus corpos.

Assista ao trailer do documentário:

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O tesão sumiu com a chegada do bebê?

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A primeira coisa que você precisa entender é que você mudou. Sendo assim os seus hábitos também mudaram. Tudo está diferente e isso é normal. Você não é nenhum ET por não ter vontade de fazer sexo com o seu companheiro.

Os dias do resguardo passaram, mas o bebê ainda depende de você, ele mama no peito, sente cólicas, chora, brinca, aprende e tudo isso ele faz com você. A mãe chega no período da noite esgotada, faz o bebê dormir sabendo que é bem possível que ele vá acordar em poucas horas, quem sabe até em alguns minutos. Tudo isso, além de cansativo, mexe com sua libido, pois aquela sexualidade que antes era nativa em seu corpo, algo quase enraizado em você é quase impossível de ser encontrada hoje, quando além de cansada, você está estressada e seu papel na sociedade e na sua cabeça mudou completamente, hoje você é mãe, não unicamente uma mulher. 

Talvez seja aí que more o problema, pois você deveria entender que ser mãe é parte de ser mulher. Uma opção, mas mesmo assim uma parte linda de ser mulher. Tudo bem que em momentos como esse você elege prioridades e no topo delas está o sono a comida e um banho e só depois disso você pensa no resto e mesmo assim, jogado para as últimas categorias das suas necessidades, se encontra o sexo, pelo qual o seu parceiro tanto anseia. Porém essa é uma via de mão dupla, pois você não pode esquecer que o seu parceiro também está passando por mudanças, assim como você, menos drásticas talvez, mas mesmo assim ele também está tendo que se readaptar e rever a rotina.

Enfrentar a perda da libido após a chegada do bebê é um desafio, mas as soluções para este caso devem partir de você. A vontade e o tesão não estão mais presentes em você por instinto, você terá que provocar e para isso você só precisa ser criativa e se permitir.

Nunca faça nada para satisfazer apenas o seu parceiro, busque a sua própria satisfação, faça isso por você. O processo de deixar de se sentir apenas mãe e passar a se sentir mãe e mulher pode ser demorado, mas você tem que encarar de cabeça erguida e fazer por onde.

Mas antes de tudo nunca esqueça que fazer sexo faz bem, principalmente para você. Sexo relaxa e produz a sensação de felicidade e euforia, tudo que você precisa para descansar e se livrar de parte do stress. Pense também que esse pode ser um momento único para você e seu parceiro, um momento de descobertas e auto conhecimento, pois ambos devem ir em busca do seu prazer.

A dica é: Para encontrar o tesão você precisa procurar ou resgatar o que te dá prazer. Leia sobre sexo, seja um livro ou conto erótico ou até mesmo um romance, a literatura pode ser uma aliada incrível. Fale com seu parceiro , proponha brincadeiras, vá devagar e se explore e explore seu parceiro. Não tenha vergonha, se abra.

Obs: Se o problema persistir e você não encontrar solução, procure o seu médico.

 

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Como-tomar-pilula-anticoncepcional

Qual método contraceptivo usar após o parto?

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A quarentena passou e você se pega pensando e agora? Após os 40 dias de resguardo os casais começam a retomar a vida sexual e é aí que surge a dúvida. Qual o melhor método contraceptivo?
Essa decisão deve ser tomada junto com o seu médico, mas nossa intenção é te mostrar algumas opções.

Preservativo
Usar a camisinha é recomendado SEMPRE. Mas nesse período ela é ainda mais eficiente, pois não há efeitos colaterais devido ao seu uso.

DIU
É uma excelente opção para quem já engravidou, porém há dois tipos de DIU.

Sem Hormônio: funciona apenas como barreira.
Com Hormônio: funciona como barreira e libera doses de progesterona, funcionando como uma pílula de uso contínuo, mas com menos efeitos colaterais porque a ação do hormônio é local, no útero. Só pode ser inserido na mulher 6 semanas após o parto.

Progesterona
Existe pílula de progesterona que você ingere como um anticoncepcional comum, porém é de uso contínuo e funciona tão bem quanto as pílulas tradicionais que tem uma combinação de estrogênio e progesterona.
A injeção de progesterona é tomada uma vez por mês ou uma vez a cada três meses, e pode ser usada tanto pela mulher que amamenta como pela que não dá o peito.

Há ainda os métodos definitivos, como vasectomia e laqueadura que “fecham a fábrica” de vez. Mas esses métodos devem ser analisados e pensados profundamente, pois em grande parte dos casos não há como voltar atrás.

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