Foto de mãe mostrando a cicatriz da cesárea faz sucesso!

blog-a-gestante-mae-cesárea

No último dia 11 de agosto a fotografa Helen Carmina compartilhou em sua página no facebook uma foto com uma história emocionante.

A mãe, que preferiu permanecer anônima, solicitou que Helen, que havia acompanhado e registrado toda a gravidez, fizesse a foto acima, que mostra o bebê dormindo confortavelmente sobre as pernas da mãe e em evidencia está a cicatriz da cesárea, feita de emergência para salvar a vida do bebê.

Helen Carmina é especializada em fotografar mulheres grávidas e recém-nascidos e em sua página no facebook ela explicou a história desta mãe.

Helen disse que a sua cliente estava nervosa com a possibilidade de ter que realizar uma cesárea, pois sua vontade sempre foi fazer parto normal. Porém ao entrar em trabalho de parto, as coisas não saíram conforme ela havia planejado e a cesárea foi obrigatória para que tanto a mãe quanto o bebê saíssem com vida.

A foto foi tirada 3 dias após o parto e hoje ela possui 200.000 curtidas, 60.000 compartilhamentos e 28.000 comentários.

Helen atribuiu a seguinte legenda para a foto:
“Eu não esperava esta imagem fosse chegar tão longe. Eu fotografei esta gravidez há duas semanas e ela estava me dizendo como ela estava apavorada de ter que fazer uma cesárea. No fim de semana, ela entrou em trabalho de parto, mas teve que fazer uma cesárea de emergência depois de perder muito sangue. Ela me pediu para vir esta manhã e tirar esta foto em particular para registrar como seu pior pesadelo se tornou o que salvou sua vida e a de seu filho.”

Leia Mais

A saga de uma mulher para aceitar seu corpo após a maternidade!

São muitas as histórias de mulheres que buscam arduamente o chamado “corpo perfeito”, mas esse não é o caso da australiana Taryn Brumfitt.

10603995_426862000808077_8162657226008076781_oApós 3 gestações Taryn resolveu comparar o seu corpo de antes com o corpo atual. A imagem divulgada no facebook da australiana logo se tornou um sucesso, mas algumas pessoas criticaram Taryn ao dizerem que ela estava contribuindo para a epidemia da obesidade. Mas agora olhem a imagem abaixo e façam uma reflexão. Taryn é obesa? NÃO, Taryn está acima do peso, mas não é obesa, ela apenas não se encaixa nos padrões de beleza vigentes.

O objetivo de Taryn era desmitificar a teoria de que um corpo bonito é um corpo magro. Um tempo após o último parto Taryn pensou em fazer algumas cirurgias plásticas para remover a flacidez na barriga, mas a dúvida veio quando ela se questionou: “Como eu vou ensinar minha filha a amar seu corpo como ele é, se a sua mãe não pode fazer o mesmo?”, relevou ao jornal Huffington Post.

Dando seguimento ao que acredita, Taryn produziu o livro e o documentário EMBRACE, que tem como objetivo encorajar mulheres a abraçar o seu próprio corpo, sem vergonha.

taryn-corpo-apos-maternidade-blog-agestante

O emocionante documentário e o livro, foram produzidos através de doações de organizações, associações e mulheres, que assim como Taryn, travam uma luta diária para se orgulharem de suas conquistas e de seus corpos.

Assista ao trailer do documentário:

Leia Mais

O tesão sumiu com a chegada do bebê?

blog-a-gestante-perda-libido

A primeira coisa que você precisa entender é que você mudou. Sendo assim os seus hábitos também mudaram. Tudo está diferente e isso é normal. Você não é nenhum ET por não ter vontade de fazer sexo com o seu companheiro.

Os dias do resguardo passaram, mas o bebê ainda depende de você, ele mama no peito, sente cólicas, chora, brinca, aprende e tudo isso ele faz com você. A mãe chega no período da noite esgotada, faz o bebê dormir sabendo que é bem possível que ele vá acordar em poucas horas, quem sabe até em alguns minutos. Tudo isso, além de cansativo, mexe com sua libido, pois aquela sexualidade que antes era nativa em seu corpo, algo quase enraizado em você é quase impossível de ser encontrada hoje, quando além de cansada, você está estressada e seu papel na sociedade e na sua cabeça mudou completamente, hoje você é mãe, não unicamente uma mulher. 

Talvez seja aí que more o problema, pois você deveria entender que ser mãe é parte de ser mulher. Uma opção, mas mesmo assim uma parte linda de ser mulher. Tudo bem que em momentos como esse você elege prioridades e no topo delas está o sono a comida e um banho e só depois disso você pensa no resto e mesmo assim, jogado para as últimas categorias das suas necessidades, se encontra o sexo, pelo qual o seu parceiro tanto anseia. Porém essa é uma via de mão dupla, pois você não pode esquecer que o seu parceiro também está passando por mudanças, assim como você, menos drásticas talvez, mas mesmo assim ele também está tendo que se readaptar e rever a rotina.

Enfrentar a perda da libido após a chegada do bebê é um desafio, mas as soluções para este caso devem partir de você. A vontade e o tesão não estão mais presentes em você por instinto, você terá que provocar e para isso você só precisa ser criativa e se permitir.

Nunca faça nada para satisfazer apenas o seu parceiro, busque a sua própria satisfação, faça isso por você. O processo de deixar de se sentir apenas mãe e passar a se sentir mãe e mulher pode ser demorado, mas você tem que encarar de cabeça erguida e fazer por onde.

Mas antes de tudo nunca esqueça que fazer sexo faz bem, principalmente para você. Sexo relaxa e produz a sensação de felicidade e euforia, tudo que você precisa para descansar e se livrar de parte do stress. Pense também que esse pode ser um momento único para você e seu parceiro, um momento de descobertas e auto conhecimento, pois ambos devem ir em busca do seu prazer.

A dica é: Para encontrar o tesão você precisa procurar ou resgatar o que te dá prazer. Leia sobre sexo, seja um livro ou conto erótico ou até mesmo um romance, a literatura pode ser uma aliada incrível. Fale com seu parceiro , proponha brincadeiras, vá devagar e se explore e explore seu parceiro. Não tenha vergonha, se abra.

Obs: Se o problema persistir e você não encontrar solução, procure o seu médico.

 

Leia Mais

Vídeo mostra a expectativa x realidade da criação dos filhos!

O canal do youtube Story of This Life é conhecido por produzir vídeos engraçados e verdadeiros sobre a saga da maternidade.

O vídeo “Quando nós formos pais” mostra a expectativa x realidade, quando o assunto é a criação dos filhos.

Impossível não se enxergar em algumas situações citadas no vídeo, que trata o assunto com bom humor e dá um tapa na realidade de toda família.

Afinal, quem nunca se pegou pensando “Meu bebê NUNCA fará tal coisa”. E é esse o trunfo do vídeo, que mostra situações para lá de engraçadas e totalmente verdadeiras que os pais passam, com alguma dramatização é claro!

Assista o vídeo:

Leia Mais

Mãe que amamenta filho de 3 anos usa redes sociais para desabafar sobre o preconceito!

jade-beall-amamentando-filho-agestante-blog

A britânica Jade Beall usou o Facebook para postar um manifesto em que externa sua preocupação e desabafa sobre sua decisão de ainda amamentar o filho de 3 anos e meio e sobre o preconceito que sofre com sua decisão.

Por incrível que pareça Jade não é a única a sentir o peso do preconceito. Mesmo hoje, em que as campanhas pró amamentação são presentes, extensas e atingem cada vez mais pessoas, muitas mães se sentem incomodadas com os olhares discriminativos que sofrem ao oferecer o peito aos filhos em locais públicos e as reclamações e constrangimentos são constantes por parte das mães.

A Organização Mundial da Saúde recomenda que os bebês se alimentem exclusivamente de leite materno até os 6 meses e que após esse período continuem mamando até pelos menos os dois anos de vida. A britânica Jade resolveu ir além, em uma decisão que só cabe a ela e sua família e continuou amamentando seu filho após o período recomendado.

Abaixo você pode ler na íntegra o desabafo de Jade.
“Autorretrato tirado hoje com meu filho. Existem muitas maneiras em que a amamentação precisa ser vista como algo normal. Para mim, agora, precisamos normalizar o aleitamento estendido, em livre demanda, com desmame guiado pela criança, com meu filho de 3 anos e meio. Admito que nunca mais amamentei meu filho em público. Sinto como se estivesse cometendo um crime, quando tudo o que estou fazendo é providenciar conforto e nutrição para o meu filho. Vejo que com o meu desconforto em amamentar meu filho em público nos últimos dias existe uma maneira completamente nova de promover e apoiar o feminismo.

Ainda tenho leite, ele ainda quer o seu “nah nah”, como ele chama o leite, e nada, absolutamente nada o acalma de maneira melhor… Tentei desmamá-lo várias vezes e, finalmente, me rendi e passei a deixar fluir meu relacionamento com o meu filho.

Se isso te ofende, me questione, antes de me xingar. Vamos aprender uns com os outros. Vamos nos livrar do medo das diferenças e nos encher de curiosidade e compaixão!

* Meu filho come normalmente. Amamentar é mais um suplemento a esse ponto e muito reconfortante para ele.

* Minha mãe me amamentou até eu completar 5 anos e eu ficaria muito orgulhosa se ela compartilhasse esse comprometimento comifo, se houvesse mídia social lá atrás, nos anos 1980, e eu cresci e me tornei uma mulher bonita e incrível, feminista, que ama seus pais.”

Leia Mais

Os estereótipos do mundo dos brinquedos e como uma mãe enfrentou isso!

Happy friends

Tudo começou quando a filha de de 3 anos de Rebecca Millar, Abigail, pediu para a mãe uma boneca. A tarefa seria simples, mas a menina não queria Barbies ou princesas da Disney. A pequena Abigail queria personagens da Marvel, mulheres de temperamento forte, independentes e totalmente fora dos padrões que até então faziam a cabeça e dominavam os sonhos de meninas na faixa etária de Abigail, personagens como a Viúva Negra dos Vingadores e Gamora de Guardiões da Galáxia eram as favoritas da pequena.

Vivendo na cidade de Melbourne na Austrália, Rebecca foi as compras, para satisfazer um desejo relativamente simples da filha. Porém o que a australiana percebeu abriu os olhos dela e de suas amigas para um fato que até então passava despercebido. Elas não encontraram exemplares de qualidade de bonecas como a Viúva Negra ou Gamora. Haviam no entanto, muitos bonecos com representações variadas do Homem de Ferro, Thor e Capitão América.

Passada a frustração inicial, Rebecca encontrou uma boneca estilo Barbie, porém ruiva e resolveu customizar a peça para que se parecesse com a Viúva Negra. Assim começou uma prática que acabou virando febre entre as mães e amigas da filha de Rebecca.

Hoje, Rebecca já tem 30 modelos de bonecas totalmente customizadas e que ela vende por encomenda pela internet.

Mas a reflexão permanece, será que este é um estereótipo ou a indústria realmente influência as meninas e até mesmo os meninos a ter um padrão de brincadeiras? Atualmente a discussão tomou grandes proporções, sendo que algumas escolas brasileiras já tem por padrão não adotar brinquedos exclusivamente masculinos ou femininos para hora da brincadeira dos pequenos, optando por peças que sejam de uso comum e incentivando tanto meninos quanto meninas a brincarem com todos os tipos de brinquedos disponíveis.

Mas o pensamento de que a indústria de brinquedos precisa se modernizar é uma constante e os pais também precisam participar ativamente desta mudança.

Leia Mais

Polêmica – Blogueira divulga que filho de 5 meses já utiliza a privada

largar-fraldas-blog-agestante

Na última semana, uma blogueira causou polêmica ao afirmar que ensinou seu bebê a utilizar a privada.

É bom lembrar que cada família tem sua maneira de ver esta questão sendo que alguns pais são adeptos das fraldas descartáveis, outros se renderam as fraldas de pano e alguns optam por não utilizar nenhuma fralda.

O método utilizado pela blogueira Manuela Tasca é chamado de Elimination Communication e é adotado em sua maioria por pais que enxergam vantagens ambientais e econômicas ao ensinar a criança a utilizar o vaso desde os primeiros meses de vida.

O método consiste basicamente em prestar atenção aos sinais que  criança emite quando quer fazer suas necessidades e colocá-la na privada até que ela consiga eliminar essa necessidade.

Especialistas alertam que o método pode prejudicar o desenvolvimento fisiológico da criança:
É de comum acordo na comunidade médica que o momento de abandonar as fraldas muda de criança para criança, mas que normalmente começa a ser manifestado em torno dos 18 meses de vida. Antes disso a criança não está preparada fisiologicamente. Além disto, a retirada da fralda nos primeiros meses do bebê pode causar stress, se não for bem conduzida.

A dica é: Não embarque em nenhum método sem antes estar preparada para encará-lo. Paciência e dedicação são necessárias em qualquer método que você for adotar, então estude, fale com o pediatra do seu filho e entenda os prós e contras antes de tomar uma decisão.

Leia Mais

Os perigos da soneca no bebê conforto!

blog-agestante-loja-virtual

Estudo que investigou 47 mortes de bebês e crianças menores de 2 anos revelou que 52% dos óbitos foram causados por estrangulamento no cinto de segurança.

Uma das artimanhas mais utilizadas pelos pais para fazer os bebês dormirem pode ser um perigo. Os especialistas chegaram a conclusão de que mesmo sendo imprescindíveis para manter a segurança do seu filho quando o carro está em movimento, estes assentos não foram projetados para o sono dos bebês.

O objetivo do estudo é sinalizar aos pais a importância de que as cadeirinhas e o bebê conforto sejam utilizados apenas nos locais para os quais foram projetados, evitando o uso dentro de casa.

Como os assentos destes equipamentos são curvos, a criança pode ter uma asfixia posicional e quanto mais nova e menor for o bebê maior a chance disso acontecer, por isso a atenção é tão necessária.

Mas não esqueça,  as cadeirinhas de carro são obrigatórias e previnem óbitos em acidentes. Nos Estados Unidos, por exemplo, onde há pesquisas extensas sobre o assunto, o uso das cadeirinhas diminuiu em 70% o número de mortes de crianças até 4 anos em caso de acidentes de trânsito.

Então a dica é: Nunca deixe o bebê tirar um cochilo no bebê conforto ou na cadeirinha após retirá-lo do carro. Os assentos são feitos e projetados para proteger o seu bebê em caso de acidentes de trânsito e só isso. Na hora da soneca, transfira o seu bebê para o berço ou superfície adequada para o sono.

Leia Mais

Entram em vigor novas regras sobre parto

Entrou em vigor nesta segunda-feira, dia 06 de julho de 2015, a nova regra da Agência Nacional de Saúde para estimular o parto normal em detrimento a cesárea. A Resolução Normativa nº 368 prevê, entre outras coisas, que a gestante tenha o direito de saber a porcentagem de partos normais e cesarianas de seu plano de saúde, de seu hospital e de seu médico.

Para tirar as suas dúvidas e deixar tudo esclarecido da forma mais completa possível a A Gestante reproduz abaixo o artigo publicado na página oficial da Agência Nacional de Saúde (ANS).

Segue abaixo a reprodução.

 

Fonte: http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/qualidade-da-saude/2923-entram-em-vigor-novas-regras-sobre-parto-na-saude-suplementar

Começam a valer a partir desta segunda-feira (06/07) as novas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para estimular o parto normal e reduzir as cesarianas desnecessárias. Com a entrada em vigor da Resolução Normativa nº 368, as operadoras de planos de saúde, sempre que solicitadas, deverão divulgar os percentuais de cirurgias cesáreas e de partos normais por estabelecimento de saúde e por médico. Também serão obrigadas a fornecer o Cartão da Gestante e a Carta de Informação à Gestante, no qual deverá constar o registro de todo o pré-natal, e exigir que os obstetras utilizem o Partograma, documento gráfico onde é registrado tudo o que acontece durante o trabalho de parto.

“O parto é um dos momentos mais importantes na vida de uma mulher e de sua família e nós acreditamos que, ao fornecer informações qualificadas à mulher, ao informá-la sobre os riscos que podem ser gerados em decorrência de um procedimento cirúrgico desnecessário, ela estará mais segura na decisão em relação ao seu parto, escolhendo o melhor para sua saúde e a de seu bebê”, afirma o diretor-presidente da ANS, José Carlos de Souza Abrahão. “Essa medida é parte de uma estratégia maior da ANS, que busca incentivar o setor – beneficiárias de planos de saúde, operadoras, hospitais e médicos – a mudar o modelo de assistência ao parto e nascimento, promovendo uma crescente melhoria nos cuidados à gestante e à criança”, completa.

O Partograma passa a ser considerado parte integrante do processo para pagamento do procedimento. Nos casos em que houver justificativa clínica para a não utilização do documento, deverá ser apresentado um relatório médico detalhado. Se a cirurgia for eletiva, o relatório médico deverá vir acompanhado do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado pela beneficiária, que substituirá o Partograma no processo de pagamento do procedimento.

Com o Cartão da Gestante, qualquer profissional de saúde terá conhecimento de como se deu a gestação, facilitando um melhor atendimento à mulher quando ela entrar em trabalho de parto. A Carta de Informação à Gestante contém orientações e informações para ela tenha subsídios para tomar decisões e vivenciar com tranquilidade o parto. E o Partograma é importante para casos em que, por exemplo, haja troca de médicos durante o trabalho de parto. Nele devem constar informações como se a mulher é diabética, tem hipertensão, que remédios está tomando, como estão as contrações, se há sofrimento fetal, se o parto não progride, entre outras.

As informações sobre as taxas de partos devem estar disponíveis no prazo máximo de 15 dias, contados a partir da data de solicitação. As operadoras que deixarem de prestar as informações solicitadas em cumprimento à Resolução Normativa pagarão multa de R$ 25 mil.

“Para ter acesso aos números de partos normais e de cesáreas, a beneficiária deverá solicitar à operadora, através dos canais de comunicação disponibilizados – telefone, e-mail, correspondência ou presencialmente. Os dados devem ser fornecidos por escrito e em linguagem clara”, explica Raquel Lisbôa, gerente-geral de Regulação Assistencial da ANS.

Info_parto

 

 

Campanha Parto é Normal – Para oferecer às beneficiárias de planos de saúde um conjunto completo de informações sobre as novas regras e envolver todo o setor nas ações de incentivo ao parto normal, a ANS também está lançando a campanha “Parto é Normal”. Todas as informações relativas à nova normativa e demais ações implementadas pela Agência, bem como dados importantes que possibilitem à gestante tomar a decisão mais adequada sobre o parto estão sendo disponibilizadas no portal da ANS, em uma área específica dedicada ao tema. Há ainda duas peças gráficas – um folder e um cartaz – que podem ser baixadas do portal, para que operadoras, prestadores e demais interessados em participar das ações ajudem a divulgar a campanha.

Desde 2004 a ANS vem trabalhando para promover o parto normal e reduzir o número de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar. Entre as ações, se destacam a inclusão, no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, de cobertura obrigatória para parto acompanhado por enfermeira obstétrica e acompanhante (sem custos adicionais) durante pré-parto, parto e pós-parto imediato; e o Projeto Parto Adequado, que visa mudar o modelo de atenção ao parto, baseado nas melhores evidências científicas disponíveis. O projeto é desenvolvido em parceria com o hospital Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), com apoio do Ministério da Saúde.

Riscos associados à cesariana – Atualmente, o percentual de partos cesáreos na saúde suplementar é de 84,6%. A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: o parto prematuro aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados a prematuridade.

Linha_do_Tempo_Ações_Parto_Normal

 

PERGUNTAS E RESPOSTAS – RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 368

1. Qual o objetivo da RN nº 368 que está entrando em vigor?

Garantir o acesso à informação das beneficiárias de planos de saúde (gestantes ou não) aos números totais e percentuais de cirurgias cesáreas e de partos normais, por operadora, por estabelecimento de saúde e por médico; e estabelecer a normatização para a utilização do Partograma, do Cartão da Gestante e da Carta de Informação à Gestante. Com isso, a ANS quer oferecer informações de qualidade para que a mulher possa tomar, em conjunto com seu médico, a decisão sobre o seu parto.

2. Que resultados a ANS espera com essa medida?

Essa é uma das iniciativas que a ANS está propondo para mudar o modelo de assistência ao parto e nascimento na saúde suplementar. O objetivo é reduzir os riscos decorrentes de cesarianas desnecessárias e promover crescente melhoria no cuidado para a mulher e o bebê. Para atingirmos esses resultados, é fundamental que haja a disseminação de informações para a gestante e sua família e que sejam utilizados instrumentos eficazes para o acompanhamento de todo o período de gestação, até o trabalho de parto e o pós-parto.

3. Como conseguir os dados sobre parto normal e cirurgia cesariana da minha operadora?

A beneficiária ou seu representante legal deverá solicitar à operadora de plano de saúde os quantitativos de partos normais e de cesarianas da própria operadora, do médico assistente ou da maternidade na qual pretende realizar seu parto. O pedido deve ser feito pelos canais de comunicação disponibilizados pela operadora: telefone, e-mail, correspondência ou presencialmente. A operadora deverá fornecer à beneficiária ou seu representante legal o número total e os percentuais de partos normais e cirurgias cesarianas solicitados. A beneficiária poderá solicitar as informações sobre mais de um prestador médico ou prestador hospitalar.

4. De que forma a operadora deve responder à solicitação da beneficiária ou seu representante legal e em quanto tempo?

A operadora deverá responder à demanda da beneficiária ou seu representante legal em linguagem clara, adequada e por escrito. A resposta pode ser fornecida presencialmente, por correspondência ou por meio eletrônico conforme escolhido pela beneficiária ou seu representante legal. O prazo para o fornecimento da resposta é de 15 dias contados a partir da data da sua solicitação.

5. A operadora deverá fornecer informação sobre prestadores de serviços que não constem de sua rede assistencial, ou seja, médicos que são acessados por livre escolha da beneficiária ou seu representante legal?

A operadora deverá fornecer informações dos prestadores que compõem sua rede assistencial, seja contratada, credenciada ou referenciada. A operadora não é obrigada a fornecer informações sobre prestadores de serviço de ‘Livre Escolha’, ou seja, aqueles que não pertencem à sua rede assistencial contratada, credenciada ou referenciada, portanto, que não constam nos livros de indicação de prestadores de serviço ou nos sítios eletrônicos das operadoras.

6. Caso a operadora não responda à solicitação, o que a beneficiária ou seu representante legal podem fazer?

A beneficiária ou seu representante legal poderão entrar em contato com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), através dos seus canais de atendimento – Disque ANS (0800-701-9656), Fale Conosco (e-mail enviado pelo site da ANS – www.ans.gov.br), canal de recebimento de correspondências endereçadas à ANS ou se dirigir pessoalmente a um dos Núcleos de Atendimento e formalizar a denúncia contra a operadora.

7. O que acontece à operadora que se recusar a fornecer as informações dispostas na RN 368?

O não atendimento da solicitação da beneficiária, no prazo máximo de 15 dias contados a partir da data da sua solicitação, acarretará em sanção e multa estabelecidas nos normativos vigentes da ANS. O valor da multa é de R$ 25 mil.

8. O que é o Cartão da Gestante?

É um instrumento de registro das consultas de pré-natal, no qual o obstetra deverá registrar os principais dados de acompanhamento da gestação. No Cartão da Gestante também deve conter a Carta de Informação à Gestante. O Cartão da Gestante deve permanecer na posse da gestante para que ela possa apresentá-lo em todos os estabelecimentos de saúde que utilizar durante a gestação e na maternidade, em casos de urgência ou quando for admitida em trabalho de parto.

9. Quais são os principais dados do acompanhamento da gestação?

Além dos dados de identificação da gestante e de seu obstetra, outros dados deverão estar registrados no Cartão da Gestante, como: resultados de exames de clínicos importantes na gravidez (tipo sanguíneo e Fator RH; Glicemia em jejum, HIV, etc); resultado das ultrassonografias; histórico de doenças com diabetes, hipertensão, tromboembolismo, etc.

10. Existe um modelo de Cartão da Gestante?

O modelo do Cartão da Gestante foi publicado como Anexo da RN 368/2015 e encontra-se disponível no portal da ANS na internet.

11. Como a gestante pode conseguir o Cartão da Gestante?

O Cartão da Gestante deverá ser disponibilizado pela operadora sempre que for solicitado por uma de suas beneficiárias que esteja em período gestacional.

12. Caso a beneficiária não esteja com o Cartão da Gestante em mãos, ela não poderá ser atendida?

A ausência do Cartão da Gestante não é impeditivo para qualquer tipo de atendimento.

13. O que é a Carta de Informação à Gestante?

A Carta de Informação à Gestante é parte integrante do Cartão da Gestante e tem como objetivo esclarecer as beneficiárias sobre as questões relativas ao pré-natal, à gestação e aos direitos das gestantes, entre os quais, o direito a um acompanhante de sua livre escolha no pré-parto, parto e pós-parto imediato.

14. O que é o Partograma?

O Partograma é um instrumento gráfico de acompanhamento da evolução trabalho de parto e das condições maternas e fetais.

15. Qual o objetivo do Partograma?

O Partograma foi desenvolvido com a finalidade de reduzir a morbimortalidade materna e fetal e deve conter as principais informações acerca de sinais que apontem para a necessidade de mudança da via natural do parto, bem como quaisquer outras intervenções que se façam necessárias.

16. Existe um modelo de Partograma?

Existem vários modelos de Partograma que podem ser utilizados, desde que contenham os dados mínimos indicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), conforme modelo disponibilizado no Anexo III da RN 368.

17. Porque o Partograma é parte do processo do pagamento do procedimento parto?

Por se tratar de um instrumento simples, de baixo custo, recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e de fundamental importância para o monitoramento do trabalho de parto, o Partograma foi incluído com um dos documentos necessários para o faturamento do procedimento como forma de induzir a sua utilização no setor de saúde suplementar.

18. Se o médico não entregar o Partograma, a operadora poderá ser punida?

O Partograma é um documento importante, que vai informar como se deu o trabalho de parto e quais foram os procedimentos adotados pela equipe médica até o nascimento do bebê. Caberá à operadora cobrar do médico a entrega do documento. Nos casos que não for possível elaborar o Partograma, ele deverá entregar um Relatório Médico detalhado que justifique a ausência.

19. Caso haja uma complicação e o médico indique uma cesariana antes do início do trabalho de parto, o parto será coberto pela operadora?

Sim, o parto é um procedimento de cobertura obrigatória para os planos de saúde de segmentação hospitalar com obstetrícia. Caso haja uma indicação clínica para a cesariana, o médico deverá elaborar um Relatório Médico consubstanciado, justificando a sua indicação. Esse Relatório Médico irá substituir o Partograma para fins de faturamento do procedimento. Desse modo, o pagamento do procedimento “parto” está condicionado ao Partograma ou ao Relatório Médico, justificando a indicação da cesariana.

20. No caso de cesariana a pedido da gestante, a operadora deve cobrir o procedimento?

Sim, a operadora deverá cobrir o procedimento. O Código de Ética Médica, no artigo 24 do capítulo IV, que versa sobre os Direitos Humanos, dispõe que é vedado ao médico “Deixar de garantir ao paciente o exercício do direito de decidir livremente sobre sua pessoa ou seu bem-estar, bem como exercer sua autoridade para limitá-lo”. Entretanto, como a cirurgia cesariana a pedido da gestante é um procedimento cirúrgico que acarreta riscos para a mãe e o para o bebê, o Partograma deverá ser substituído no processo de pagamento por um Relatório Médico, constando um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado pela gestante.

21. O que deve constar no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para a cirurgia cesariana a pedido da gestante?

O termo deve conter as indicações e os riscos da cirurgia cesariana; a identificação do médico assistente pelo nome completo, número do registro profissional e assinatura; e a identificação da paciente pelo nome completo, número de documento de identificação válido e assinatura.

22. Quais são hoje os principais motivos para o grande número de cesarianas na saúde suplementar? Como a ANS acredita que essas questões serão solucionadas com as medidas anunciadas?

Há estudos que apontam razões diversas para o aumento de cesáreas, como o melhor controle da agenda do médico e do estabelecimento de saúde onde o parto será realizado; a preferência da mulher por considerar que será um parto sem dor; a certeza da existência de leito no dia e horário definidos. Mas o que é preciso ressaltar é que o parto é uma questão de saúde da mãe e do bebê. A cesariana é um procedimento cirúrgico e, como tal, envolve riscos maiores. Por esse motivo, ela só deve ser realizada nos casos em que realmente houver necessidade, de acordo com indicação médica. A ANS vem há pelo menos 10 anos aplicando esforços na redução das cesáreas na saúde suplementar. As ações não foram suficientes por si só para frear as cesáreas, por isso, estamos concentrados agora em medidas mais incisivas.

Na noite do dia 07 de julho, a ANS declarou que a mulher vai poder optar pela cesárea mesmo que não haja indicação médica sobre o comprometimento da saúde da mãe ou de bebê, desde que ela assine um termo de consentimento sobre os riscos da cirurgia. 

Leia Mais

5 dúvidas sobre beleza que toda grávida possui!

02-07

 

Impossível não sentir dúvida sobre o que usar e principalmente sobre o que não usar na gravidez. Vem ver 5 dúvidas de beleza que toda grávida tem.

1: Pode fazer depilação com cera?

Sim. A única recomendação médica, porém, é que o método seja evitado no período final da gravidez, a partir da 34a semana. Retirar os pelos aumenta o risco de infecção na cicatriz de quem irá fazer cesárea.

2: A drenagem linfática é faz mesmo bem?

Essa técnica de massagem que direciona o excesso dos líquidos do corpo para os gânglios linfáticos é bem recomendada para gestantes, pois melhorar a retenção de líquido que é típica da gravidez.

Mas a drenagem não está liberada para qualquer grávida. Gestantes com hipertensão não controlada, insuficiência renal, trombose venosa profunda ou qualquer doença relacionada ao sistema linfático não devem receber a massagem.

3: Alguma maquiagem ou componente delas pode causar algum mal?

Fique atenta se o pó ou a base não possui em sua composição algum clareador ou antioxidante – nesse caso, o melhor é não usar ou consultar o médico, sendo uma boa opção utilizar as maquiagens minerais, que são mais naturais e causam menos alergia

4: Pode fazer escova progressiva?

Esse procedimento não é recomendado durante a gravidez, pois existem estudos que sugerem maior risco de leucemia e neuroblastoma pelo uso de tinturas e alisantes. Isto sem falar na probabilidade de intoxicação pela presença de substâncias como o formol.

5: Todo tipo de hidratante é liberado?

Cremes e loções hidratantes podem ser usados sem restrição, a menos que contenham retinol ou substâncias como cânfora, ureia e chumbo. É que a cânfora está associada a uma maior probabilidade de malformações e aborto; já a ureia ameaça o desenvolvimento do feto caso atravesse a placenta; e o chumbo, mesmo em baixas concentrações, oferece um grande risco para a mãe e para o bebê ao elevar a pressão arterial e causar intoxicações na grávida.

Leia Mais