A resposta de uma mãe aos recados da escola na agenda do filho viraliza.

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Cada vez que a agenda do seu filho volta com ele da escola e há algum bilhete, você já se perguntou a quem e como ele é direcionado?
Pois foi isso que uma mãe questionou em sua resposta ao direcionamento da escola.

A mãe não achou justo que todos os recados que vinham na agenda do filho Jorge estivessem endereçados somente as mães e fez questão de responder solicitando uma mudança de atitude da escola em relação a isso.

O bilhete em questão solicitava que as crianças levassem frutas para preparar uma salada de frutas para comemorar a chegada do outono.
Kate deu a seguinte resposta para a escola: “Entendo que muitas vezes é a mãe quem se encarrega das tarefas domésticas e dos filhos, mas precisamos lembrar que “papais” também são responsáveis e que muitas crianças são criadas por outros membros da família, como avós, tios, tias, etc. Assim, seria uma maneira de não repetirmos esse discurso que só responsabiliza a mãe/mulher pelo cuidado com a casa e os filhos (as)”.

Confira:

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Organização Mundial da Saúde divulga nota sobre segurança das vacinas para gestantes no Brasil

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Desde de que o Zika Vírus foi responsabilizado pelo aumento dos casos em microcefalia no país que diversas teorias têm surgido em torno do tema.

Uma destas teorias dizia respeito à ligação entre os casos de microcefalia e aplicação de vacinas vencidas em gestantes.

O boato de que grávidas do Nordeste teriam recebido vacina vencida e por isso o aumento nos casos de microcefalia, cresceu tanto que motivou uma manifestação da OMS.

Segundo nota divulgada pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) “são falsos os boatos associando vacinas para gestantes com microcefalia. A vacinação é um ato preventivo de promoção e proteção da saúde, considerado prioritário pela organização, por beneficiar a mãe e o bebê.”
A entidade ainda garante que “as vacinas que a organização recomenda para as gestantes e que são oferecidas no Sistema Único de Saúde (SUS) são seguras e eficazes“.

Confira a íntegra da nota com a explicação de vacinas recomendadas na gestação:

15 de fevereiro de 2016 – A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) esclarece que são falsos os boatos associando vacinas para gestantes com microcefalia. A vacinação é um ato preventivo de promoção e proteção da saúde, considerado prioritário pela organização por beneficiar a mãe e o bebê. O Programa Nacional de Imunizações brasileiro segue o conceito de vacinação segura da OPAS/OMS, que envolve um conjunto diferenciado de aspectos relacionados ao processo de vacinação.

As vacinas que a organização recomenda para as gestantes e que são oferecidas no Sistema Único de Saúde (SUS) são seguras e eficazes.

A vacinação contra o tétano neonatal é feita há muitas décadas no Brasil e foi decisiva para tornar essa doença rara no país. Desde o ano 2000, mais de 22 milhões de doses já foram administradas em gestantes. Além disso, para reforçar ou complementar o esquema de imunização, foi incluída em 2014 no Calendário Nacional de Vacinação da gestante a vacina contra difteria, tétano e coqueluche (pertussis acelular) – dTPa. O produto é disponibilizado para mulheres grávidas a partir da 27ª semana de gestação e pode ser administrada até 20 dias antes da data provável do parto.

O objetivo é diminuir a incidência e mortalidade por coqueluche nos recém-nascidos ao permitir a passagem de anticorpos maternos por via transplacentária para o feto, que nos primeiros meses de vida ainda não teve a oportunidade de iniciar e/ou completar o esquema vacinal. Essa vacina é utilizada em cerca de 35 mil postos de vacinação em todo o país. De novembro de 2014 a dezembro de 2015, foram administradas 1,2 milhão de doses em gestantes.

A vacina contra a influenza também é recomendada na gestação devido ao risco de complicações causadas por essa doença, principalmente no terceiro trimestre de gestação. Diversas evidências científicas mostram que a gripe durante a gravidez é mais grave e expõe as mulheres e os recém-nascidos a riscos que podem ser evitados pela vacinação. Desde 2010, já foram administradas mais de 11 milhões de doses nesse grupo.

A vacina contra a rubéola não está no calendário da gestante e, conforme vários estudos internacionais, sua aplicação em mulheres que ainda desconheciam a gravidez não resultou em qualquer consequência negativa para o feto. Desde o ano 2000, o Brasil desenvolve estratégias para chegar à população feminina e proteger contra rubéola. Mais de 70 milhões de doses já foram administradas em mulheres em idade fértil no país.

Então fiquemos atentas, mamães. Não entrem em boatos e tentem sempre se proteger.

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Até quando esperar para engravidar por conta do Zika Vírus?

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Está aí uma pergunta que não quer calar. Quem está grávida, está em uma angústia sem fim. Quem tinha planos de engravidar está afundada em incertezas. Mas até quando esperar?

Não há resposta. Em virtude do Zika Vírus as clinicas de fertilidade estão orientando que suas pacientes não iniciem tentativas até pelo menos abril. Outros especialistas estão sugerindo esperar cerca de seis meses. Mas por enquanto não há orientação oficial. Tudo está em suspenso, sem parâmetro.

Portanto o recomendado é esperar, pois as autoridades médicas estão lidando com o surgimento de algo novo, nunca visto antes, para eles também é tudo novo e até assustador.

Não esqueça que apesar do uso de repelente ser indispensável ele, sozinho, não é suficiente para proteger da picada do mosquito. Use telas de proteção em casa e dê preferência a roupas longas, cobrindo pernas e braços, e claras, que, por brilharem mais, evitam a aproximação do mosquito. Vale lembrar que o Aedes tem preferência por extremidades e voa até 1,20 metro – portanto, não se esqueça de proteger os pés!

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Governo proíbe propaganda de alimentos infantis, para incentivar a amamentação!

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A partir de novembro de 2016, uma no após a publicação do decreto, não será mais permitida publicidade de produtos como papinhas, leites artificiais e até mesmo de mamadeiras. O decreto visa incentivar a amamentação eliminando propagandas de alimentos que sejam prejudiciais a este fim.

O decreto restringe ainda descontos e promoções deste tipo de alimento em supermercados. Não serão permitidas embalagens com fotos, desenhos e outros que induzam a utilização.
As embalagens terão que ser ainda mais específicas sobre idade correta para consumo, destaque sobre risco da má utilização e instruções para uso correto.

A legislação também determina que no caso de chupetas, mamadeiras e bicos, sejam informados os prejuízos ao aleitamento materno. “Também é proibida a atuação de representantes comerciais nas unidades de saúde, salvo para a comunicação de aspectos técnico-científicos dos produtos aos pediatras e nutricionistas”.

O Decreto 8.552/2015, que regulamenta a Lei 11.265/2006, foi assinado no dia 3 pela presidente Dilma Rousseff na 5ª edição da Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

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Zika Vírus é encontrado em bebês com microcefalia

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O Ministério da Saúde confirmou nesta semana que foram encontrados no líquido amniótico de duas gestantes da Paraíba, o Zika vírus. Os bebês dessas duas gestantes apresentam microcefalia e essa é a principal hipótese para o grande aumento de casos da doença na Região Nordeste do país.

Até o momento, foram registrados cerca 399 casos nos estados de Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba, Bahia e Ceará.

Só em Pernambuco já são 268 casos registrados, quando a média era de dez casos por ano.

A relação entre o Zika vírus (transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo transmissor da dengue) e a microcefalia é inédita no mundo e até o momento não consta na literatura científica mundial.

O ministério da saúde já enviou orientações para as secretarias estaduais de saúde de todo o país sobre notificação, vigilância e assistência às gestantes.

Mas o que é microcefalia?

Caracterizada por uma malformação cerebral, que faz com que o crânio não se desenvolva de forma normal e não tem cura​. As causas tem diversas origens, como drogas consumidas pelas gestantes e agentes biológicos (bactérias, vírus e radiação)

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Mãe cancela consulta após médico dizer que seu filho é “cheio de manias” porque mama sob demanda

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Marília Borges mora em Brasília, tem 23 anos é enfermeira e mãe de um menino de poucos meses.

Nesta semana, ela levou o filho para uma consulta de rotina a um pediatra, Enquanto ela esperava na sala de espera do consultório o bebê sentiu fome e ela prontamente cedeu o peito. Marília foi chamada para a consulta e entrou no consultório médico amamentando seu filho, assim que entrou, para sua surpresa, algo aconteceu:

“Entrei no consultório do pediatra amamentando, antes do bom dia ele falou:

_ Por que esse menino ta mamando?

_ Porque ele estava resmungando de fome.

_ Quando foi a última hora que ele mamou?

_ Há uns 30min.

_ Por isso não gosto de criança de outros médicos, chega aqui cheios de mania!”.

“Não fizemos a consulta”, escreveu Marília em seu perfil no Facebook.

Marília afirmou em seu post que entendo a importância e os benefícios que aleitamento materno fornece ao seu filho e que a “A postura do médico me constrangeu, me machucou e ainda que de leve, me senti insegura como se eu estivesse fazendo algo de errado…”, escreveu Marília.

A enfermeira afirma que não irá mudar sua forma de conduzir a amamentação do filho.

A experiência de Marina não é isolada e várias mães passam por isso em seu dia a dia, até mesmo com os famosos pitacos de pessoas da família ou mesmo estranhos.

A dica é: Desenvolva uma relação de confiança com o pediatra para se sentir confortável. Procure um médico em com o qual você se sinta bem e a relação por si só será harmoniosa.

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Post de mãe viraliza, após bebê quase morrer por pegar herpes ao ser beijada

Claire Henderson fez um apelo no seu perfil no Facebook pedindo que sua postagem fosse compartilhada pelo maior número de pessoas possível, com o intuito de alertar os pais ao redor do mundo sobre uma prática comum, o beijinho nos bebês.

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A filha de Claire contraiu herpes labial ao ser beijada na boca. Assim que começaram o surgimento de bolhas nos lábios e bochecha, os pais da menininha  procuraram ajuda médica e a garotinha ficou cinco dias internada para tratamento. O vírus da herpes é potencialmente fatal para crianças com menos de três meses de idade, pois os bebês ainda não adquiriram imunidade contra certas doenças.

O herpes do recém-nascido é considerado uma infecção grave que pode causar danos permanentes no cérebro, fígado e pulmões, podendo levar à morte e é caracterizada pelo surgimento de pequenas bolhas na região da boca, que formam feridas. Os principais sintomas são dor, coceira, ardência e vermelhidão.

O contágio se dá pelo contato com a lesão, por meio de beijo, ou de objetos infectados.

Por isso a dica é: Não beije os bebês na boca, lave as mãos ao chegar da rua e lave bem e de preferência esterilize os objetos que terão contato com o bebê nos primeiros meses de vida.

 

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5 alimentos que toda criança até 2 anos deve evitar

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Um estudo recente da Sociedade Brasileira de Pediatria mostrou uma “elevada frequência de práticas e consumo alimentares inadequados em lactentes muito jovens”. E sem distinção de classes sociais.

Segundo a pesquisa “Alimentação complementar: práticas inadequadas em lactentes” é possível que “essas práticas levem ao aumento do risco de desenvolvimento futuro de doenças crônicas”, como alergias alimentares, obesidade, e anemia.

Bebês que têm uma alimentação familiar baseada apenas nesse tipo de alimentação correm o risco maior de terem deficiências de vitaminas e minerais essenciais para o seu desenvolvimento.

Saiba quais são os principais vilões e evite-os:

1: Refrigerante

O consumo de refrigerante está associado à obesidade infantil, à diminuição no consumo de leite e aumento no risco de osteoporose e ao aumento da incidência de cáries. Não trazem nutrientes, apenas conservantes, acidulantes, aromatizantes. Uma série de aditivos químicos que podem sobrecarregar o organismo do bebê de toxinas prejudicando o bom funcionamento. Além disso os refrigerantes do tipo “cola” têm alto teor de ácido fosfórico, que reduz a absorção do cálcio.

2: Leite de vaca

Um dos alimentos com maior risco para provocar o desenvolvimento de alergia alimentar em bebês é o leite de vaca, pois organismo infantil está adequado e preparado para receber o leite materno e não o de vaca. Se houver impossibilidade de alimentar o bebê com leite materno, utilize fórmulas infantis. O leite de vaca só pode ser oferecido depois dos 2 anos.

Isso vale também para os alimentos derivados do leite de vaca. Se possível, evite!

3: Achocolatados

Aqui o estrago é bem grande, pois contém leite de vaca, açúcar, chocolate, sódio, além vários outros conservantes. Nenhum desses ingredientes são indicados para uma criança menor de 2 anos.

4: Salgadinhos

Cheios de sódio, gordura saturada e conservantes, os salgadinhos são um perigo para o organismo do seu bebê, passe longe.

5: Sucos de caixinha

Apesar de parecerem uma opção saudável, eles não são. Contém conservantes, açúcar em demasia, e sódio em excesso. Um teste do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) mostrou que das 31 amostras de néctar de fruta, 10 foram reprovadas por terem menos quantidade de fruta que o exigido por lei e terem muito açúcar.

 

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Você sabe o que é diástase? Problema desenvolvido pela maioria das mulheres durante a gravidez.

A diástase é o afastamento dos músculos abdominais, não causa dor e poder ser revertido com atividade física.

A diástase ocorre quando a distância entre os dois músculos do abdômen ultrapassa dois centímetros, medida máxima considerada normal. É bom frisar que toda gestante termina a gravidez com um pouco de afastamento. No entanto, enquanto o tamanho do espaço pode ser extremamente exagerado para algumas mulheres devido à força que o útero aumentado exerce na parede abdominal durante a gestação, outras mães apresentam mais resistência a desenvolver o incômodo estético, caracterizado por uma linha afundada que vai do peito até o umbigo.

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Embora os sinais físicos da condição possam assustar as futuras mamães, a diástase não está associada a dor e pode ser percebida com exercícios de força abdominal. Contudo, mulheres que já tiveram diástase têm mais risco de desenvolvê-la novamente em gestações futuras.

Na maioria dos casos, o deslocamento regride normalmente. Mas, se isso não acontecer, o espaçamento que separa os dois lados da musculatura pode ser corrigido com exercícios abdominais para fortalecer a região ou com intervenção cirúrgica, em situações mais graves.

O porte físico da mãe quanto o tamanho do bebê está entre as principais causas da diástase. Predisposição da própria mulher à complicação, gestação múltipla e excesso de peso também influenciam.

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Pai escreve carta endereçada a vizinho que o xingou pelo choro do filho de um ano

Paciência é uma qualidade que está se extinguindo na sociedade atual e gerando polêmicas abertas.
Um morador do Rio de Janeiro perdeu completamente a paciência com o choro insistente de um bebê de um ano na madrugada do dia 20 de agosto. O pai do bebê, irritado e chateado com o comportamento alterado do vizinho, escreveu uma carta de resposta que foi exposta no mural do condomínio em que vivem.
Segundo o pai da criança, o bebê acordou assustado e demorou para se acalmar, o que é característico da maioria dos bebês e pediu desculpas e compreensão aos outros moradores.

Ao vizinho impaciente ele escreveu:
“Gostaria de me dirigir a uma pessoa em especial, que por duas vezes gritou na janela coisas do tipo:
Essa criança não vai parar de chorar? e ninguém vai pegar essa criança?… da próxima vez que algo dessa natureza acontecer, em vez de se esgoelar grosseiramente na janela, incomodando ainda mais os outros moradores, faça o favor de me interfonar… Terei o maior prazer em explicar que ninguém nesse mundo, gostaria mais que meu bebê de um ano parasse de chorar do que eu e a mãe dele… devido à grandiosidade do seu egoísmo, e a pequenez da sua humanidade, talvez você não seja capaz de morar em um condomínio…”

Leia a carta na integra:

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