Afinal, o que é parto humanizado?

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Muitas mamães ficam curiosas quando a expressão “parto humanizado” surge. A realidade é que a expressão é bem literal. Quando falamos de humanização, estamos nos referindo a algo mais humano, menos tecnológico e com menos intervenções que podem ser desnecessárias.

O parto humanizado é basicamente isso, respeitar as escolhas da mulher, prestar um atendimento focado nas necessidades desta e do bebê, mas obviamente sem colocar em risco a saúde de um ou de outro.

É a mulher que deve escolher onde ter o bebê, qual acompanhante quer na hora do parto, e em que posição se sente mais confortável na hora do nascimento. Bem como tem o direito de ser bem atendida e amamentar na primeira meia hora de vida do bebê. Para que tudo isso aconteça conforme o planejado é fundamental que o pré-natal tenha sido feito por um médico e que esteja tudo em ordem.

Muitas mulheres tem medo da dor na hora do parto e a expressão “parto humanizado” não deve ser mau interpretada. A expressão não quer dizer que você obrigatoriamente terá um parto natural ou sem opções, lembre-se de que parto humanizado é uma forma de respeitar as escolhas da gestante e por isso, se você quiser uma anestesia, peça.

Mas e a cesárea? Pode ser humanizada?
A cesárea está ali para salvar vidas, quando o parto normal não é recomendado ou algo dá errado, então converse com seu obstetra e se esse for o seu caso, veja formas de deixar o procedimento cirúrgico com o seu jeito e menos formal, se este for o seu desejo.

O importante é que todos os tipos de parto visam atender as expectativas e vontades da mamãe, de acordo com as possibilidades e sem colocar em risco a saúde e a vida da mãe e do bebê, então, por fim, a vontade da gestante sempre deve ser respeitada e acatada.

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Dicas para manter o bebê confortável no calor

 

O outono já chegou, mas em muitas regiões o calor ainda vai demorar para dar trégua, por isso saiba como proteger o seu bebê do calor com dicas simples.

  • Evite roupas sintéticas e dê preferência para o algodão, pois ele deixa a pele do bebê respirar e é mais leve.
  • Os pediatras não recomendam que você utilize protetor solar pelo menos até os 6 meses do bebê, por isso invista em chapéus, bonés e nunca deixe o bebê por um longo tempo exposto ao sol. A pele do bebê é muito delicada e sofre queimaduras com muita facilidade.
  • Das 10h às 17h evite ficar no sol. Prefira ficar em casa ou sob a sombra de alguma proteção.
  • Deixe o carrinho e o berço livres de colchas, travesseiros, protetores de berço e tudo que possa esquentar o ambiente ou prejudicar a circulação de ar.
  • Se possível deixe o bebe peladinho por um tempo, sem fraldas ou roupas. Mesmo sendo de boa qualidade a fralda esquenta muito a pele do bebê e em dias muito quentes pode provocar assaduras. Se você conseguir deixar o bebê pelado por algum tempo você deixará com que a pele do bebê respire e isso será de grande ajuda.
  • No caso de bebês pequenos, amamente o bebê mais vezes, para que ele possa ficar hidratado. Bebês de menos de 6 meses que mamam no peito não precisam tomar água, mesmo no calor. Estudos já mostraram que, desde que os bebês sejam amamentados quando pedem, eles não ficam desidratados. No caso de crianças maiores dê água frequentemente.
  • Evite utilizar óleos, cremes e talcos no bebê nos dias de muito calor, passe apenas a pomada contra assaduras e deixe de lado todo o resto.

Com essas dicas simples você verá a diferença no conforto do seu bebê.

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Os fogos de artifício fazem mal para a saúde do bebê?

Não se desespere, os bebês não sofrem nenhum mal físico por conta dos fogos de artifício, porém o barulho causa desconforto, pois assusta os bebês e as crianças pequenas.
Pense que os fogos normalmente vem acompanhados de comemorações e amontoado de pessoas, o que não é comum a rotina do bebê.
Pondere se levar o bebê para um local muito movimentado ou barulhento é uma boa opção, pois muitas crianças que não acostumadas a barulho e multidões podem ficar realmente apavoradas.
Crianças de até 6 meses tem maior dificuldade com barulhos fortes e sons repentinos, crianças maiores ficam com medo das cores e dos formatos, por não entenderem do que se trata.
Nunca coloque algodões ou tampões nos ouvidos do bebê, pois eles não bloqueiam o som e podem causar problemas mais sérios. Se você achar pertinente, compre abafadores de som específicos para crianças.
Você tem duas opções nas festas de final de ano:

  • Deixe o bebê acordado e aja de maneira positiva, incluindo o bebê nas comemorações e fazendo com que ele entenda que aquele é um momento de celebração, onde todos estão envolvidos.
  • Faça o bebê o dormir e o coloque em um ambiente o mais silencioso possível. A chance dele não acordar na hora que os fogos começarem é bem grande.

Não esqueça de ficar calma e preparada pois esses momentos são inevitáveis e o seu bebê tem em você um porto seguro. Se você estiver calmo e centrado meio caminho já está traçado para que vocês consigam alcançar a serenidade que o momento exige.

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Você sabe o que é o teste da linguinha e sua importância?

No mês de junho de 2014 a presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei 13.002 que obriga as maternidades e os hospitais a realizarem o “teste da linguinha” nos recém-nascidos, antes de eles irem para casa.
O exame detecta se há uma alteração no frênulo – membrana que liga a língua ao assoalho da boca, popularmente conhecida como “freio”. Se o bebê tiver o problema, pode apresentar dificuldades de sucção e deglutição, que atrapalham a amamentação. Outra consequência é a língua presa: a criança poderá ter dificuldade na fala e na mastigação.
A Lei é uma forma de triagem para detectar os casos que merecem atenção. Nem todos os casos precisam de cirurgia de correção – tudo depende do grau de comprometimento. Mas, caso a operação seja necessária, o Sistema Único de Saúde paga o procedimento para corrigir o problema para pessoas de todas as idades. O ideal, no entanto, é que ocorra o mais cedo possível. Nos recém-nascidos, o procedimento é simples, Quando a criança é mais velha, a operação é mais dolorida e há cuidados pós-operatórios.
Por isso, pergunte na maternidade se o teste foi realizado, antes de levar o seu bebê para casa.

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Como evitar acidentes com as crianças

Apenas com uma breve olhada na sua casa você pode identificar vários objetos, substâncias e situações potencialmente perigosas para que crianças sofram acidentes.

Os acidentes são a principal causa de morte de crianças entre 1 e 9 anos, no Brasil. Nesta faixa etária os acidentes causaram 3.142 mortes e 75 mil hospitalizações só no ano de 2012.

O relatório foi elaborado pela Rede Nacional Primeira Infância, que reuniu uma série de dicas de como proteger os pequenos dos acidentes, sendo que a maioria deles acontece dentro da própria casa.

  • Nunca deixe o bebê sozinho na banheira e sempre teste a temperatura da água antes.
  • Guarde medicamentos, venenos, produtos de higiene e de limpeza longe do alcance  dos menores de 4 anos.
  • Ao adquirir brinquedos, observe se há selo do Inmetro e consulte a indicação de idade. Evitar brinquedos com pontas afiadas e os que produzam sons altos.
  • No berço, retire todos os brinquedos, travesseiros e objetos macios. As grades devem ter, no máximo, seis centímetros entre si.
  • Não deixe o bebê dormir na cama do casal, pois pode haver sufocação e quedas.
  • Janelas, lajes e sacadas devem ter grades ou redes de segurança.
  • Escadas devem ter portões de segurança no topo e na base.
  • Armas de fogo devem ser trancadas fora do alcance de crianças. A munição deve ser trancada em local separado.
  • A cozinha é o local de maior risco da casa: evite e entrada da criança quando estiver fazendo alimentos quentes.
  • Usar as “bocas” de trás do fogão e vire o cabo das panelas para fora do alcance das crianças.
  • No carro, crianças com menos de 10 anos devem se sentar no banco de trás, em cadeiras de segurança de acordo com o seu tamanho e até 36 Kg. Acima de 1,45m de altura, elas devem usar sempre o cinto de segurança de 3 pontos.
  • Ensine a criança a se comportar com segurança no trânsito: parar na calçada e olhar para os dois lados antes de atravessar a rua, somente sobre a faixa de pedestres e com o farol aberto para elas.
  • Crianças com menos de 10 anos não devem atravessar a rua sozinhas.
  • Nos parquinhos, verifique se os equipamentos são apropriados para a idade da criança e fique atento à presença de ferrugem, pregos expostos, superfícies instáveis ou quebradas.
  • Em piscinas, mar, rios e lagos a criança deve estar sempre sob supervisão de adulto.
  • Baldes e bacias devem ser mantidos no alto quando com água, e virados para baixo e fora do alcance das crianças quando fora de uso.
  • Ensine a criança a nunca brincar com o animal de estimação quando ele estiver se alimentando.

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01 de dezembro – Dia mundial de Prevenção contra a AIDS

A AIDS ainda assusta e é um tabu, mesmo nos dias atuais. Mas a ignorância e desconhecimento não podem vencer a preocupação com o bem estar e a saúde do seu bebê e a sua própria. Conhecer o assunto e obter orientação sobre a doença é um dos meios mais eficazes de prevenir o contágio entre pessoas e evitar que a mãe já contaminada passe a doença para o filho durante a gestação.
As chances transmissão do HIV de mãe para filho durante a gravidez, sem qualquer tratamento é de até 20% e aumentam para 40% quando a mãe, além de não realizar o tratamento adequado, não sabe que é portadora do vírus e amamenta o bebê. Mas em situações em que a grávida segue todas as recomendações médicas, a possibilidade de contagio do bebê reduz para níveis menores que 1%.
Pense que no mundo, cerca de três mil mulheres se contaminam diariamente e a maioria delas não faz a menor idéia que carrega o vírus.
Portanto, mulheres que desejam engravidar devem realizar o teste para saber se é ou não positiva ao HIV e mesmo grávidas, fazer o teste é essencial para proteger o seu bebê.
O que fazer para evitar o contágio ao bebê?
Para evitar a transmissão ao seu filho durante a gestação, parto ou amamentação, um coquetel de remédios que reduz a carga viral deve ser tomado desde o início da gravidez até o parto.
As recomendações médicas são: o uso de remédios antirretrovirais combinados na grávida e no recém-nascido, o parto cesáreo e a não amamentação.
O maior índice de transmissão do vírus é no trabalho de parto e no parto, seguido pela infecção intra-útero (principalmente nas últimas semanas da gestação) e amamentação.

Faça o pré-natal rigorosamente, não tenha medo de fazer o teste e tome a medicação corretamente. Além disso, proteja-se. Peça informações sobre o assunto e fique segura do seu estado,, para lidar com a situação.

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Vacina contra coqueluche, difteria e tétano passa a ser oferecida pelo SUS

O ministério da saúde divulgou, nesta segunda-feira (17), a introdução da vacina Tríplice Acelular (DTPa) contra coqueluche, difteria e tétano, para grávidas no Calendário Nacional de Vacinação do SUS (Sistema Único de Saúde).

A DTPa estará disponível para todas as gestantes na rede de saúde pública do país.

O ministério da saúde recomenda que a vacina seja aplicada a partir da 27ª semana de gestação até a 36ª semana.

O objetivo é reduzir a transmissão da coqueluche entre recém-nascidos e garantir proteção indireta nos primeiros meses de vida.

Há ainda dois reforços para a criança, aos 15 meses e aos 4 anos.

Dados do governo indicam que, até o dia 10 de maio deste ano, foram registrados no Brasil 1.762 casos de coqueluche, uma redução de 40% nos casos, quando comparado ao mesmo período de 2013 (2.943).

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Saiba mais sobre Brotoejas

A brotoeja normalmente aparece quando o bebê está com muito calor. Ela se concentra em áreas como o pescoço, debaixo dos braços, peito e nas regiões onde a fralda faz contato, como virilha e nádegas.

A brotoeja não oferece perigo para a saúde do bebê, mas incomoda muito, coça e em alguns casos, se for muito severa, pode doer.
A brotoeja acontece quando o suor entope os poros da peles e fica impedido de sair. Por isso a brotoeja é associada ao calor excessivo.
Como melhorar os sintomas:

  • Refresque a criança, dê um banho e na hora de secar apenas tire o excesso, deixe a pele secar sozinha;
  • Resfrie as áreas afetadas com paninhos úmidos;

Como evitar:

  • Não use amaciante ao lavar a roupa do bebê;
  • Mantenha o bebê sempre fresquinho quando estiver muito quente;
  • Não use talco;
  • Prefira tecidos naturais para vestir o bebê, como algodão.

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Como trocar as fraldas do bebê

Quando um bebê é recém nascido você deve verificar a fralda dele pelo menos de duas em duas horas, além disso, você deve ficar atenta sempre que sentir um cheirinho ruim.

A pele dos bebês é muito sensível e o acúmulo de urina e bactérias nas fezes irrita a pele e provoca assaduras.
A dica é aproveitar as mamadas e fazer a troca de fralda antes ou depois delas. Se o bebê tiver refluxo faça a troca da fralda antes da mamada, pois a agitação provocada pela troca da fralda pode provocar ainda mais regurgitações.
Durante a noite não troque a fralda dele, deixe-o descansar, a menos que tenha feito cocô, a fralda esteja muito cheia de xixi ou a roupa já esteja molhada.
As fraldas descartáveis são muito absorventes, por isso é fácil identificar quando estão cheias, pois ficam pesadas e se estiverem molhadas, a hora de trocá-las definitivamente chegou.
Do que você vai precisar para trocar a fralda?

  • Fraldas descartáveis;
  • Um lugar seguro e plano para repousar o bebê;
  • Água morna (para limpar os recém nascidos, prefira algodão embebido em água morna e não lenços)
  • Lenços umedecidos;
  • Roupas limpas para o bebê: Sempre há possibilidade da fralda ter vazado.

Passo a passo:

  1. Descole os adesivos laterais da fralda;
  2. Levante as as pernas do bebê com uma só mão e com a outra, passe o lenço umedecido ou algodão com água morna na bunda do bebê até que ela fique limpa;
  3. Retire a fralda usada do bebê;
  4. Insira a fralda nova (a parte com a aba adesiva) embaixo do bebê até a altura da cintura;
  5. Certifique-se que o bebê está bem limpo e se preciso, passe novamente o lenço ou o algodão.
  6. Passe então a pomada para assaduras;
  7. Feche a fralda, mas não a deixe muito apertada, use uma medida de um dedo de folga entre a cintura do bebê e a fralda;
  8. Vista o bebê e pronto.

Trocar as fraldas é questão de prática e isso vem com o tempo.
Quando você menos esperar, tudo será muito rápido, fácil e limpo.

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Desidratação, você sabe como ela acontece?

 A desidratação é mais comum nos bebês do que imaginamos, mas deve ser percebida tão logo comece e tratada rapidamente.

Mas o que causa desidratação?

  • Febre
  • Calor
  • Falta de líquido
  • Vômitos e diarréia.

Dores de garganta, problemas de estômago, sapinho ou qualquer outra lesão na boca impedem o bebê de tomar líquido, por isso fique atenta.

Quais são os sintomas de desidratação?

  • Boca seca
  • Olhos encovados
  • Moleira afundada
  • Pele perdendo elasticidade
  • Urina muito escura
  • Falta de xixi por mais de 6 horas
  • Apatia

Como tratar?
Prefira buscar os preparados na farmácia, pois há vários tipos de soluções para reidratação e elas acabam sendo mais eficazes que a solução caseira.
Mas fique atenta ao progresso do problema.
Desidratação é algo sério e sendo assim, precisa ser levada a sério. Sempre procure o pediatra do seu filho se você verificar algum destes sinais.

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