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O equilíbrio (inexistente) durante a gravidez!

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Toda aquela graça e agilidade de andar que te acompanharam durante toda a vida, infelizmente não farão parte da sua gravidez.

O auge da falta de equilíbrio normalmente se apresenta no último trimestre da gestação, mas muitas mulheres enfrentam problemas desde o primeiro trimestre.

Antes de se culpar pela falta de mobilidade e pelos esbarrões que antes não aconteciam, lembre-se de que você está carregando um peso muito maior, seu centro de gravidade se alterou devido ao aumento do útero e todas as articulações  do seu corpo estão “frouxas” devido aos hormônios.

O importante nesta fase é ficar atenta, evitar passar por lugares que possam oferecer perigo e ter atenção redobrada para não cair, esbarra de barriga em alguma quina e assim por diante.

Cuidado com escadas, degraus, calçadas mau cuidadas e lugares com elevações ou pisos molhados e escorregadios. Você não possui mais o mesmo equilíbrio, por isso será bem mais difícil se proteger se uma queda acontecer.

Não se desespere, pois a falta de equilíbrio e coordenação motora passa logo que o bebê chega.

 

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Você sabe o que é uma Doula e sua principal função?

Doula é uma profissional que tem como principal objetivo dar suporte físico e emocional à gestante em trabalho de parto. Doula não é parteira, enfermeira, não substitui a presença do pai e não substitui a equipe médica.
A Doula ajuda a mulher na hora do parto, para que esta possa encontrar conforto e segurança. Auxilia a gestante nas posições que são mais favoráveis para aliviar a dor e incentiva o pai a participar de forma ativa na hora do nascimento do bebê.
Normalmente a Doula inicia seus trabalhos antes do parto, com encontros informais que preparam os futuros papais e mamães para receber o bebê e para a hora do parto.
Nem todas as maternidade reconhecem o trabalho dessas profissionais e por isso há muitas maternidades que não permitem a entrada das Doulas nas salas de parto, por isso se você pretende ter uma Doula com você na hora do parto certifique-se de que a maternidade escolhida aceita este tipo de intervenção.
A Organização Mundial da Saúde reconhece o trabalho das Doulas e incentiva a atuação das profissionais. Alguns estudos da OMS mostram que a presença das Doulas ajuda a diminuir em 50% os índices de cesáreas, 25% a duração do trabalho de parto, 60% os pedidos de analgesia peridural, 30% o uso de analgesia peridural, 40% o uso de ocitocina e 40% o uso de fórceps.

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01 de dezembro – Dia mundial de Prevenção contra a AIDS

A AIDS ainda assusta e é um tabu, mesmo nos dias atuais. Mas a ignorância e desconhecimento não podem vencer a preocupação com o bem estar e a saúde do seu bebê e a sua própria. Conhecer o assunto e obter orientação sobre a doença é um dos meios mais eficazes de prevenir o contágio entre pessoas e evitar que a mãe já contaminada passe a doença para o filho durante a gestação.
As chances transmissão do HIV de mãe para filho durante a gravidez, sem qualquer tratamento é de até 20% e aumentam para 40% quando a mãe, além de não realizar o tratamento adequado, não sabe que é portadora do vírus e amamenta o bebê. Mas em situações em que a grávida segue todas as recomendações médicas, a possibilidade de contagio do bebê reduz para níveis menores que 1%.
Pense que no mundo, cerca de três mil mulheres se contaminam diariamente e a maioria delas não faz a menor idéia que carrega o vírus.
Portanto, mulheres que desejam engravidar devem realizar o teste para saber se é ou não positiva ao HIV e mesmo grávidas, fazer o teste é essencial para proteger o seu bebê.
O que fazer para evitar o contágio ao bebê?
Para evitar a transmissão ao seu filho durante a gestação, parto ou amamentação, um coquetel de remédios que reduz a carga viral deve ser tomado desde o início da gravidez até o parto.
As recomendações médicas são: o uso de remédios antirretrovirais combinados na grávida e no recém-nascido, o parto cesáreo e a não amamentação.
O maior índice de transmissão do vírus é no trabalho de parto e no parto, seguido pela infecção intra-útero (principalmente nas últimas semanas da gestação) e amamentação.

Faça o pré-natal rigorosamente, não tenha medo de fazer o teste e tome a medicação corretamente. Além disso, proteja-se. Peça informações sobre o assunto e fique segura do seu estado,, para lidar com a situação.

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5 coisas sobre o sono da grávida


1: Sono sem fim
A tendência é que a mulher sinta mais sono durante a gravidez, principalmente no primeiro trimestre. Mas isso é relativo, pois cada um tem naturalmente seus rituais de sono e na gravidez tudo fica mais aguçado e isso reflete na forma de dormir. Por isso, se você não sentir muito sono, não fique preocupada.

2: Conforto
Conforme a gravidez vai evoluindo o sono vai ficando mais complicado. Não é difícil imaginar que é bem complicado acomodar a barriga.
As mamães que planejaram a gravidez podem se programar para mudar as posições do corpo ao dormir. Há pessoas que costumam dormir de bruços, por exemplo. Esse hábito tem que mudar, então aproveite para mudar isso antes da gravidez. Adapte-se antes mesmo do seu corpo começar a mudar.
Com o tempo você verá que travesseiros nunca são suficientes e você deve ter pelo menos três. Um para sua cabeça, outro mais fino para apoiar a sua barriga e mais um para ficar entre suas pernas quando você estiver de lado ou embaixo delas, enquanto você ainda conseguir dormir de barriga para cima.

3: Posições
No inicio da gravidez você pode dormir da forma que achar melhor, porém assim que a barriga começar a despontar você deve evitar dormir de bruços e sempre que for dormir de lado, prefira o lado esquerdo, pois ele favorece a sua circulação e a oxigenação do bebê.
No último trimestre evite dormir de barriga para cima, pois o peso do seu corpo aliado ao peso do bebê pode provocar falta de ar, se você estiver nesta posição.

4: Alimentação
A grávida deve adaptar-se a comer várias vezes por dia e em poucas porções para não sobrecarregar o estômago, que fica mais lento nesta fase, além disso, é importante comer alimentos leves a noite.

5: Bebê que mexe
Acostume-se, bebês adoram se mexer enquanto as mães dormem e você terá que lidar com essa festa dentro da sua barriga.

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Os sintomas mais comuns de gravidez

O atraso da menstruação não é o único indício de que você está grávida. Você sabia que muitas mulheres seguem menstruando mesmo estando grávidas? Claro que não é uma menstruação propriamente dita, mas é tão parecida que confunde e faz com que muitas mulheres não dêem atenção a certos sintomas que também são indícios de que você será mamãe.

Fique atenta há algumas mudanças, como:

Dores de cabeça
O aumento do volume de sangue acaba gerando dores de cabeça, principalmente nos dois primeiros trimestres.
Corrimento
Está aí a tal “menstruação” que algumas mulheres alegam continuar descendo, mesmo estando grávidas. O corrimento é comum no início da gravidez, porém ele é menos intenso e mais claro que a menstruação normal.
Escurecimento dos mamilos
Os hormônios fazem com que os mamilos fiquem mais escuros, mas quem é mais morena ou negra irá demorar mais para perceber este sintoma.
Cólicas
Sintoma típico da TPM é muito comum no início da gravidez. O útero está se preparando para a expansão.
Enjoo
Famoso, este sintoma aparece cedo, logo nas primeiras semanas e normalmente acompanha a mulher até o final do primeiro trimestre.
Sono exagerado
Novamente os hormônios. Eles deixam o metabolismo mais lento e consequentemente deixam a mulher com mais sono.

Vontade de fazer xixi o tempo todo
Não é só no final da gravidez que isso acontece. Logo nas primeiras semanas você vai notar que suas idas ao banheiro vão aumentar e muito.

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Aprendendo o vocabulário da gravidez

A Revista Crescer fez uma matéria sobre os termos que toda futura mamãe deve conhecer quando está grávida. 
O apanhado de terminologias é uma verdadeira aula sobre os mais variados assuntos sobre um tema específico, gravidez. 
Muitas vezes, durante a gravidez, as mamães ficam perdidas em meio a tantas novas palavras e acabam se perdendo. Algumas vezes até mesmo os médicos, esquecem que estão falando com uma paciente e soltam milhares de palavras inicialmente estranhas, durante as consultas. Por isso é sempre bom estar bem informada sobre esse universo tão abrangente que é a gestação.
Curiosa? Então aqui vão eles:
  1. Amniocentese: exame realizado pela punção do líquido amniótico para verificar a existência de doenças genéticas e infecções. 
  2. Apgar: teste que avalia a vitalidade no recém-nascido no primeiro e no quinto minuto de vida. São analisados batimento cardíaco, frequência respiratória, cor da pele, tônus muscular e reflexo. O bebê recebe uma nota até dez, que indica se as funções estão perfeitas ou se há algo preocupante.
  3. Aspirador nasal: é um aparelho de sucção de borracha que ajuda na difícil tarefa de limpar as pequenas narinas do bebê.
  4. Assoalho pélvico: músculos localizados entre as pernas que ajudam a controlar a vagina, o ânus e a uretra e são muito importantes para o parto normal.
  5. Biópsia de Vilo Corial: exame que detecta distúrbios cromossômicos, fetais e anomalias, como anemia falciforme e síndrome de Down, através do material da placenta, colhido com uma agulha guiada pelo ultrassom.
  6. Cerclagem: é um procedimento cirúrgico em que se “costura” o colo do útero para mantê-lo fechado e evitar o nascimento prematuro.
  7. Colostro: primeira secreção da mama, que desce nos dias logo após o parto e é rica em proteínas, sais minerais e anticorpos, sendo muito importante para a proteção do bebê contra infecções.
  8. Coto umbilical: pedaço que fica no umbigo do bebê depois que o cordão umbilical é cortado. Tem quase 3 cm e, após cerca de 15 dias, seca e cai.
  9. Cueiro: o objeto que leva esse nome estranho tem a mesma função de uma manta, é de flanela e serve para enrolar a criança. Não é mais tão comum hoje em dia.
  10. Culote (ou mijão): são as calças do bebê, normalmente de malha e com elástico na cintura, que podem ou não ter pés. As versões sem pés, usadas com meia, ou com pés reversíveis, duram mais.
  11. Episiotomia: corte no períneo com intuito de aumentar o canal vaginal e facilitar a saída do bebê no parto.
  12. Fórceps: instrumento médico usado em casos de emergência ou sofrimento fetal para ajudar a retirar o bebê do canal de parto.
  13. Icterícia: comum em recém-nascidos, é causada pelo excesso de bilirrubina (substância produzida durante o processamento de glóbulo vermelhos que não são mais úteis) no sangue. É caracterizada por pele e olhos amarelados e, em casos mais graves, é tratada com banhos de luz e fototerapia.
  14. Mecônio: fezes dos primeiros dias de vida do bebê. Tem uma cor muito escura e é pegajoso.
  15. Moisés: cesto em que o bebê fica completamente deitado e permite que ele durma ao lado da cama da mãe durante os primeiros meses. Há desde modelos mais simples ao mais sofisticados, que podem ser acoplados a carrinhos.
  16. Ocitocina: hormônio que auxilia na contração do útero durante o parto e estimula a liberação do colostro. Depois ela continua sendo produzida para a amamentação e para a recuperação do útero.
  17. Pagão: é um conjunto de três peças: regata, casaquinho e calça de malha. Juntar um body com um culote dá na mesma, além de ser mais prático.
  18. Peridural: anestesia que pode ser usada durante o parto normal, em que a agulha é aplicada na lombar e fica ligada a um cateter por onde entra o anestésico. Ela evita a dor, mas não tira a sensibilidade, permitindo que a mulher participe ativamente do nascimento.
  19. Picamalácia: vontade inexplicável de comer materiais estranhos e não alimentícios, como tijolo, giz ou fósforo durante a gravidez. Apesar das muitas teorias que buscam explicar o comportamento, não há nenhuma totalmente aceita.
  20. Pré-eclâmpsia: uma das doenças mais sérias da gravidez é caracterizada por aumento da pressão arterial, inchaço no corpo e perda de proteínas pela urina. Nos casos graves pode evoluir para a eclâmpsia, em que a mãe sofre convulsões e seu cérebro é afetado. Pode levar à morte.
  21. Puerpério: é só outro nome para o pós-parto. Dura 45 dias.
  22. Raquidiana: anestesia de aplicação única na lombar. Mais potente que a peridural, é utilizada em cesáreas, em que a participação ativa da mulher não é necessária.
  23. Sexagem fetal: exame de sangue para identificar o sexo do bebê e que pode ser realizado entre a oitava e nona semana de gestação. Ele detecta a presença do cromossomo Y no sangue da mãe.
  24. Translucência nucal: exame feito por meio de ultrassom para detectar o risco do feto ter síndrome de Down. Deve ser realizado entre a 11ª e a 14ª semana de gestação.
  25. Vérnix: material branco gorduroso que envolve o bebê dentro do útero e ao nascer, protegendo a pele e impedindo que ela fique muito úmida e enrugada.

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Viajar de avião quando grávida. Pode?

Muitas mamães têm dúvidas sobre as viagens de avião durante a gravidez.

A verdade é que normalmente não há restrições durante o primeiro e o segundo trimestre de gravidez (até 27 semanas), desde que você não tenha histórico de abortos espontâneos ou não apresente nenhum fator de risco.

A partir de 28 semanas até a 36 semanas ainda é possível viajar, mas uma boa parte das companhias aéreas solicita um atestado do médico aprovando e validando o embarque.

Você pode ter ouvido muita especulação sobre a exposição à radiação natural e sobre o risco de aborto espontâneo, mas os médicos afirmam que apenas as mulheres que viajam com muita freqüência podem ter problemas, mas este risco é praticamente inexistente para mulheres que viajam a passeio.

Aqui vão algumas dicas para fazer da sua viagem de avião um processo mais tranqüilo:

  • Cheque antes a política da empresa em que pretende voar e, se for preciso, peça um atestado para seu médico. 
  • Leve em conta com quantas semanas estará na hora de voltar para casa. Não esqueça que gestantes não devem voar em aviões pequenos demais, que não tenham cabines pressurizadas. 
  • Viagens de avião durante a gravidez aumentam o risco de trombose e de se desenvolver e varizes. Converse com seu médico sobre o uso de meias elásticas com algum nível de compressão para ajudar na circulação e aliviar o inchaço das veias durante o voo.
  • Tome bastante água ao longo de todo o voo, levantar-se para caminhar um pouco pela cabine a cada hora e meia e troque a posição das pernas com frequência.

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Saiba quais atividades você deve evitar enquanto está grávida

A vida das pessoas em geral é feita de rotinas e hábitos, porém a gravidez é um estágio totalmente diferente e é preciso ter alguns cuidados com atividades que muitas vezes parecem corriqueiras e usuais.

Você já deve ter escutado a frase “Gravidez não é doença” umas 1.000 vezes durante a sua gravidez e isso é verdade, mas é preciso ser cautelosa para evitar que pequenas coisas tragam dores de cabeça desnecessárias.

Há uma pequena lista de atividades notoriamente proibidas para gestantes, por isso tenham essa lista sempre em mãos:

Nunca tome medicamentos sem falar com o médico.
E essa recomendação é ainda mais ferrenha para os 3 primeiros meses de gestação. Não se engane, mamãe. Até os mais inofensivos medicamentos podem ser prejudiciais, portante, nunca faça ingestão de nenhum medicamento sem falar com seu médico.

Usar produtos com chumbo, formol ou amônia.
Nunca uma relação de amizade com a sua cabeleireira fez tanto sentido. Tenha uma conversa sincera com ela e reveja todos os processos estéticos que você realiza, para ter certeza de que esses produtos não apareçam na fórmula de nenhum deles.

Ingerir bebidas alcoolicas
Todo alcool consumido pela mãe chega até o bebê e não há como provar que apenas uma pequena dose não fará mal ao bebê. Por esse motivo, evite.

Andar de moto ou bicicleta com a barriga já grande
Uma queda livre e sem cinto de segurança pode ser muito preocupante se sua barriga já está grande, então tenha cuidado e prefira sempre a segurança dos veículos que possuem cinto.

Exercício físico exagerado ou esportes de contato
Nada de perder o fôlego, toda e qualquer atividade física durante a gravidez deve ser moderada. Além disto, evite esportes onde podem acontecer choques entre pessoas e objetos, como bola em alta velocidade.

Frenquentar os brinquedos dos parques de diversão 
Infelizmente não é recomendado que você utilize os brinquedos, pois sempre há risco de queda e paradas bruscas e isso pode ser perigoso.

Evite cigarros e drogas de qualquer espécie
Quando você ingere substâncias viciantes durante a gravidez o bebê pode apresentar crises de abstinência após o nascimento, sintomas como: choro, tremores e dificuldade para dormir. Além destes sintomas, ele pode ter algum tipo de má formação devido as várias substâncias tóxicas presentes nos cigarros e drogas em geral.

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Ministério da Saúde anuncia medidas para incentivar realização de parto normal

No último mês, O Ministério da Saúde e a  Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciaram uma série de medidas, que tem como objetivo diminuir o número de cesarianas realizadas no Brasil.

A primeira medida é que, independentemente de estarem grávidas ou não, as mulheres poderão solicitar as taxas de cesáreas e de partos normais de cada médico e de cada estabelecimento de saúde. “Respeitar a mulher é acima de tudo disponibilizar a ela todas as informações sobre o parto normal e fazer com que o parto cirúrgico seja adotado apenas quando indicado”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.
Além disso, as mulheres terão acesso a um partograma: um documento que trará em detalhe informações sobre a mãe, o bebê e o desenvolvimento do trabalho de parto, como dados sobre a dilatação e as contrações.
Os números no Brasil:
Em maio foi divulgado um estudo que indicou que no Brasil o índice de cesarianas alcança 52% na rede pública, chegando a 84% na rede privada, sendo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a taxa de cesáreas não passe dos 15%. O Brasil tem a segunda maior taxa de cesáreas do mundo.
A pesquisa foi realizada através de uma parceria entre a OMS e a Fundação Oswaldo Cruz e acompanhou 23.894 gestantes em maternidades públicas e privadas.

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A grávida e o uso correto do Cinto de Segurança

Está aí uma dúvida de toda gestante, mas que quase nunca alguém explica ou dá dicas. Por isso é importante começar pelo óbvio, use sempre cinto de segurança, sempre.

Os seus ossos, músculos e órgãos são uma barreira para proteger o bebê, mas usar o cinto de segurança é mais uma forma de proteger o bebê e principalmente você, de possíveis danos.

Utilize sempre o cinto de três pontos e certifique-se de encaixar a parte de baixo do cinto abaixo da sua barriga, nunca deixe por cima, sempre abaixo, encaixado na região pélvica.

O cinto de três pontos é projetado para segurar seu corpo nas partes em que ele é mais resistente. Isso explica por que ele tem de passar em cima dos ossos do quadril e do esterno. Na maioria dos carros o banco traseiro posuui cintos de três pontos apenas nas laterais, portanto prefira se sentar nestas posições, em vez de no meio.

O cinto deve cruzar sua barriga e se posicionar entre os seios. Se incomodar no pescoço, tente mudar a posição do assento para que se encaixe melhor. Nunca use o cinto de baixo por cima da barriga, porque no caso de um acidente, o impacto de uma desaceleração repentina pode afetar a placenta e até causar um descolamento.

Tenha sempre em mente que a sua segurança é a segurança do bebê, por isso use sempre o cinto e garanta o seu bem estar e do seu filho.

Veja abaixo um esquema do que é e o que não é correto:

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